quinta-feira, 27 de março de 2008



Seitas e Heresias

Silas Roberto Nogueira


A palavra “seita” vem do latim “secta”, particípio de “secare”, que significa “cortar, separar ou dividir”, representando um “partido, facção ou dissidência”. Seita é a palavra portuguesa usada para traduzir o grego hairesis que significava nos escritos clássicos, uma escola filosófica específica que um indivíduo qualquer preferia seguir. Seu uso na LXX (Septuaginta) refere-se simplesmente a uma “escolha”, no Novo Testamento denota “partido” e assim é usada para referir-se aos saduceus (At.5:17), os fariseus (At.15:5) no seio do judaísmo e até os cristãos são assim descritos pelos de fora (At.24:5,14;28:22), em sua relação para com a religião dos judeus. No seio da novel religião, qualquer “partido” é denunciado como obra da carne por Paulo (Gl.5:20) e o “faccioso” (hairetikos) deve ser evitado após exortações contínuas (Tt.3:10). A palavra grega “hairesia” começou a ser usada no sentido de uma opinião contrária à doutrina prevalecente, de cujo ponto de vista é desvio, pelo apostolo Pedro (2 Pe. 2:1) onde tal ação inclui, entre outras coisas, negar ao Senhor. Assim, como bem declarou Walter Martin “uma seita, pois, é um grupo de pessoas que se polarizou em torno de alguma interpretação particular da Bíblia, caracterizando-se por grandes desvios do cristianismo ortodoxo no que tange às doutrinas da fé cristã, particularmente o fato de que Deus se fez homem em Jesus Cristo”. [1]


Para alguns estudiosos do assunto a palavra “seita” representa um grupo de pessoas que romperam com seu grupo original por adotarem práticas ou doutrinas divergentes ou contrárias às anteriores, diferindo do termo “heresia”. Heresia, por sua vez, irá representar uma tomada de opinião contrária ou fora de harmonia com as doutrinas cristãs básicas. É o embrião da dissidência que leva ao sectarismo, a formação de uma seita e até de uma denominação.

Quais as razões da proliferação das seitas?

  1. Atuação de “espíritos enganadores” mais intensa neste final de tempos. Paulo é quem adverte “o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1 Tm.4:1). Nenhuma “seita” nasce somente das lucubrações humanas, por trás de cada um dos fundadores de cada uma delas há, certamente, uma atuação demoníaca específica. A alguns deles um “anjo” apareceu e lhes deu instruções específicas ou revelações, outros foram guiados por visões e particulares interpretações das Escrituras. Quem produziu tais visões, interpretações e revelações, senão demônios?
  2. Homens com suas mentes cauterizadas, movidos por avareza, ganância (1 Tm.4:2 com 2 Pe. 2:1-3; 2 Tm. 3:1-8). A história de algumas seitas revela como seus líderes induziam moribundos a entregar suas fortunas à sua organização. Certo líder de uma dessas seitas oferece orientação espiritual em troca de um punhado de dólares em uma de suas propriedades no Brasil, segundo reportagem de certa revista [2]
  3. Indivíduos que não suportam a sã doutrina e querem ser vítimas dos mestres das doutrinas agradáveis (2 Tm.4:3,4). As seitas estão sempre prontas a oferecer o que os homens querem receber não o que precisam receber. O mercado religioso tem sempre um segmento pronto a oferecer aquilo que se espera de uma verdadeira religião.

Como identificar uma seita?

  1. As seitas se originam, geralmente, de heresias (ensinos e práticas controversas), estas por sua vez, surgem de “interpretações particulares” das Escrituras Sagradas;
  2. As seitas, geralmente, tem origem em “novas revelações”, seus líderes, via de regra, consideram-se pessoas a quem Deus revelou algo especial;
  3. As seitas têm em comum o fato de possuírem uma “fonte de autoridade extra-bíblica”;
  4. As seitas em sua maioria são “exclusivistas”. Somente eles têm ou detém ou podem dar a verdade sobre Deus;
  5. As seitas têm um “conceito particular de Deus”. Este conceito particular está, na maioria das vezes, ligado à trindade, doutrina que geralmente repudiam;
  6. As seitas sempre “repudiam o cristianismo ortodoxo”, suas revelações partem do fato de que o cristianismo ortodoxo é apóstata;
  7. As seitas têm, via de regra, um “outro Cristo”. Uma das características comum a todas as seitas é o ensino distorcido sobre a pessoa de Jesus Cristo, ele é sempre inferior àquele que o cristianismo ortodoxo e a revelação bíblica pregam;
  8. As seitas, geralmente, têm um “outro evangelho”. O evangelho das seitas é diferente em conseqüência do seu Cristo ser outro. O evangelho das seitas não é o evangelho da graça de Deus, sua salvação é sempre pelas obras ou esforços humanos;
  9. As seitas têm em comum “práticas questionáveis no viver”. Muitos excessos físicos, inclusive sexuais, mentais e espirituais são praticados na maioria das seitas, como método de discipulado;
  10. As seitas em sua maioria têm uma “teologia em constante mutação”. Uma dessas, entre 1917 e 1926 já alterou suas “doutrinas” nada menos do que 148 vezes;
  11. As seitas participam uma outra característica, uma “liderança carismática e forte”. As seitas são conhecidas usualmente por seus líderes que centralizam em si mesmos toda a autoridade do grupo;
  12. As seitas usualmente “empregam uma terminologia ortodoxa” em sua literatura doutrinária, isto é feito propositalmente, para parecer o mais ortodoxo possível e evitar críticas ou refutações. O emprego de terminologia ortodoxa não é garantia de crença ou fé ortodoxa.
  13. As seitas também se caracterizam por “falsas profecias” e isso em especial no que diz respeito à escatologia (doutrina das últimas coisas);
  14. As seitas usualmente optam por um “proselitismo ferrenho”. Buscam seus adeptos entre membros de outros grupos religiosos.

Para resumir, se você quiser identificar uma seita, usando como ilustração a teoria matemática, observe o seguinte:

1. Adição - as seitas sempre “somam” (adicionam) alguma coisa à Bíblia.

2. Subtração - as seitas sempre subtraem o poder salvador de Jesus Cristo;

3. Multiplicação -as seitas sempre “multiplicam” obrigações aos seus seguidores;

4. Divisão – as seitas sempre causam divisão entre si e outros grupos religiosos, são divisionistas.

O estudo das seitas e heresias nos capacita a combater suas doutrinas e praticas, além disso, a ajudar as pessoas que se tornaram suas vítimas. Na carta de Tiago está escrito que devemos procurar ganhar aqueles que se desviaram da verdade (Tg. 5.19-20). Para isto, entretanto, é preciso que nós mesmos conheçamos profundamente nossa Bíblia bem como as doutrinas centrais do cristianismo. Mais que isto, devemos ter uma vida de oração e comunhão com Cristo, que nos suprirá com Seu poder, amor e moderação.

Soli Deo Glória.

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[1] The Rise of the Cults, pág. 12

[2] Revista Veja, 27/12/2000

domingo, 16 de março de 2008

Teologia Relacional

"O autor deste opúsculo é devedor ao que escreveram Héber Campos, Valdeci Santos, John Piper, John Frame e outros autores cujas obras estão citadas no final. Diz ele: “simplesmente li novamente parte das obras desses irmãos e procurei sintetizá-las aqui, entremeando os conceitos com minhas próprias observações. Sou também devedor a Russell Shedd, Luiz Alberto Sayão, Eros Pasquini, Norma Braga e outros autores evangélicos, cujas declarações contrárias à Teologia Relacional por meio de e-mails, blogs, entrevistas e artigos, me forneceram informações e idéias. Não preciso ainda dizer que estou familiarizado com as fontes primárias, com os escritos dos principais proponentes da Teologia Relacional no Brasil e no exterior”. Se conseguirmos que o leitor entenda os principais pontos da Teologia Relacional e os motivos pelos quais devemos rejeitá-la, este opúsculo terá cumprido a sua missão.



O autor: Augustus Nicodemus Lopes, Ph.D, é Chanceler da Universidade Mackenzie e pastor assistente da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro, São Paulo.

Onde encontrar: Publicações Evangélicas Selecionadas, R. 24 de Maio, 3° andar, salas 14-17

Teologia Relacional é a versão tupiniquim do Teísmo Aberto (Open Theism), para se aprofundar no assunto leia também:

- Teísmo Aberto, uma teologia além dos limites, Ed. John Piper, Vida
- Não Há Outro Deus, John Frame, Cultura Cristã
- Eu (não) sei (mais) em quem tenho crido, Ed. Douglas Wilson, Cultura Cristã


sábado, 8 de março de 2008

Algumas Considerações sobre a EBD

Silas Roberto


"...penso que cometemos alguns equívocos quanto a EBD. (...) O primeiro é considerá-la como mais um “departamento” da igreja. A liderança deve estar atenta para que a EBD não seja mais um departamento da igreja, pois é a própria igreja crescendo e se desenvolvendo através do estudo da Palavra de Deus. A EBD é o que qualifica a vida da igreja. Se a EBD vai mal, a igreja vai mal. (...)

Em segundo lugar,considerar que todos os problemas da EBD se resolverão com um “currículo” bem elaborado é outro dos enganos mais comuns. Isso é como tentar resolver o problema de um restaurante elaborando um ótimo cardápio, mas deixando de contratar um bom “chef” de cozinha! É preciso muito mais que um índice para se fazer um bom livro! Adotar o currículo de uma outra comunidade só porque aquilo “aparentemente” funciona pode ser uma “furada”. A igreja local é um organismo além de uma organização e nem sempre isso é levado em consideração quando se adota ou se adapta (leia-se mutila) modelos vindos de fora. As igrejas só parecem iguais, assim como os organismos. (...) Na maioria das vezes o que vai bem num lugar, não funciona em outro ainda que adaptado. Essa é a tarefa árdua do educador cristão, desenvolver um modelo próprio levando em consideração a realidade na qual está inserido. (...) Se desconsiderarmos isso, erramos. (...)

Um terceiro equívoco é considerar a EBD uma escola comum, ou em outras palavras desconsiderar o caráter especial da EBD. A EBD lida com o espiritual... Depois é um povo especial (a Bíblia chama “peculiar” ou "especial", Tt.2:14 -ARC) que freqüenta a EBD; outra coisa, o assunto sobre o qual esse povo vem aprender é por demais excelente - Deus; além disso, o material didático básico não é nada comum - a Bíblia; o dia também não é comum (...A EBD nasceu dominical, mas não precisa ser exclusivamente dominical, há outros dias na semana!) e não podemos dizer que o horário o seja, bem como o local (...e não penso que a EBD tem que acontecer nas dependencias físicas da igreja, isso é templismo...) e muito menos os professores. Assim, nem metodologia e nem pedagogia comuns servem adequadamente à EBD. Se hoje a EBD está como está é graças a nossa falta de discernimento quanto a isso. (...)

Em quarto lugar considerar a EBD apenas como local de ensino onde nada além de uma aula – às vezes enfadonha – é ministrada é outro dos equívocos comuns. É reducionismo considerar apenas a música como adoração excluindo o ensino... É desperdício desconsiderar o potencial da EBD como agência evangelizadora e discipuladora. (...) A grande comissão é "fazer discípulos" (aprendizes, alunos), portanto, não há uma separação radical entre ensino e evangelização, como alguns pensam. Cada discípulo tem que ser "ensinado" a guardar (obedecer, por em prática) todas as coisas que o Senhor mandou. Como vamos fazer isso? Tornando a EBD evangelística e discipuladora. (...)


Se quisermos uma EBD forte precisamos fazê-la nossa prioridade. (...) No passado se dizia que famílias fortes faziam uma igreja forte, mas isso é uma inversão de valores. É a igreja que faz famílias fortes, e isso só ocorre quando a igreja cumpre seu papel, em especial (mas não exclusivamente,pois a igreja tem outras sociedades auxiliares de treinamento, além do púlpito) e através da EBD.... É na igreja, especialmente na EBD, que a família aprende a viver como família[cristã], marido amando a esposa como Cristo amou a igreja, esposa submissa ao marido no Senhor, pais que não levam seus filhos à ira, mas os admoestam (disciplina...) no temor do Senhor e filhos que aprendem a honrar os pais, pois isso é agradável a Deus. (...) Se não priorizarmos o ensino na igreja jamais teremos famílias fortes e e certemanete colheremos (se já não estamos colhendo) os frutos amargosos disso.

Na EBD (e na igreja como um todo) devemos priorizar pessoas, não coisas. Não é só o que está sendo ensinado que tem importância, mas por quem e como. Em outras palavras, o professor é a figura chave na EBD. (...) A primeira coisa necessária é que seja regenerado. Nicodemos era um mestre de projeção em Israel, mas por não ser regenerado não podia entender os princípios espirituais mais básicos da fé cristã. Lembre-se, Nicodemos era um mestre do judaísmo, berço do cristianismo, era acostumado com conceitos teológicos que nos são comuns, mas incapaz de entendê-los espiritualmente.
As palavras de Jesus quanto ao novo nascimento não era nenhuma novidade, mas baseavam-se nos ensinos do Velho Testamento, com o qual Nicodemos estava acostumado a lidar, mas não podia discernir e entender. Há muitos professores de EBD que podem discorrer sobre as Escrituras com maestria, abordando vários aspectos da teologia, mas não têm a mínima idéia de como isso se relaciona com a sua vida. Cristianismo não tanto apreensão de um conceito, mas a prática dele. (...) Doutrina não praticada é imediatamente corrompida em tradição legalista e produz aridez espiritual... Em segundo lugar o professor precisa ter o "dom do ensino", não simplesmente saber lecionar ou ter formação secular na área do ensino. “Ser apto para ensinar” não significa apenas ser capaz de transmitir conhecimentos. Primeiro ele precisa ensinar com a sua vida. Ser apto é ser idôneo... O ensino transformador é o que é acompanhado de um testemunho eficaz. Depois, ele precisa ter suficientes conhecimentos no campo teológico para lidar com o texto bíblico. Além disso, o professor precisa saber transmitir os conhecimentos adquiridos. Ainda posso acrescentar aqui o professor precisa desenvolver uma vida de disciplinas espirituais, como leitura devocional da Bíblia, oração, jejuns etc. (...) O professor da EBD tem que estar ciente que não é um mero transmissor de conhecimentos, mas de vida. Ele não é alguém que anuncia teorias sobre determinados assunto e deixa o aluno à merce de si mesmo, escolhendo essa ou aquela teoria sem pesá-la em suas mais diversas relações. (...) Ele é um discipulador e tem responsabilidades para com seus discípulos e estes para com ele. Se não for assim, continuaremos a fazer "analfabetos funcionais" na Bíblia, crentes que não sabem como aplicar a doutrina cristã às suas vidas e que acima de tudo comunicam aos outros pela vida que levam que o cristianismo não pode ser praticado, que é utópico. (...)

(Extraído de uma palestra que ministrei sobre EBD no ano de 2000)


Soli Deo Gloria!

sexta-feira, 7 de março de 2008


80 Razões Pelas Quais o Crente Não Pode Perder a Salvação

(Anônimo)

01. Gênesis 7:16 - Sendo a arca um tipo de Cristo (IPe.3:20,21; Rm.3:6:4), o crente está seguro nele (Cl.3:3; Ap.3:7).

02. Efésios 4:30 - O crente está selado no Espirito Santo (Ef.1:13; IITm.2:19), e este selo é inviolável e irrevogável (Es.8:8; Dn.6:12).

03. II Coríntios 1:22 - O crente tem o penhor do Espirito Santo como garantia segura e inabalável (IICo.5:5).

04. Gálatas 3:15 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão (Gl.3:29), uma aliança irrevogável.

05. I Coríntios 11:25 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança incondicional, selada com sangue (Jr.34:18, 19; Gn.15:12-21), e não com sapato (Rt.4:7,8) ou com sal (Nm.18:19; Lv.2:13).

06. Gênesis 15:12 - Deus fez com o crente, na pessoa de Abraão, uma aliança unilateral (o rompimento da aliança só seria possível se Deus morresse).

07. Jeremias 31:31-33 - Mediante a nova aliança (com sangue), o temor do Senhor é insuflado no coração do crente (Jr.32:39,40) para que não se aparte de Deus (Hb.3:12;8:8-13; Ez.36:26,27).

08. Salmos 12:7 - O crente é guardado por Deus, do mal que há no mundo.

09. Salmos 17:8 - O crente é guardado por Deus como a menina dos Seus olhos.

10. Salmos 25:20 - A alma do crente é guardado por Deus (Sl.97:10).

11. Salmos 37:28 - O crente é preservado para sempre.

12. Salmos 12l:5-8 - O Senhor guarda o crente; guarda a sua alma de todo o mal; guarda a sua saída; guarda a sua entrada; e o guarda para sempre.

13. Salmos 145:20 - O Senhor guarda os crentes que O amam.

14. Jeremias 31:3 - O amor de Deus para com o crente é eterno.

15. Jó 5:19 - O crente é guardado do mal (Sl.91: Jo.17:9-26).

16. I João 5:18 - O crente é guardado do maligno (IITs.3:3; Jr.31:11).

17. Judas 24 - O crente é guardado para não tropeçar (ISm.2:9; Is.63:13).

18. João 11:9 - A fé do crente não lhe permite tropeçar (Rm.9:31-33).

19. Provérbios 10:25 - O crente tem perpétuo fundamento (IITm.2:19; ICo.3:11).

20. I Pedro 1:5 - O crente é guardado pela fé no poder de Deus.

21. Hebreus 12:2 - Jesus é o Autor da fé, e por isso, o crente não pode perdê-la (Fp.1:29; ICo.3:5; At.18:27; Gl.5:22; IITs.3:2).

22. Romanos 16:25 - O crente é guardado pelo poder de Deus (IITm.1:12; Jd.24).

23. Hebreus 6:17 - A salvação do crente se fundamenta em duas coisas imutáveis: a) a promessa (Js.21:45; At.13:32; IICo.1:20; Ef.3:6; Hb.9:14,15;10:23; IJo.2:25); b) o juramento (Hb.6:16). Só a promessa, sem o juramento já era em si mesma suficiente, mas Deus querendo mostrar a imutabilidade daquilo que Ele decretou, foi além da promessa, fazendo juramento. E Deus foi ainda mais além quando jurou pelo Seu próprio nome, porque não havia outro nome superior ao Seu (Hb.6:13,16; Jr.44:26;Nm.23:19).

24. Salmos 37:33 - O crente jamais será condenado (Sl.89:30-35; ICo.11:32).

25. Salmos 37:23,24 - Se o crente cair, não ficará prostrado (Sl.145:14; Pv.24:16; Jó 4:4; Rm.14:4;Mq.7:8).

26. Salmos 121:3 - O crente pode cair da graça (Gl.5:4), mas jamais cairá para a perdição (Sl.17:5;66:9).

27. Isaías 46:3,4 - O crente é conduzido por Deus até o fim (Sl.121:8).

28. I Coríntios 10:13 - A tentação não pode condenar o crente (Rm.6:14,18; IIPe.2:9).

29. João 4:14 - O crente jamais terá sede (Lc.16:24).

30. João 5:24 - O crente já passou da morte para a vida.

31. Romanos 6:8,9 - O crente já morreu com Cristo (IITm.2:11).

32. I Pedro 1:3,4 - O crente foi regenerado para uma viva esperança.

33. I Pedro 1:23 - O crente foi regenerado pela Palavra de Deus.

34. I João 3:9 - O crente foi regenerado pelo Espirito Santo (Jo.3:5; Tt.3:5).

35. João 6:37-40 - O crente jamais será lançado fora.

36. João 6:47 - O crente já possui a vida eterna (IJo.5:11-13; ITm.6:12).

37. João 10:28 - O crente não pode ser arrancado da mão do Filho.

38. João 10:29 - O crente não pode ser arrancado da mão do Pai.

39. Lucas 15:3-10 - Há alegria no céu por um pecador que se arrepende.

40. João 10:27 - O crente é conhecido do Senhor (Jo.10:14; IITm.2:19; ICo.8:3; Gl.4:9; Mt.7:21-23).

41. Mateus 28:20 - Jesus está com o crente todos os dias até o fim dos séculos.

42. Romanos 8:1 - Nenhuma condenação há para o crente (Rm.8:33,34).

43. Romanos 8:30 - Sendo justificado, o crente também será glorificado.

44. Romanos 8:28 - Todas as coisas cooperam para o bem do crente (Gn.50:20).

45. Romanos 8:35-39 - Nada poderá separar o crente do amor de Deus (Jo.13:1).

46. I Coríntios 3:15 - O crente infiel será salvo como pelo fogo (ICo.5:1-5;11:29-32).

47. I Coríntios 1:8 - O crente será confirmado até o fim (Rm.16:25; IITs.3:3).

48. Filipenses 1:6 - Deus mesmo terminará a obra no crente (Fp.2:13).

49. Colossenses 3:3 - A vida do crente está escondida com Cristo em Deus.

50. Efésios 5:27 - A igreja será sempre irrepreensível (IICo.11:2; ICo.12:26,27).

51. I Tessalonicenses 5:1-10 - O crente não será surpreendido na vinda do Senhor.

52. II Timóteo 2:13 - O crente infiel será salvo pela fidelidade de Deus (Rm.3:3).

53. Hebreus 13:5 - O crente jamais será abandonado por Deus.

54. I João 5:1 - O crente é nascido de Deus, e não pode "desnascer"

55. I Pedro 1:4 - O crente possui a natureza divina.

56. Romanos 8:9-11 - O crente é propriedade de Cristo (ICo.6:19,20).

57. I Tessalonicenses 5:23,24 - O crente é conservado irrepreensível.

58. I João 5:16 - O crente não pode pecar para a morte eterna (IJo.3:9;5:18).

59. I Coríntios 12:3 - O crente não pode blasfemar contra o Espírito Santo (Mt.12:32; Mc.9:39,40;Lc.11:23; IJo.5:10; Jo.3:33).

60. I João 2:19 - O crente é perseverante na fé (Mt.10:22;24:13; IIJo.9; Ap.13:10;14:12).

61. João 10:26 - O crente é ovelha e não porca lavada (IIPe.2:20-22).

62. João 13:10 - O crente já está limpo do seu pecado (Jo.15:3).

63. I Coríntios 1:30 - Cristo é a justiça do crente.

64. I Coríntios 1:30 - Cristo é a santificação do crente.

65. I Coríntios 1:30 - Cristo é a redenção do crente.

66. Salmos 25:20 - Deus é o refúgio do crente (Hb.6:18).

67. I João 2:22,23 - O crente não pode negar o filho (Mt.10:33; IITm.2:12).

68. Romanos 8:37 - O crente sempre será vencedor (Jo.16:33; Ap.2:7,11,17,26;3:5,12,21).

69. I João 5:4 - O crente vence o mundo.

70. I João 2:14 - O crente vence o diabo (IJo.4:4; Ap.12:11).

71. Romanos 6:14 - O crente vence o pecado (a carne).

72. Romanos 11:29 - O dom de Deus é irrevogável.

73. João 19:30 - Todo o pecado do crente está consumado.

74. Gálatas 3:13 - O crente foi resgatado para sempre da maldição da lei.

75. Apocalipse 5:9 - O crente foi comprado com sangue (ICo.6:20;7:23; IPe.1:18,19).

76. Salmos 90:17 - É Deus quem efetua a obra no crente (Jo.3:21; Ef.3:20; Is.26:12;64:4; Fp.2:13).

77. João 17:20 - Cristo intercedeu pelos crentes, e continua intercedendo (Hb.7:25; IJo.2:1; Rm.8:34).

78. Romanos 8:26,27 - O Espírito Santo intercede pelo crente.

79. II Coríntios 1:20 - Jesus é o "Amém" das promessas de Deus (Jo.6:47).

80. I Pedro 4:1 - O crente já cessou do pecado (Rm.6:14; IJo.3:9).