segunda-feira, 21 de junho de 2010

ORGULHO



Silas Roberto Nogueira


“...digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém;
antes, pense com moderação....”   
Romanos 12:3


O orgulho pode ser definido basicamente como o elevado conceito que alguém faz de si mesmo. Segundo dizem, é o pior e o mais predominante dos pecados. Agostinho (354-430) considerava o orgulho como a fonte de todos os vícios. Diz ele “o orgulho é a fonte de todas as fraquezas, por que é a fonte de todos os vícios”.  Ele apontou o orgulho como a causa de queda, “qual é a origem do nosso mal a não ser o orgulho? Por que o “orgulho é o inicio do pecado” (Eclesiástico 10.13). E o que é o orgulho senão o desejo por exaltação imprópria? E isso é a exaltação imprópria, quando a alma abandona aquele a quem deve se apegar como seu fim e se torna um tipo de fim em si mesma. Isso acontece quando ela se torna a sua própria satisfação...”[1] 

Por isso bem cedo no catolicismo primitivo o orgulho foi listado como um dos pecados capitais. Esse conceito de pecados capitais nasceu segundo dizem, com o monge Evagrário Pôntico (346-399). Foi ele quem primeiro alistou as doenças que afetavam os homens e as atribuiu a pecados, no caso, sua lista tinha oito deles e entre eles se destacava como o mais grave o orgulho. Essa lista de pecados foi posteriormente modificada e oficializada, e recentemente o vaticano acrescentou-lhe alguns outros pecados da modernidade.

Mais tarde, o papa Gregório I (540-604), que havia tomado conhecimento da lista de Pôntico, tomou-a e remodelou a lista de pecados juntando “vaidade” e “orgulho”, diminuindo-os a sete. Na lista de Gregório os pecados listados se contrapõem a uma determinada virtude, no caso o orgulho vem primeiro, pois se contrapõe à pobreza de espírito, isto é, humildade.

Bem mais tarde, em 1589, o padre jesuíta Pedro Binsfeld (1545-1603), um demonologista, conjugou cada um dos pecados listados com um demônio, no caso do orgulho a ligação era com o próprio chefe dos demônios, Lúcifer.  Para Binsfeld as pessoas sob a influência de cada uma desses poderes espirituais eram levadas ao pecado correspondente.

Os reformadores e os puritanos, de modo geral, consideravam o orgulho o mal dos males e o repudiavam. Lutero demonstrou repudiar o orgulho e temê-lo “tenho mais medo do papa do meu “ego” do que do papa em Roma e todos os seus cardeais”. A chamada Teologia da Cruz [do sofrimento] de Lutero se opõe a todo orgulho, pois cultiva a autonegação. Lutero declara que “é impossível para um homem não ficar orgulhoso com as suas próprias boas obras, a menos que a experiência do sofrimento e do mal [da cruz] tenha retirado previamente todo o espírito de seu interior e o quebrantamento, ensinando que ele não é nada e suas obras não pertencem a ele, mas a Deus.” [2] Para Lutero a cruz de Cristo nos esvazia de toda a nossa autoconfiança, a cruz erradica todo o orgulho.

Calvino concordava com Agostinho em que o orgulho “foi o princípio de todos os males” [3].  Nas Institutas ele afirmou que a humildade é a única atitude que nos convém e que nada no homem é motivo de orgulho. A doutrina da predestinação desenvolvida e sistematizada pelo mestre de Genebra põe abaixo qualquer pretensão e destrói o orgulho humano. A sola gratia expurga toda e qualquer jactância humana.    

Os Puritanos, seguindo os reformadores, consideravam o orgulho algo tremendamente prejudicial à vida espiritual. Thomas Manton entendia que “o orgulho não apenas afasta o coração de Deus, também levanta-o contra Deus”. Para Manton o orgulho era a causa de todos os pecados “o orgulho é a causa de todos os outros pecados”. Richard Baxter considerava o orgulho um dos pecados mais odiosos, um comandante tirânico e um insidioso inimigo.[4] Assim, desde muito cedo o cristianismo considerou o orgulho como um grave pecado, o maior deles ou aquele que origina todos os outros e algo que tem uma conexão direta com o diabo. Sibbes pergunta: “Devem os homens ser orgulhosos depois de Deus ter sido humilde?”
           
Embora desde cedo se considerasse o orgulho como o progenitor de todos os pecados, também bem cedo o mundo achou uma forma de dar-lhe um sentido positivo. Assim, entendeu-se orgulho como respeito próprio. Aristóteles, em Ética a Nicômaco descreveu o “respeito próprio” como “justo orgulho”, que seria algo entre o “vicio por deficiência” e o “vício por excesso”. O ensinamento grego, durante os quatro últimos séculos a.C., considerava o orgulho uma virtude. Mas orgulho é um termo impróprio para o “respeito próprio”, isso porque essa expressão significa uma consciência equilibrada e justificável de valor pessoal, o que não é de modo algum pecaminoso, contudo o orgulho consiste na hiper-valorização de si mesmo. 

Paulo exorta aos crentes de Roma que não se hiper-valorizassem (“não pense de si além do que convém...”), mas que fossem “moderados” na sua autoavaliação pessoal, Rm. 12.3.  Está claro no texto que o orgulho deve ser desarraigado do nosso coração e em seu lugar deve ser cultivado um senso moderado de dignidade pessoal. Propositadamente o mundo confunde os conceitos e com isso tenta impugnar a luta contra o pecado do orgulho. Tomando uma coisa pela outra, repudiar o orgulho se torna prejudicial à auto-estima. Mas não é isso que as Escrituras ensinam, repudiar o orgulho é, via de regra, o melhor caminho para a sanidade da nossa dignidade e valor pessoal.

Mas lutar contra o orgulho não é fácil. Isso porque o  orgulho “toma muitas formas e molda e cerca o coração como as camadas de uma cebola — quando você tira uma camada, há outra debaixo dela”, escreveu Jonathan Edwards. Ninguém está imune ao orgulho, mas ele cerca de modo especial os líderes cristãos. Dr. Russel Shedd declara que a “altivez é uma tentação peculiar dos que exercem a liderança”.[5] Richard Baxter dizia que “um dos nossos pecados mais odiosos e patentes é o orgulho. Ataca até os nossos pastores e, todavia é o mais detestável e inescusável em nós, pastores, do que nos outros homens”.[6]  

Muitos líderes cristãos do passado falaram sobre as suas lutas contra o orgulho. Lutero disse: “Eu tenho mais medo do Papa do meu ‘Ego’ do que do Papa em Roma e todos os seus cardeais”. Robert Murray M’Cheyne escreveu “Eu sei se sou orgulhoso; e, todavia, eu não conheço metade desse orgulho”. Duas décadas após a sua conversão, Jonathan Edwards gemia por causa das “profundezas insondáveis e infinitas do orgulho” que ainda restavam em seu coração. Todos os grandes servos de Deus lutaram arduamente contra o orgulho por toda a sua vida e nós devemos imitá-los.

            O ministro deve repudiar o orgulho porque é pecado, Pv 21.4, e portanto, abominável a Deus , Pv 6.16,17; 16.5; 8.12,13. “O orgulho” escreve John Stott, “é mais que o primeiro dos sete pecados mortais; ele é a essência de todo o pecado”. C. S. Lewis diz que o “orgulho sempre significa inimizade: é inimizade. E não apenas inimizade entre um homem e outro, mas inimizade contra Deus”[7]. Por isso mesmo Pedro e Tiago fazem coro em dizer que Deus resiste aos soberbos, 1 Pe 5.5; Tg 4.6.  A resistência divina ao orgulhoso é imediata e continuada. O orgulhoso não receberá nada da parte de Deus, como disse Moody “Deus não manda ninguém embora de mãos vazias, a não ser os que estão cheios de si mesmos.”  

O ministro deve abominar o orgulho porque, como dizia John Wesley “é pecado de idolatria”. O orgulho é adoração de si mesmo, da criatura no lugar do Criador. Deus revela seus atributos pela Sua criação, inclusive a criação do próprio homem, mas o homem se volta para si mesmo e se coloca no lugar de Deus oferecendo a si mesmo adoração. (Rm 1.18-25). Alan Redpath declarou com propriedade que “o orgulho é a adoração idólatra de nós mesmos, a religião oficial do inferno”. Dallas Willard diz que “pessoas perdidas, em termos cristãos, são exatamente as que confundem a si mesmas com Deus.” [8] Se o homem adora a si mesmo, ele está irremediavelmente perdido, pois não reconhece outro Deus além dele mesmo e, na maioria das vezes, quando descobre, as portas da morte, que não é Deus, pois Deus é imortal, já é tarde demais. Orgulho e graça nunca habitam o mesmo lugar, disse Thomas Fuller. Graça salvadora é algo que Deus concede aos humildes, aos pobres de espírito, Mt 5.3; Tg 4.6.
           
O ministro deve combater contra o orgulho por que, como disse J. C. P. Cockerton, ele é essencialmente uma “atitude de autonomia, de autodeterminação, de independência de Deus.” C. S. Lewis estava absolutamente certo ao dizer que o orgulho é “o mais completo estado da alma anti-Deus”.  O orgulho nos infla e nos impele para longe de Deus.  O orgulho nos faz pensar que não devemos obediência a ninguém, senão a nós mesmos. O mestre de genebra  afirma que “a mais segura fonte de destruição dos homens é obedecer a si mesmo”.[9]  Sob a égide do orgulho estamos mais vulneráveis do que nunca, justamente por estarmos a mercê de alguém que é completamente incapaz de promover a nossa salvação – nós mesmos. O teólogo puritano Richard Sibbes declara que “nenhuma pessoa é mais fraca do que o orgulhoso, pois o orgulhoso baseia-se em nada.” 
           
            O ministro deve combater o orgulho porque ele é insaciável, levando ao descontentamento. C. S. Lewis declara “o orgulho está acoplado à impaciência e ao descontentamento. A razão econtra-se no centrar em si mesmo e na suposta autosuficiência. Uma vez que o ser humano individual é pequeno e muito frágil, a autosuficiencia genuina é impossível e, portanto, o descontentamento é inevitável para o orgulho. Sempre precisamos de algo além de  nós e temos muitas coisas a desejar, portanto, o contentamento preconiza uma miragem. Como Narcizo que se apaixonou pelo próprio reflexo , em uma nascente, e, em consequencia, morreu de frustração por um próprio que nunca pôde ser consumado, assim também é inevitável a frustração das pessoas orgulhosas, enamoradas por si mesmos”. [10]  Thomas Brooks acertamente declarou que “uma alma orgulhosa não se satisfaz com coisa alguma”.

            O ministro deve combater o orgulho porque ele dirige as nossas ações e ministério.  Richard Baxter declarou a predominancia do orgulho fica patente em nosso modo de conversar,  “em nosso modo de viver, em nossa companhia e em nossas atitudes pessoais diante dos outros. Ele é a base dos nossos motivos, modela o nosso pensar, determina os nossos objetivos, fomenta a inveja e pensamentos amargos contra os que são mais proeminentes do que nós, que recebem posição de celebridade. Que compenheiro astuto e sutil, que comandante tirânico e que insidioso inimigo é o pecado do orgulho! Ele acompanha os homens ao alfaiate para a escolha de roupas e determina  a moda. Quantas vezes ele escolhe os temas da nossa alocução, e até nossas palavras!” Ainda sobre o orgulho Richard Baxter declara: “tendo preparado o sermão, o orgulho sobe ao púlpito. Ele impoe a entonação, modela a eloquência e elimina tudo o que cause ofensa, para conseguir o máximo de aplauso.” [11]

            Mas a luta contra o orgulho é, particularmente difícil porque muitas vezes o orgulho do ministro está vestido com capa de humildade. Ninguém é mais orgulhoso do que aquele que pensa que é humilde. C. S. Lewis declara que “um homem nunca é tão orgulhoso como quando adota conscientemente uma atitude de humildade”.[12] Lutero quando meditava no Salmo 138.6 declarou “as pessoas verdadeiramente humildes não atentam para os efeitos de sua humildade, mas, com singeleza de coração, olham para as coisas humildes, gostam de se ocupar com elas, e, pessoalmente, jamais se dão conta de que são humildes. Agora, os falsos humildes admiram-se que sua honra e exaltação custam tanto a chegar, e seu secreto e falso orgulho não permite que se contentem com sua vida simples e só pensam em subir cada vez mais. Por isso, a verdadeira humildade jamais fica sabendo que é humilde, pois, caso soubesse, ficaria orgulhosa ao se dar conta de tão nobre virtude. Ao contrário, de coração, de vontade e com todos os sentidos, apega-se às coisas humildes. Essas são objetivo constante de sua atenção bem como as imagens que tem diante de si. E, enquanto tem olhos voltados para isso, não pode ver a si mesma nem se dar conta de que existe.”[13]

Outras vezes o orgulho do ministro dissimula a sua fealdade com a máscara da santidade. Santidade e humildade são irmãs siamesas, se uma delas está ausente a outra nunca esteve presente. Contudo, há aqueles que se orgulham da sua santidade, da sua vida de oração, das suas leituras bíblicas, dos jejuns etc. Mas a verdade é que aquele que realmente se aproxima de Deus, não se sente grande coisa, muito pelo contrário, sente-se apequenado pela grandeza divina. Se a santidade de um ministro não lhe conduz à humildade, ela pode torná-lo austero, moralista, legalista ou qualquer outra coisa, menos um santo. [14]  Dr. Joel Beeke assinala que “o cultivo da santidade exige a rejeição da soberba da vida e da concupiscência da carne”.[15]

            A luta contra o orgulho é difícil porque, na maioria das vezes, não nos damos conta de que somos orgulhosos. Conta-se que quando um general voltava vitorioso da guerra, o Senado romano o premiava com o “Triunfo”, dando-lhe o direito de desfilar com suas legiões de soldados pelas ruas de Roma, para ser aclamado pelo povo. Mas era destacado um escravo para ir atrás dele com a incumbência de, ininterruptamente, repetir a frase: “lembra-te que és mortal!” Esse era o antídoto para o orgulho que se oferecia ao general. Faltou um servo como esse a Herodes, At 12.21 segs. Se o homem se lembrasse de sua finitude não haveria lugar para o orgulho. C. S. Lewis diz que o “primeiro passo rumo à humildade é o reconhecimento do nosso orgulho”.[16] Contudo, o orgulhoso é, aos seus próprios olhos, muito humilde.

            Joel Beeke anota algumas formas que poderão nos ajudar, e em especial aos ministros, na luta contra o orgulho:

● Entenda quão profundamente o orgulho está arraigado em nós e quão perigoso ele é para o ministério. Devemos protestar conosco mesmo como o puritano Richard Mayo: “Deve ser orgulhoso o homem que pecou como tu pecaste, que viveu como tens vivido, que desperdiçou tanto tempo, que abusou tanto da misericórdia, que omitiu tantos deveres, que negligenciou tão grandes meios e, por isso, entristeceu o Espírito de Deus, transgrediu a sua Lei, desonrou o seu nome. Deve ser orgulhoso o homem que tem um coração como o que tens”.
● Olhe para Cristo. Se desejamos destruir o orgulho mundano e viver com humildade santa, olhemos para Cristo, nosso Salvador, cuja vida, conforme disse Calvino, “era nada mais do que uma série de sofrimentos”. Em nenhum outro lugar a humildade foi tão cultivada como no Getsêmani e no Calvário. Quando o orgulho ameaça você, considere o contraste entre um pastor orgulhoso e um Salvador humilde. Confesse, como Joseph Hall:
Teu jardim é o lugar
Onde o orgulho não pode entrar,
Pois, se ali ele ousasse entrar,
Logo seria afogado em sangue.

E cante, com Isaac Watts:
Quando investigo a maravilhosa cruz,
Em que morreu o Príncipe da Glória,
Meu maior ganho reputo como perda
E lanço desdém sobre todo o meu orgulho.
● Permaneça na Palavra. Em dependência do Espírito, leia, pesquise, memorize, ame, ore sobre ela e medite em passagens como Salmos 39.4-6; Salmos 51.17; Gálatas 6.14; Filipenses 2.5-8; Hebreus 12.1-4; 1 Pedro 4.1. Somente o Espírito pode destruir o poder de nosso orgulho e cultivar humildade em nosso íntimo, tomando as coisas de Cristo e revelando-as para nós.
● Busque um conhecimento mais profundo de Deus, seus atributos e sua glória. Jó e Isaías nos ensinam que nada é tão humilhante como o conhecimento de Deus (Jo 42; Is 6). Gaste tempo meditando nas grandezas e santidade de Deus, em comparação com sua pequenez e pecaminosidade.
● Pratique a humildade (Fp 2.3-4). Lembre como Agostinho respondeu a pergunta: “Quais as três virtudes que um pastor mais necessita?” Ele disse: “Humildade, humildade, humildade”. Para obter isso, procure ter maior consciência de sua depravação, bem como da hediondez e da irracionalidade do pecado. Não descanse enquanto não puder confessar diariamente como João Batista: “Convém que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.30), pois isto é a essência da humildade.
● Lembre, diariamente, que “a soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda” (Pv 16.18). Considere suas aflições como dons de Deus para conservá-lo humilde. Considere seus talentos como dons de Deus que nunca lhe trazem qualquer honra (1 Co 4.7). Tudo que você já realizou e realizará veio das mãos de Deus.
● Encare a vitória sobre o orgulho como um processo vitalício que o chama a crescer em servidão. Esteja determinado a batalhar contra o orgulho, por considerar cada dia como uma oportunidade para esquecer-se de si mesmo e servir aos outros. Como escreveu Abraham Booth: “Não esqueça que toda a sua obra é ministerial — e não legislativa — para que você não seja um senhor da igreja, e sim um servo”. O ato de servir é intrinsecamente humilhante.
● Leia a biografia de grandes santos, como Whitefield’s Jounals (Diário de Whitefield), A Vida de David Brainerd[17], e Spurgeon’s Early Years (Os Primeiros Anos de Spurgeon)[18]. Como disse Martin Lloyd-Jones: “Se isso não o trouxer à terra, declare que você é apenas um profissional, sem esperança”. Associe-se com santos que exemplificam humildade, e não com arrogantes ou bajuladores.
● Medite naquilo que os puritanos chamavam de “as quatro últimas coisas”: a solenidade da morte, a certeza do Dia do Juízo, a amplitude da eternidade e os estados inalteráveis do céu e do inferno. Considere o que você merece por causa do pecado e qual será o seu futuro por causa da graça. Permita que o contraste o humilhe (1 Pe 5.5-7).
           
Acima de tudo lembre-se que Deus “aborrece” o orgulho (Pv 6.11; 8.13; 16.5) e o orgulhoso (Pv 16.5) e que resiste a ele ( Tiago 4.6; 1 Pedro 5.5). Note que na frase – “Deus resiste” – tanto Tiago quanto Pedro usam o verbo grego no tempo presente e na voz ativa. Isso mostra que a oposição divina ao orgulho e ao orgulhoso é uma atividade imediata e contínua e que “é evidente que não ficará impune”.  


Soli Deo Gloria



[1] Sola Gratia, pp 51,52
[2] Uma Lição sobre a Verdade: A Teologia da Cruz de Martinho Lutero, Mark Shaw, p.14, disponível em www.monergismo.com , último acesso 31/03/2010.
[3] Institutas, Livro 2, 4
[4] O Pastor Aprovado, pp 86,87
[5] A felicidade segundo Jesus, p 24
[6] O Pastor Aprovado, p 86
[7] Cristianismo Puro e Simples, p.
[8] A renovação do Coração, p. 67
[9] Institutas, livro II
[10] Cristianismo Puro e Simples, p.
[11] O Pastor Aprovado, pp 86,87,88
[12] Sete Pecados Capitais, p. 64
[14] Recomendo a leitura do artigo “Quais são as marcas visíveis das pessoas santificadas”, por J. C. Ryle disponível em http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2010/02/quais-sao-as-marcas-visiveis-das.html
[15] Vencendo o mundo, p. 108.
[16] Práticas Devocionais, Elben M. Lens César, p. 55
[17] Publicado pel Editora Fiel
[18] Há uma biografia de Spurgeon publicada pela PES