<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425</id><updated>2012-02-15T08:57:25.804-02:00</updated><title type='text'>veritas immutábilis est, et perpétua</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>177</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-582986227788580415</id><published>2012-02-15T08:41:00.001-02:00</published><updated>2012-02-15T08:41:58.203-02:00</updated><title type='text'>OLHANDO AS ONDAS DO MAR</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aWMtxYjOlOU/TzuLtrwYaxI/AAAAAAAABM8/HzDxouu6VmQ/s1600/martyn-lloyd-jonesa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-aWMtxYjOlOU/TzuLtrwYaxI/AAAAAAAABM8/HzDxouu6VmQ/s320/martyn-lloyd-jonesa.jpg" width="235" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;i style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"E logoordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco e fossem adiante para aoutra banda, enquanto despedia a multi­dão. E, despedida a multidão, subiu aomonte para orar à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só. E o barco estavajá no meio do mar, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário; mas,&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;à quartavigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, caminhando por cima do mar. E osdiscípulos, vendo-o caminhar sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É umfantasma. E gritaram, com medo. Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tendebom ânimo, sou eu, não temais. E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se éstu, manda-me ir ter contigo por cima das águas. E ele disse: Vem. E Pedro,descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus. Mas, sentindo ovento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo:Senhor, salve-me. E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homemde pouca fé, por que duvidaste? E, quando subiram para o barco, acalmou ovento. Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: Ésverdadeiramente o Filho de Deus".&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Mateus&amp;nbsp; 14:22-33&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esta ocorrência que agora vamos considerar tem muitas carac­terísticas emcomum com aquela do capítulo anterior, registrada no oitavo capítulo doEvangelho segundo Lucas, sendo o ponto principal que este incidente, exatamentecomo o outro, concentra a atenção na natureza e no caráter da fé e naimportância de termos uma compreensão correta dela. Mas esta passagem o faz deforma um pouco diferente. No texto anterior, vimos que o problema principal erauma falha em compreender que a fé é uma atividade, é algo que precisa sercolocado em prática. "Onde está a vossa fé?" Os discípulos a tinham, masnão a estavam aplicando ao seu problema específico. Aqui, embora aindaestejamos consi­derando, de modo geral, a questão do verdadeiro caráter da fé,ela é-nos apresentada de um aspecto um tanto diferente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Todavia, não podemos avançar para nossa consideração prin­cipal, por maisimportante que seja, sem observar um assunto preliminar que é absolutamentevital e essencial. Voltando ao inci­dente da tempestade no mar, a primeiracoisa que observamos é a pessoa, a personalidade, se preferir assim, do nossobendito Senhor. Aqui, mais uma vez, Ele Se destaca em toda a plenitude da Suadeidade. Nós O vemos em pessoa caminhando sobre as ondas turbulentas, e O vemoscapacitando também o Seu servo, o apóstolo, a fazer o mesmo. Novamente O vemosdando ordens e controlando os elementos. Começamos desta maneira porque nãopodemos considerar a questão da fé, nem alcançar uma verdadeira compreensãodela, se não tivermos uma visão clara a respeito dEle. Não estamos falando deuma fé qualquer, estamos falando acerca da fé cristã, e uma preliminaressencial a qualquer consideração deste assunto, é que tenhamos uma visão claraacerca da pessoa do nosso bendito Senhor. Não há mensagem cristã à partedaquela que proclama que Jesus de Nazaré é o unigênito Filho de Deus, o Senhorda glória, o Senhor Jesus Cristo; e aqui nós O vemos sobressaindo-Se noesplendor da Sua glória, manifestando e pro­vando ser o Mestre do universo, oSenhor dos elementos. Come çamos com isso porque o propósito único dosEvangelhos é apre­sentá-lO. É também absolutamente vital em qualquerconsideração do nosso assunto, demonstrar que a razão de todos os nossosproblemas é o nosso fracasso em compreender o que Ele é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Contudo, é igualmente claro que o propósito especial de re­gistrar esteincidente é chamar a atenção para o que aconteceu com Pedro. Vemos o Senhor emtoda parte nos Evangelhos, em Sua glória e em Sua deidade, porém cada incidentepor sua vez salienta algo peculiar, alguma coisa especial; e claramente oaspecto especial aqui é o incidente na medida em que afeta particularmente oapóstolo Pedro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pedro começa muito bem — magnificamente até. Então entra em dificuldades,e acaba pessimamente. Essa é a cena. Pedro, que a princípio parecia cheio defé, termina como um infeliz malogro, clamando em desespero. Quão rapidamentetudo aconteceu! Dizem que uma das características singulares deste mar, é oaparecimento repentino de tempestades. Pode estar calmo num momento, e nopróximo aparece um temporal violento. Isso aconteceu com o mar nessa ocasião, etambém aconteceu com Pedro — uma mudança súbita de toda a situação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Do modo como vejo este incidente, a coisa essencial é observarcuidadosamente o que aconteceu, e o que deve ser enfatizado é que a grandediferença entre o milagre de acalmar a tempestade e este incidente aqui, é quelá, a tempestade veio como mais um fator para perturbar os discípulos — oSenhor adormeceu, e então veio a tempestade — porém aqui neste incidente, noque diz res­peito a Pedro, não é esse o caso em absoluto. Nenhuma novidade, nãohá nada de novo. A tempestade já havia começado, já rugia antes que o Senhor Seaproximasse dos discípulos ou do barco. O barco, como sabemos, estava no meiodo mar, agitado pe­las ondas, e o Senhor estava orando sozinho na encosta domonte. Esse é o ponto que devemos destacar — que aqui os discí­pulos estavam nobarco sem o Senhor, e a tempestade estava rugindo, e então repentinamente Eleaparece e temos este incidente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O que precisamos lembrar é que Pedro não tinha nenhum elemento novo com oqual tivesse que lutar depois de sair do barco. Ele não saiu do barco e pisouem águas serenas e depois é que veio a tempestade; a tempestade já estava láantes do Senhor aparecer perto do barco. Considero este um ponto muitoimportante. Não havia nenhum elemento novo como da outra ocasião, contudo Pedroencontrou dificuldades e ficou infeliz, assustado e desespe­rado. A pergunta é:por quê? E a resposta é que o problema estava inteiramente em Pedro. NossoSenhor nos dá um diagnóstico muito preciso: era "pouca fé"."Homem de pouca fé, por que duvidaste?" É a "pouca fé"abrindo as portas à dúvida. Temos aqui, então, uma série de lições importantesque podemos aprender, e se as aprendermos e captarmos, elas nos pouparão demuitos ataques de depressão espiritual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 20.65pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Antes de tudo, devo chamar a atenção para o que sou obri­gado a descrevercomo a mentalidade de Pedro, ou, se preferirem, o temperamento de Pedro. Muitasvezes já tivemos de enfatizar o fato de que, quando somos convertidos e salvose nos tornamos cristãos, nosso temperamento não muda; ele permanece exatamenteo mesmo que era antes. Não nos tornamos outras pessoas; continuamos a ser nósmesmos. Todos podemos dizer: "Vivo, não mais eu, mas Cristo vive emmim", e embora acrescentemos: "e a vida que agora vivo na carnevivo-a na fé do Filho de Deus", contudo esse "eu" é sempre omesmo. Sempre seremos nós mesmos, e ainda que nos tornemos cristãos,continuamos a ser quem éramos. Cada um tem seu temperamento distinto, suascaracterísticas próprias; e como resultado, todos temos nossos problemasespecíficos e par­ticulares. Há certos problemas que são fundamentais e comunsa todos nós, e mesmo nossos problemas particulares estão sujeitos à categoriageral de pecado e dos resultados da queda, mas nos chegam de formas diferentese variadas. Todos estamos familiari­zados com esse fato. Todos os membros daIgreja não são iguais, ou os membros de qualquer grupo, por menor que seja;todos temos certas coisas a respeito das quais precisamos ser particular eexcepcionalmente cuidadosos. Outras pessoas nem se deixam perturbar por essascoisas. Ah, sim, mas elas têm outras áreas com as quais precisam tomar cuidado.A pessoa explosiva precisa vigiar seu temperamento com cuidado, e a pessoafleumática e letárgica precisa ser cuidadosa porque sua mentalidade é tãofrouxa que tende a não se manifestar quando devia fazê-lo. Em outras pala­vras,todos temos nossas áreas específicas de dificuldades, e em geral elas surgem dotemperamento específico que Deus nos deu. Na verdade, posso ir ainda maislonge, neste contexto, e dizer que provavelmente a coisa que mais precisamosvigiar é o nosso ponto forte. Todos temos a tendência de falhar, em últimaanálise, no nosso ponto mais forte!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ora, eu creio que isso era uma realidade no caso de Pedro. A grande característicade Pedro era a sua energia, sua capacidade de decisões rápidas, suapersonalidade ativa. Ele era entusiasta e impulsivo, e era isso queconstantemente lhe causava problemas. É muito bom ter uma natureza dinâmica.Alguns dos maiores ho­mens que o mundo já conheceu, se os entendo corretamentepela leitura das suas biografias, alcançaram proeminência principalmente porsua energia; não por sua capacidade intelectual, nem por sua sabedoria, mas porsua absoluta energia. Observem isso ao ler as biografias de muitos dos chamadosgrandes homens. Energia é uma grande qualidade, e geralmente é acompanhada poruma capa­cidade de decisão. No entanto, era justamente isso que estavaconstantemente causando problemas a Pedro. Muitas vezes leva a uma vida cristãinstável, uma vida cristã em que falta equilíbrio. Que perfeita ilustraçãotemos disso aqui! Observem Pedro quando ele reconhece o Senhor no começo desteincidente. Ali está ele no barco, em meio à tempestade. Ele tem fé suficientepara dizer ao Senhor: "Se és tu, manda-me ir ter contigo por cima daságuas", e sai do barco. Que coisa magnífica! Sim, mas olhem para elealguns minutos mais tarde, clamando amedrontado. Isso sempre foi característicoem Pedro. Quando o Senhor estava falando sobre Sua morte, e como Ele iria serabandonado, Pedro não hesitou em dizer: "Ainda que todos se escandalizemem ti, eu não me escan­dalizarei"; mas não demorou para ele negar queconhecia o Senhor, com pragas e juramentos! É isso que eu chamo de"mentalidade de Pedro" — instável, o tipo de pessoa que está no topoda mon­tanha ou no mais profundo vale, ou cheio de entusiasmo e vibra­ção,fazendo-nos sentir que não estamos fazendo coisa alguma, ou então totalmentedesencorajado, ameaçando abandonar completa­mente a vida cristã. Vocês conhecemesse tipo de pessoa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 22.1pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A que se deve isso, qual é a causa dessa alternação entre êxtase supremo emiserável fracasso? A resposta é que se deve ao temperamento. O problema dessetipo de pessoa é que ela tende a agir sem pensar; sua fé não está baseada emsuficiente reflexão. O problema é que ela não pondera nas coisas, não deixa as idéiasamadurecerem. Este era o problema de Pedro. Nos Evangelhos, ele é sempre oprimeiro a se apresentar como voluntário. Tomem por exemplo o incidente nocapítulo 21 de João. Os discípulos tinham pescado a noite inteira sem conseguircoisa alguma, e então o Senhor aparece na praia. Ao ouvir as palavras de João,"é o Senhor", Pedro imediatamente cingiu-se com a túnica e pulou naágua para ir ter com Ele. Ele sempre era o primeiro, o primeiro em tudo, e esseera o seu problema. Temos uma perfeita ilustração disso mesmo após oPentecoste, no segundo capítulo da Epístola aos Gálatas. Ele ainda era o mesmohomem impulsivo, e Paulo teve que repreendê-lo pelo fato dele não teresclarecido a questão da justificação pela fé como deveria ter feito. Ele nãotinha des­culpa, porque foi o primeiro homem a admitir os gentios na IgrejaCristã. Vocês se lembram do incidente com Cornélio. Lendo o registro docapítulo 10 de Atos, encontrarão Pedro elevando-se a magníficas alturas. Foiuma coisa extraordinária, um judeu trazer um gentio para a Igreja Cristã. Masele voltou atrás em Antioquia, e quando aqueles mensageiros de Tiago chegaramali, ele dissi­mulou, e Paulo teve que resistir-lhe face a face. Qual era o pro­blemacom Pedro? Era o seu velho problema; ele aceitou a posição sem avaliar todas assuas implicações. Esse é invariavelmente o problema com este tipo de pessoa —essa energia, essa capacidade de decisão, essa impulsividade tende a levá-las afazer coisas intui­tivamente em vez de avaliá-las e compreendê-las e captá-las;e o resultado são essas violentas variações em sua vida espiritual; ora, isso éuma causa muito comum de depressão espiritual e é por isso que estamos tratandodela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso me leva ao segundo ponto que quero enfatizar, e é o ensino desteincidente a respeito de dúvidas: "Homem de pouca fé, por queduvidaste?" Este é um ensino importante — e graças a Deus por ele. Aprimeira coisa que aprendemos aqui é que nós mesmos às vezes produzimos nossaspróprias dúvidas. Ninguém pode negar que este foi o problema de Pedro nestasituação. Ele produziu suas próprias dúvidas ao olhar para as ondas. Ele foi deencontro a dificuldades que não precisavam ter surgido. Não foi como se oSenhor tivesse dito a Pedro: "Pedro, tenha cuidado! Você sabe o que estáfazendo?" Não, nenhuma palavra foi dita; Pedro mesmo, ao olhar para asondas, produziu as dúvidas. Que sejamos muito cuidadosos aqui. Muitas vezesvamos de encontro à depressão, caímos em dúvidas ao nos intrometermos comcoisas que deveriam ser evitadas. Estou me referindo a certos tipos deliteratura, ou à tolice de nos aventurarmos em certos argumentos que vão alémda nossa capacidade intelectual. Isto é muito impor­tante. Há pessoas que sãotolas o suficiente para se engajar em discussões sobre ciência, apesar de poucoou nada saberem a res­peito. Em vez de evitarem isso porque não têmconhecimento sufi­ciente, elas mergulham na discussão, e já conheci pessoascuja fé foi abalada porque fizeram isso. Em outras palavras, elas deviam terpermanecido firmes na verdade que conheciam, sem tentar se envolver em questõescientíficas em que não são competentes. Assim, às vezes nos conduzimos àdúvidas, e precisamos ser caute­losos para não procedermos dessa maneira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A segunda coisa — e eu dou graças a Deus por isso — é que dúvidas não sãoincompatíveis com a fé. Muitas vezes, em minha experiência pastoral, encontreipessoas muito infelizes porque não captaram esse princípio. Certas pessoaspensam que, depois de alguém se tornar cristão, ele nunca mais deveria serassaltado por dúvidas. Mas não é assim; Pedro ainda tinha fé. O Senhor lhedisse: "Homem de pouca fé". Ele não disse: "Pedro, porque vocêduvidou, você não tem fé". Isso é o que muita gente pensa e diz, porignorância, e está muito errado. Embora tenham fé, podem ser perturbados pordúvidas, e existem muitos exemplos disso, não só nas Escrituras, mas também nahistória da Igreja. Na verdade, eu até diria, com o risco de ser mal-interpretado,que se alguém nunca foi perturbado por dúvidas em sua vida cristã, tal pessoadeveria examinar novamente os fundamentos de sua experiência, e se certificarde que não está gozando uma falsa paz, ou descan­sando no que eu chamaria decrença presunçosa. Leiam as vidas de alguns dos maiores santos que já viveramneste mundo e des­cobrirá que eles foram assaltados por dúvidas. O Senhor aquicer­tamente nos dá a palavra final a respeito — dúvidas não são incompatíveiscom a fé. Podem ter dúvidas, e ainda assim ter fé, uma fé fraca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para colocá-lode outro modo, e este seria meu próximo prin­cípio, se as dúvidas noscontrolam, isso é uma indicação de que nossa fé é fraca. Foi o que aconteceucom Pedro. Sua fé não tinha se desvanecido, mas porque era fraca, a dúvida ocontrolou e o subjugou, e ele foi abalado. Se tivéssemos feito a Pedro certasperguntas naquele momento de terror e alarme, ele teria dado respostasortodoxas cada vez. Se lhe tivéssemos feito perguntas sobre a pessoa do Senhor,tenho certeza que ele teria dado a res­posta correta, mas naquele momento essasdúvidas o controlavam. Sua fé ainda estava presente, porém, de acordo com oensino do Senhor aqui, quando nossas dúvidas nos controlam, isso é umaindicação de que nossa fé é fraca. Nunca deveríamos permitir que issoacontecesse. Dúvidas vão nos atacar, mas isso não significa que devemospermitir que nos controlem. Jamais devemos per­mitir isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como podemos evitá-lo? O antídoto, é — muita fé. Se é "pouca fé"que permite que os homens sejam controlados por dúvidas, então o antídoto deveser "muita fé" — ou grande fé. É isso que é enfatizado aqui acima detudo o mais. Quais são as características dessa grande fé? A primeira é umconhecimento do Senhor Jesus Cristo e do Seu poder, e uma confiança firme eestável nisso. Pedro, como já vimos, começou bem, e isso faz parte da essênciada verdadeira fé. Aqui estava um homem com os outros discípulos no barco, e coma tempestade rugindo à sua volta. O mar e o vento eram contrários, e o barcoestava sendo jogado pelas ondas, e sua situação estava começando a se tornardesespe­radora. Mas subitamente o Senhor apareceu, e quando eles O viram,disseram: "Isso é um homem andando sobre as águas? É impossível — tem queser algum tipo de fantasma, é um espírito". Eles gri­taram de medo, eimediatamente Jesus falou, dizendo: "Sou eu, não temais". E entãotemos essa magnífica expressão da essência da verdadeira fé por parte de Pedro."Respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigopor cima das águas". Isso foi uma expressão de verdadeira fé, pois vemos oque significa: significa que Pedro estava na verdade dizendo ao Senhor:"Se Tu realmente és o Senhor, bem, então eu sei que não há nada impossívelpara Ti. Prova isso, ordenando que eu saia deste barco, neste mar tempestuoso,e ande sobre as águas". Ele cria no Senhor, em Seu poder, em Sua pessoa,em Sua capacidade. E não cria nisso apenas teoricamente. Ele tentou! O textonos diz: "E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas". Ora essaé a essência da fé — "Senhor, se és tu. . ." É isso que a fé diz:"Se realmente és Tu, então eu sei que podes fazer isso; manda-mefazê-lo". E ele o fez. Aqui novamente está um grande princípio do qualdevemos nos apossar com firmeza. A fé cristã começa e termina com umconhecimento do Senhor. Começa com um conhe­cimento do Senhor — não uma emoção,nem um ato da vontade, mas um conhecimento desta bendita Pessoa. Não há nenhumvalor numa emoção se ela não for baseada nisso. Cristianismo é Cristo, e a fé cristãsignifica crer certas coisas a respeito dEle, e conhecê-10, e saber que Ele é oSenhor da glória que desceu até nós, saber algo sobre a encarnação, e onascimento virginal, saber por que Ele veio, saber o que Ele fez quando veio,saber algo sobre Sua obra expiatória, saber que Ele veio — como Ele mesmo disse— não para chamar os justos, mas os pecadores ao arrependi­mento, saber que Elediz: "Os sãos não necessitam de médico, mas sim, os que estãodoentes"; saber que Ele levou "em seu corpo os nossos pecados sobre omadeiro, para que, mortos para os pe­cados, pudéssemos viver para a justiça; epelas suas feridas fostes sarados".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando as pessoas me procuram num estado de depressão espiritual, quaseinvariavelmente descubro que estão deprimidas porque não conhecem esses fatoscomo deveriam. Dizem: "Sou um pecador tão miserável, você não sabe o queeu fui ou o que eu fiz". Por que me dizem isso? Dizem isso porque nuncaenten­deram o que Ele quis dizer ao afirmar: "Não vim chamar os justos,mas sim os pecadores ao arrependimento". O que estão dizendo emauto-condenação é exatamente aquilo que lhes dá o direito de vir a Ele e tercerteza de que Ele os receberá. Onde existe uma falha em aprender e crer nestascoisas, a fé é fraca. Então uma fé forte significa conhecer estas coisas. Tenhoque repetir isso cons­tantemente, e estou constantemente escrevendo estascoisas. Tive que escrever uma longa carta a um homem que eu nunca encontrei, arespeito deste assunto. O pobre homem estava extremamente infeliz e em escravidão.Por quê? Porque ele não tinha entendido que Cristo é o Amigo dos publicanos epecadores, e que Ele veio para morrer por tais pessoas. Ele não tinhacompreendido a Pessoa, não tinha compreendido a obra dessa bendita Pessoa. Suafé era fraca, e as dúvidas o assaltaram por causa disso. Há muitos queatravessam a vida num estado de miséria e infelicidade porque não compreendemestas coisas. Se tão somente as entendessem, desco­bririam que suaauto-condenação é em si mesma uma garantia do seu arrependimento e o caminhopara sua libertação final.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em outraspalavras, o grande antídoto para a depressão espi­ritual é o conhecimento dadoutrina bíblica, da doutrina cristã. Não ter emoções despertadas em reuniões,mas saber os princípios da fé, conhecer e entender as doutrinas. Esse é ocaminho bíblico, esse é o caminho de Cristo e é também o caminho dos apóstolos.O antídoto para a depressão é ter um conhecimento dEle, e acharão isso em SuaPalavra. Precisam se esforçar para aprendê-la. É tra­balho difícil, masprecisam estudá-la e se dedicarem a ela. A tragé­dia&amp;nbsp; de hoje, parece-me, é que as pessoas dependemdemais de reuniões para a sua felicidade. Este tem sido orna problema há muitosanos na Igreja, e é por isso que muitos são tão infelizes. Seu conhecimento daverdade é falho. Isso, vão lembrar, foi o que o Senhor disse a certas pessoasque subitamente tinham crido nEle. Ele disse: "Se vós permanecerdes naminha palavra, verda­deiramente sereis meus discípulos; e conhecereis averdade, e a verdade vos libertará" (João 8:31-32). Libertará de dúvidasou temores, da depressão, das coisas que abatem vocês. É a verdade que liberta— a verdade a respeito dEle, da Sua pessoa, da Sua obra, dos Seus ofícios,Cristo como Ele é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apressemo-nos para a segunda coisa. Tendo começado com a primeira, comoPedro começou, de forma tão correta, não esque­çamos a segunda, como Pedroinfelizmente esqueceu, isto é, rejei­temos reflexões posteriores. "Ah,mas", alguém diz, "é uma boa coisa, pensar duas vezes". Não coma fé cristã; isso é insensatez. Dúvidas são coisas muito insensatas, e é bomque enxerguemos quão tolas e ridículas elas são. Então, da próxima vez queformos tentados, vamos nos lembrar de Pedro, que nunca deveria ter olhado paraas ondas. Por que não? Por esta razão: ele já tinha resolvido a questão antesde sair do barco! Agora percebem porque, previamente, enfatizei o importantedetalhe de que a tempestade já estava rugindo antes que o Senhor Se aproximassedo barco. Teria sido completamente diferente se Pedro tivesse pisado num marcalmo, e depois a tempestade viesse. Então ele teria tido uma desculpa. Mas nãofoi assim, pois quando Pedro disse ao Senhor: "Se és tu, manda-me ir tercontigo por cima das águas", ele já tinha resolvido a questão das ondas.Ele já tinha lutado com elas enquanto estava no barco. Sabia que o barco estavajogando, então, quando disse aquilo, na verdade estava dizendo ao Senhor:"Não me importa o que o mar está fazendo". Ele já tinha resol­vido,essa questão, então saiu do barco e andou sobre as águas. Não havia nada denovo a respeito das ondas, nenhum fator novo. Ele não foi confrontado pornenhuma situação nova. O Senhor Jesus Cristo estava capacitando-o a andar sobreas águas turbu­lentas. Bem, por que então olhar para elas? Que razão havia parafazer isso? Nenhuma. Era ridículo, era insensato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esse sempre é o problema com uma fé fraca, ela volta a for­mular perguntasque já tinham sido resolvidas e respondidas. Se já creram no Senhor JesusCristo, devem, de alguma forma, ter se defrontado e lidado com dificuldades, ounão teria chegado à fé. Por que, então, voltar atrás? É pura insensatez. Nãosomente é uma questão de incredulidade, mas também uma questão de con­duta ecomportamento. Por que sentar-se e encarar novamente difi­culdades que você jáencontrou e resolveu antes de descer do barco? Quero repetir que este aspectonegativo da fé é muito importante. Depois de crer nEle, devem fechar a portapara certas coisas e recusaram-se a olhar para elas. Se já trataram delas, nãovoltem atrás, considerando-as novamente. Quantas vezes já tive de repetir issonestes estudos! Quantas vezes nossos problemas se devem ao fato de que voltamosatrás. Pedro nunca deveria ter olhado para aquelas ondas. Não havia desculpapara ele, não havia nada novo a ser considerado. É a essência da fé recusarreflexões posteriores. Rejeitem-nas, não tenham nada a ver com elas.Digam-lhes: "Eu já cuidei de vocês!"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso me leva ao próximo princípio. A característica seguinte da fé é queela persiste firmemente em olhar para Cristo e para Ele somente. Quero dividirisso, dando-lhes dois ou três princípios simples. A fé diz: "O que Cristocomeçou, Ele pode continuar. O início da obra foi um milagre, então, se Elepode iniciar uma obra miraculosa, Ele pode mantê-la; o que Ele já começou, Elepode continuar". "Tendo por certo isto mesmo", diz Paulo,"que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia deJesus Cristo" (Filipenses 1:6). Sim, diz Toplady,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A obra que Suabondade começou, Seu braço de poder há de completar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esse é umargumento irrespondível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo, jamaisdevemos duvidar enquanto olharmos para Ele e formos iluminados acerca dEle. SemEle não temos qualquer esperança. Não importa quanto tempo tenhamos sidocristãos, de­pendemos dEle para cada passo. Sem Ele nada podemos fazer. Somentepodemos conquistar nossas dúvidas se olharmos firme­mente para Ele, e não paraelas. A única resposta apropriada para as dúvidas é olhar para Jesus. E quantomais O conhecemos, e a Sua glória, mais ridículas elas se tornarão. Entãomantenhamos nosso olhar firmemente em Jesus. Ninguém pode viver dependendo deuma fé inicial — isso parece ser o que Pedro estava tentando fazer. Ele começoucom muita fé, e então, em vez de continuar pela fé, ele tentou prosseguirbaseado naquela fé inicial. Mas, é claro, ninguém pode viver de uma fé inicial.Não tentem viver na dependência da sua conversão. Vocês estarão acabados antesde perceber! Não podem viver na dependência de uma experiência extática;precisam continuar olhando para Ele dia após dia. "Anda­mos pela fé",e vivemos pela fé no Senhor Jesus Cristo. Vocês vão precisar dEle tanto no seuleito de morte como precisaram na hora da sua conversão; precisam dEle em todosos momentos. A Bíblia está repleta de exemplos disso. Uma das ilustrações maisperfeitas é o fato de que os filhos de Israel tinham que colher o maná todos osdias, exceto no sábado. Esse é o método do Senhor. Ele não nos dá o suficientepara um mês. Precisamos de um supri­mento novo cada dia, então comecem o dia comEle e mantenham-se em contato com Ele durante o dia. Esse foi o erro fatal dePedro; ele desviou os olhos do Senhor. É a "batalha da fé"; vocêsestão andando sobre águas turbulentas e a única maneira de pros­seguir é manteros olhos nEle.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Posso oferecer uma palavra final de conforto? Encontra-se neste incidente,e é o fato de que Ele nunca deixará vocês se afogarem! Pedro clamou em terror ealarme, "Senhor, salva-me!" — e imediatamente Jesus estendeu a mão éo segurou e disse: "Homem de pouca fé, por que duvidaste?" "E,quando subiram para o barco, acalmou o vento". Graças a Deus por essaconso­lação! Ele nunca nos deixará afundar, porque pertencemos a Ele. Podemosfalhar, podemos sentir que estamos a ponto de submergir de uma vez por todas.Nunca! "Ninguém as arrebatará da minha mão". "Porque estoucerto", diz Paulo, "de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos,nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem aaltura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar doamor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Romanos 8:38-39).Nunca. Meus amigos, quando pensarem que estão perdidos, Sua mão estará ali,para sustentá-los. Olhem para Ele e digam com John Newton:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Seu amor nopassado Proibe-me de pensar Que Ele me deixará Em tribulação, a sucumbir. Cadadoce Ebenezer Que trago à lembrança Confirma o Seu deleite De ajudar-me até ofim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Clamem quandoestiverem desesperados. Não abram mão disso — se estiverem sobressaltados,clamem, e Ele os ouvirá e sustentará.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 20.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas não termino com isso. Devo terminar dizendo que, de certa forma, agrande lição de todo este incidente é que Ele pode evitar que caiamos. Nuncaprecisaremos gritar desta forma, se mantivermos os olhos nEle. Crendo nEle,nunca vamos cair, mas prosseguiremos firmes. Se Pedro tivesse olhado para Ele,teria continuado andando sobre o mar, e nunca teria se apavorado. Ele é tãogrande, Ele é o Senhor do universo, e não só pode. andar sobre as águas, mastambém capacitar Pedro a andar sobre elas. Nada é impossível para Ele."Para Deus nada é impossível", e Ele é Deus. Então a fé olha para Elee diz com Charles Wesley:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fé, poderosa fé,a promessa vê, E somente a ela contempla, Ri das impossibilidades, E proclama:será feito!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso é fé. "Fé, poderosa fé, a promessa vê (nEle), e somente a elacontempla", e nada mais. Ri-se das impossibilidades — aque­las ondasturbulentas — e clama: "Será feito!" "Ora, àquele que é poderosopara vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irre­preensíveis, com alegria,perante a sua glória, ao único Deus, Salvador nosso, por Jesus Cristo, nossoSenhor, seja glória e majes­tade, domínio e poder, antes de todos os séculos,agora, e para todo o sempre. Amém" (Judas 24-25).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Adobe Garamond Pro', serif; font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-582986227788580415?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/582986227788580415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/02/olhando-as-ondas-do-mar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/582986227788580415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/582986227788580415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/02/olhando-as-ondas-do-mar.html' title='OLHANDO AS ONDAS DO MAR'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-aWMtxYjOlOU/TzuLtrwYaxI/AAAAAAAABM8/HzDxouu6VmQ/s72-c/martyn-lloyd-jonesa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-8670912253337289182</id><published>2012-02-09T19:09:00.002-02:00</published><updated>2012-02-09T19:09:26.610-02:00</updated><title type='text'>A TOCHA DA EVANGELIZAÇÃO LEVADA PELOS PURITANOS A mensagem da Evangelização Puritana</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-obyYj0VzYJw/TzQ1VZH1i5I/AAAAAAAABM0/Zep6R9JXVSM/s1600/Joel_Beeke.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-obyYj0VzYJw/TzQ1VZH1i5I/AAAAAAAABM0/Zep6R9JXVSM/s1600/Joel_Beeke.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: center; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr Joel R. Beeke&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: center; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Autor de Paixão pela Pureza, PES.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: center; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A preocupaçãoevangelística puritana&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quais os métodos que os puritanos usarampara comunicar a sua mensagem? Qual a disposição interior do evangelistapuritano?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao analisarmos a mensagem da evangelizaçãopuritana, procuraremos cobrir pelo menos quatro características e, assimfazendo, procuraremos contrastar a evangelização puritano com a evangelizaçãomoderna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Antes disso, quero, de forma sumária,definir o que entendo por puritano. Estou usando a palavra "puritano"no sentido geral da palavra, que inclui aqueles piedosos ministros e teólogosingleses do século XVI e XVII, que estavam preocupados com uma vida pura deacordo com as doutrinas da graça soberana de Deus. Eles estavam preocupados comas seguintes áreas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;1. Com a manutenção do ensino dasEscrituras e do pensamento reformado sadio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;2. Com a necessidade de desenvolver umpadrão pessoal de piedade, conforme as prescrições das Escrituras, que flui docorreto entendimento de doutrina, e que dá ênfase à conversão pessoal e semanifesta numa religião experimental resultante do poder transformador doEspírito Santo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;3.&amp;nbsp; Com a necessidade de uma vidaeclesiástica baseada nas Escrituras, onde o Deus triúno é adorado conforme asdeterminações de Sua Palavra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando me refiro à evangelização puritanaestou focalizando a proclamação que era efetivada pelos puritanos de todo oconselho de Deus como revelado em Sua Palavra. Percebe-se que a palavraEscritura está presente e inferida nos três itens. Por isso queremos considerarquatro características bem abrangentes da pregação puritana. Dentro de cadacaracterística veremos o contraste com a evangelização moderna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Característica da pregação puritana - contraste com aevangelização moderna&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em &lt;i&gt;primeiro lugar, &lt;/i&gt;os puritanos,por serem profundamente embasados nas Escrituras Sagradas, apresentavam &lt;b&gt;sermõesextensamente baseados nas Escrituras. &lt;/b&gt;Para o puritano, o sermão nuncaestava só ligado às Escrituras, mas ele saía e crescia de dentro da Palavra deDeus. Para o pregador puritano o texto não estava no sermão, mas o sermãoestava no texto. Por isso, um velho membro de uma igreja puritana poderiadizer: "Ouvir um sermão, para mim, é como estar dentro da Bíblia".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se você abrir um livro de sermõespuritanos, encontrará de dez a quinze versículos citados em cada página, alémde encontrar dez a doze referências textuais. Os pastores puritanos sabiam comousar suas Bíblias. Eles viviam e respiravam os textos da Palavra de Deus. Elestinham centenas e até milhares de textos das Escrituras memorizados e sabiamcomo citá-los para os problemas da alma ou para qualquer outro problemapessoal. Eles usavam as Escrituras de forma sábia, não passando por elas deforma superficial, porém trazendo o texto e fazendo-o permanecer de acordo coma doutrina que estava sendo enfocada. Os sermões evangelísticos de hoje muitasvezes são perturbadores, não porque não citem as Escrituras, mas porque o fazemde modo repetitivo, superficial. Quando alguém saía da igreja, após um sermão puritano,nunca esquecia o texto que fora usado, pois aquele texto lhe fora colocadointeiramente aberto, tendo sido levado até o seu coração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje, na evangelização moderna, temos todarazão para ficarmos perturbados quando testemunhamos que há uma seleção muitopequena dos textos bíblicos utilizados, além de textos que são tirados do seucontexto bíblico. Nós pregadores sabemos que podemos citar uma porção de textossem estarmos sendo bíblicos nestas citações. Uma seqüência de textosintercalados por anedotas não faz, de maneira alguma, com que um sermão sejabíblico em si.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os puritanos acreditavam fortemente em &lt;i&gt;SolaScriptura. &lt;/i&gt;Você pode procurar nos seus escritos e sermões, qualquerhistória ou referência pessoal e não as encontrará. Pelo fato de pensarem que opúlpito era um lugar de grande importância, este não podia ser degenerado comuma pregação egocêntrica. Eles sabiam que só uma coisa pode salvar pecadores: oEspírito Santo ligando-Se à semente incorruptível da Palavra de Deus. Por issoa tarefa deles era exatamente expor a Palavra de Deus incorruptível, orandopara que o Espírito a aplicasse aos corações dos ouvintes. Se estamosconvencidos de que conhecemos bem as nossas Bíblias e abrirmos um livropuritano, logo ficaremos muito humilhados. Eles foram gigantes espirituais nasEscrituras e nós somos anões, pigmeus perante eles. Por isso é muito importantelermos os puritanos. Eles são nossos mentores para nos ensinar como usar aBíblia de uma forma pastoral, evangelística e na nossa pregação. Você semdúvida seria um evangelista mais sábio e útil se buscasse mais as Escriturascomo faziam os puritanos. Ame a Palavra de Deus de maneira mais calorosa.Pesquise a Palavra de Deus em suas devoções pessoais. Busque a bênção de pensarbiblicamente, de falar biblicamente, viver biblicamente e perceberá que suapalavra contém uma autoridade divina. Você não precisará persuadir as pessoaspela sua personalidade ou por você mesmo, mas a Palavra de Deus é que vaipersuadi-las. A Palavra quando exposta, passo a passo, abre as Escriturasperante nós. Esse é o primeiro ponto da pregação puritana. Eram profundamentebíblicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em &lt;i&gt;segundo lugar, &lt;/i&gt;&lt;b&gt;o pregadorpuritano era doutrinador. &lt;/b&gt;A mensagem puritana não pedia desculpas porapresentar doutrina. O puritano não temia pregar todo o conselho de Deus para opovo. Os puritanos achavam que você não podia contar uma história qualquer, semque esta tivesse doutrina. Doutrina é simplesmente a apresentação das verdadesde Deus trazidas das Escrituras numa forma que pode ser entendida e que serelaciona com as nossas vidas. Não diluíam suas mensagens com anedotas, humor,histórias triviais e levianas durante a pregação. Eram profundamente sérios,verdadeiros e austeros no púlpito, pois sabiam que ao chegar ali estariamlidando com verdades eternas e almas eternas. Sentiam a realidade solene do seuchamado divino. Pregavam a verdade de Deus como um homem que está morrendo parahomens que estão morrendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vejamos alguns exemplos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;1. Quando pregavam a &lt;b&gt;doutrina do pecado&lt;/b&gt;tinham a coragem de chamar pecado de pecado mesmo. Eles pregavam o pecadocomo uma rebelião moral contra Deus, uma rebelião que traz um sentimento deculpa e, se não houver arrependimento e perdão, a conseqüência será acondenação eterna certamente. Pregavam a respeito de pecados específicos;pecados de omissão e pecados de comissão; pecados por palavras e ações; falavamdo quanto foi horroroso o nosso pecado original em Adão e Eva; falavam àcongregação que eles tinham um referencial muito ruim e um coração mal pornatureza; que o homem natural não pode amar a Deus sobre todas as coisas e aopróximo como a si mesmo; ensinavam de forma "aberta" que uma reforma,apenas externa na nossa vida, não é suficiente para salvação eterna; a reformainterna produzida pelo Espírito Santo é absolutamente necessária e por issopregavam como aquela regeneração podia ser experimentada e então vivida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;2. Outro exemplo se vê na sua pregação. &lt;b&gt;Pregavamde uma maneira muito forte a doutrina de Deus. &lt;/b&gt;A evangelização deles eraconstruída em cima de forte base teísta; pregavam Deus no Seu ser majestoso eem todos os Seus atributos gloriosos. Não só deixavam Deus ser Deus, masdeclaravam que Deus é Deus. Os puritanos colocavam Deus em uma posição bemelevada - como deve ser. Quando se aproximavam de Deus em oração não falavamcom Ele como quem fala com o vizinho pela janela, ou como um vizinho que podeajustar seus atributos de acordo com suas necessidades e desejos pessoais. Opuritano sempre exaltou a majestade de Deus e, quando se aproximava de Deus,você podia perceber aquele sentimento profundo de reverência. O Deus que opuritano pregava era o Deus da Bíblia. Talvez um dos versículos maisimportantes, na Bíblia, para um puritano, seria exatamente Gênesis 1:1 - &lt;i&gt;"Noprincípio, Deus". &lt;/i&gt;E de Deus que emanam e se desdobram todas as coisasneste mundo. Todas as coisas são preparadas, iniciadas,projetadas e feitas paraa glória de Deus!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;3. A evangelização puritano também &lt;b&gt;proclamavade forma completa e plena a doutrina de Jesus Cristo. &lt;/b&gt;Pregavam o Cristo integralpara o homem integral. Recusavam-se em separar os benefícios que advêm deCristo, da própria Pessoa de Cristo. Um dos grandes puritanos, Joseph Alleine,em seu clássico livro originalmente intitulado, &lt;i&gt;An Alarm to the Unconverted &lt;/i&gt;(Publicadono Brasil pela PES, como &lt;i&gt;Um Guia Seguro para o Céu), &lt;/i&gt;disse que o ser deCristo integral é aceito por aquele que é realmente convertido. Os verdadeirosconvertidos não aceitam apenas as recompensas de Cristo, mas a própria obra deCristo. Não amam apenas os benefícios de Cristo, e sim também o"fardo" de Cristo &lt;i&gt;("...tomai sobre vós o meu jugo..."). &lt;/i&gt;Amamnão só tomar os mandamentos, mas também, a cruz de Cristo. Por outro lado, ofalso convertido recebe Cristo pela "metade". Ele quer os privilégiosde Cristo, porém não quer se inclinar diante do senhorio de Cristo. Ele divideos ofícios de Cristo e os benefícios de Cristo. Esse é o problema dos"crentes" de hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Freqüentemente Jesus tem sido apresentadona evangelização de hoje como alguém que está aí para satisfazer todas asnecessidades e desejos dos homens. Na pregação de hoje, Jesus é apresentadocomo alguém que não exige que o homem ofereça o seu coração completo e a suavida completa. Quando os puritanos pregavam, instavam com os pecadores a sevoltarem para Jesus e avisavam que eles precisavam avaliar o preço de seguir aJesus, e o preço era perder a sua vida; morrer diariamente por amor a Cristo,negar-se a si mesmo, tomar a cruz e segui-lO. Os puritanos tinham horror àquiloque hoje é chamada "a &lt;i&gt;graça barata", &lt;/i&gt;porque, na verdade, essanão é uma graça verdadeira. Graça barata significa que eu aceito Jesus na minhaprópria força; Ele reforma um pouco a minha vida por fora, porém eu continuoagindo com os princípios egocêntricos no meu ser interior. A graça barata meleva a pensar que, por um lado, eu tenho a Jesus, que estou a caminho para océu, mas, por outro lado me permite continuar vivendo uma vida mundana. Naverdade, eu estou mesmo no meu caminho para o inferno. Os puritanosapresentavam Jesus como um Salvador completo para um pecador completo. Umpuritano disse: "O pregador que é o seu melhor amigo, é aquele que vaidizer mais verdades sobre você mesmo". Eles não estavam preocupados emcausar dano ao amor próprio dos ouvintes das suas congregações. Eles estavammais preocupados com Cristo do que com os ouvintes. Estavam preocupados com aTrindade. O cristão encontra o seu amor próprio a medida que ele ama ao Pai queo criou, ao Filho que o restaurou através da cruz, e no amor ao Espírito Santoque mora nele e que faz com que sua alma e seu corpo sejam templo do EspíritoSanto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;4. A doutrina puritana expandia e &lt;b&gt;explanavacom detalhes a doutrina da santificação. &lt;/b&gt;A vida inteira do crente era paraser colocada aos pés de Deus. Ele tinha que trilhar a vereda do Rei no caminhoda justiça. Ele precisava conhecer a vida de uma forma experimental. Precisavaconhecer essas "irmãs siamesas" que são, a vida e a experiência.Quando o ministro prega sobre santificação, você precisa saber o que está sendorequerido de sua parte. Você não pode entender estas coisas sem doutrina e issonos traz à terceira característica da pregação dos puritanos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em &lt;i&gt;terceiro lugar, &lt;/i&gt;destacamos que a&lt;b&gt;pregação puritana era experimentalmente prática. &lt;/b&gt;A ausência de umapregação experimental e prática é uma das grandes falhas no culto e naevangelização de hoje. O que significa uma pregação experimental? A palavra &lt;i&gt;experimental&lt;/i&gt;vem da palavra experiência. Em termos de cristianismo, a religiãoexperimental significa que a Palavra de Deus e suas doutrinas precisam serrecebidas não apenas na mente (os puritanos chamavam isso de conhecimento nacabeça, apenas), mas também precisam ser experimentadas e vividas no coração.Isso eles chamavam de "conhecimento do coração". Eles baseavam estetipo de ensinamento, por exemplo, em Provérbios 4:23: &lt;i&gt;"Sobre tudo o quese deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes davida".&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para os puritanos os pensamentos precisamfluir das Escrituras e as experiências do coração, fluem do ensino da doutrina edas Escrituras. Dessa forma, experiência não é alguma coisa mística, separadada Bíblia. Isso eles rejeitavam totalmente! Ao mesmo tempo, eles tambémrejeitavam completamente o tipo de religião que se satisfaz com o conhecimentoapenas na cabeça, que é só racional. Estas doutrinas sobre as quais falamosresumidamente, a doutrina de Deus, de Cristo e do pecado, para os puritanosdeviam ser tão reais quanto as cadeiras em que sentamos. Estas doutrinasprecisam ser transformadas numa realidade que queime dentro de minha alma. Elasprecisam influenciar toda a minha vida, todo o meu estilo de vida. Dessa forma,os puritanos acreditavam em viver, na prática, o que eles experimentavam.Sempre eles traziam suas experiências às Escrituras para terem a certeza de queestavam sendo totalmente bíblicos - até nas suas experiências. Para ospuritanos doutrina seria algo vazio se não fosse acompanhada pela experiência.Toda experiência verdadeira leva a uma experiência pessoal com Cristo. Por issoé necessária a pregação da Pessoa de Cristo e esta pregação será honrada peloEspírito Santo, porque Ele toma estas coisas e as aplica aos pecadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os puritanos, na sua pregação, incluíam oque chamavam de &lt;i&gt;"marcas de um auto exame". &lt;/i&gt;Estas marcas deexame eram os sinais que distinguiam a Igreja do mundo. Distinguiam osverdadeiros crentes daqueles que eram crentes nominais ou apenas porprofessarem a fé. Os puritanos faziam distinção entre fé salvadora e fétemporária. Muitos livros têm sido escritos a respeito deste assunto. O maisfamoso deles foi escrito por Jonathan Edwards: &lt;i&gt;Afeições Religiosas. &lt;/i&gt;Tambémo livro de João Bunyan, &lt;i&gt;O Peregrino, &lt;/i&gt;contém tais marcas. O que nós hoje,desesperadamente precisamos, é de uma volta a este estilo de evangelizaçãoreformado-puritano que sempre está pesquisando e sondando o coração. Ospuritanos nunca diziam de uma forma "leviana" que os pecados do povoestavam perdoados, mas pregavam de forma profunda o que realmente o pecado é ecomo ele tem afetado as pessoas. Eles procuravam tirar do pecador todo o seusentimento de justiça própria para, então, levá-lo ao Senhor Jesus Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Alguém disse que a religião da América,hoje, tem 2.000 km de comprimento por 3.500 Km de largura (essas são asdimensões do país), mas com uma profundidade de mais ou menos 12 centímetros,apenas! O problema, em todos os lugares no mundo, hoje, é que a evangelizaçãofreqüentemente começa num lugar errado. Poderíamos dizer muitas coisas sobre asdiferenças entre a evangelização moderna e a puritana, em relação à experiênciado povo de Deus. Pois bem, quero apenas destacar um ponto e este é a resposta auma pergunta: quando olhamos atrás para a história da Igreja, e também nahistória bíblica, observando as épocas de avivamento verdadeiro, não produzidopelo homem, qual era o elemento evidente naquela época que hoje está claramenteausente? Respondemos sem hesitação que é a ausência de profunda convicção depecado. Este é um grande problema nos nossos dias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Convicção de pecado&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje há muito pouca convicção de pecadoentre os não salvos. A maioria dos chamados "cristãos"contemporâneos, vive de maneira tão descuidada em sua vida, que é muito difícilalguém diferenciá -los de homens não convertidos. O problema é quefreqüentemente o pecado não é pregado como pecado para as pessoas; o horror dopecado não é enfatizado às pessoas. Isso nos leva a uma pergunta ainda maisprofunda: por que as épocas de avivamento realizado pelo Espírito Santo foramperíodos de profunda &lt;b&gt;convicção de &lt;/b&gt;pecado? A resposta é que o EspíritoSanto, como Jesus nos diz, vem para convencer do pecado, da justiça e do juízo.Assim, o convencimento do pecado é o caminho pelo qual Deus age para abrirespaço no coração do pecador. Quando o homem vê a realidade de Deus e arealidade do pecado contra Deus, ele se humilha até o pó. Só então, ele vaiapreciar o que aquele Deus-homem, Jesus Cristo, fez por nós pecadores. Foi oque aconteceu com Isaías quando ele chegou à presença de Deus: "Ai de mimporque sou um homem de lábios impuros..." O mesmo aconteceu com Jó ao chegarà presença de Deus. Por cerca de quarenta capítulos no livro de Jó ele estavamais ou menos se defendendo, estava lutando para entender o que Deus haviafeito com ele. Mas ao se sentir na presença de Deus, o Senhor Se tornou tãogrande e Jó tornou-se tão pequeno, que perdeu todas as suas defesas. Então Jófalou: &lt;i&gt;"Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.Por isso me abomino, e me arrependo no pó e na cinza" &lt;/i&gt;(Jó 42:5-6). Elejá havia ouvido falar de Deus antes, porém agora ele "viu a Deus",pela fé e perdeu tudo que estava do seu lado e se lançou como um pobre pecador,tão&amp;nbsp; somente na misericórdia de Deus. É isso que está faltando naevangelização moderna. Não se vêem pecadores chegando até a cruz e clamandocomo aquele publicano que disse em sua oração: &lt;i&gt;"Ó Deus, temmisericórdia de mim pecador".&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vocês vêem o que é realmente o pecado, equem é Deus? Se assim acontecer seremos levados à cruz e, quandoexperimentarmos pela fé a beleza e plenitude de Cristo na cruz, nãoprecisaremos de nenhuma explicação da parte de Deus por aquilo que Ele estáfazendo em nossa vida. Nós nos inclinamos diante dEle e dizemos que seja feitaa Sua vontade. Deus nunca explicou a Jó por que Ele fez tudo aquilo com suavida. Entretanto, veio de Deus o poder para que Jó fosse justo aos Seus olhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Avivamento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso nos leva a outra questão. Se a faltade convicção de pecado é um problema tão sério, como pode esse tipo deconvicção ser restaurado à Igreja hoje? Novamente aqui a história da Igreja nosdá uma resposta muito clara. O Espírito Santo encontra um homem caído,quebrantado; este homem chega diante da cruz e encontra a plenitude da salvaçãoem Cristo Jesus, e o Espírito envia esse tipo de homem para pregar o pecado e aconversão aos outros. Em outras palavras, Deus está levantando homens que sejamsantos, que sejam humildes, homens de oração para usá-los; homens que odeiam opecado e que amem a Deus; homens que estejam tremendamente convictos danecessidade da salvação de almas; homens que estejam orando sempre por umavivamento bíblico, um avivamento do Espírito Santo. Deus usa este tipo dehomem para trazer avivamento. Lembrem-se que o avivamento começa com umaconvicção experimental de pecado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Arre&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;pendimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso nos leva a outra questão. Quando DeusSe agrada em levantar esse tipo de homem, será que alguma coisa específica emsua pregação tem conexão com a convicção de pecado? Creio que a resposta é sim!É esse tipo de homem, que de forma incisiva, se dirige à convicção daconsciência, de uma forma bem aguçada. Eles mostram aos pecadores de formaclara a necessidade de arrependimento e o Espírito Santo Se agrada em honrar eabençoar a Sua Palavra quando este homem prega de forma convincente. O queaconteceu com João Batista quando ele começou a pregar com convicção? Os homenscomeçaram a fugir da ira vindoura. O que aconteceu quando Pedro pregou comprofunda convicção no dia de Pentecoste? O Espírito Santo desceu sobre os queouviam a sua palavra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Evangelização moderna&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por isso minha tese é: a evangelização modernaestá se levantando como um obstáculo frontal, com raras exceções, à verdadeiraconvicção de pecado, ao arrependimento e ao verdadeiro avivamento. Aevangelização moderna tem uma visão superficial de pecado; fala tão pouco de umassunto que a Bíblia tanto menciona. Por que a evangelização moderna fala tãopouco a respeito do pecado? A evangelização moderna tem medo de falar àspessoas as verdades a respeito delas mesmas; tem medo de perdê-las. Ensina quenós não devemos ofender as pessoas, e sim, sempre conquistá -las. A razãohumana diz que não vamos ganhar as pessoas se lhes falarmos do pecado. Aevangelização moderna não nega que o homem esteja morto nos seus delitos epecados; não nega que a Bíblia diz em Romanos 8:7, que a mente carnal está em inimizadecontra Deus; não nega que está escrito em 1 Coríntios, capítulo 2, que o homemnatural não aceita, não compreende as coisas de Deus, mas a evangelizaçãomoderna diz que textos assim são apenas afirmações doutrinárias. Diz que essestextos são relevantes para os crentes, todavia não seriam relevantes para osnão salvos. Dizem: &lt;i&gt;"Como podemos ganhar as pessoas se dissermos queelas não podem se salvar a si próprias?" &lt;/i&gt;Concluem, assim, que qualquerensino que retira da mente dos ouvintes a capacidade de responder imediatamenteao evangelho, na verdade é alguma coisa que impede a evangelização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dessa forma fazem do cristianismo algumacoisa bem simples e fácil. Dizem: &lt;i&gt;"aceite a Jesus hoje, é simples, nãoprecisa se preocupar com seus pecados, Ele já lhe perdoou. " &lt;/i&gt;Mas elesnão somam aí o que é que significa realmente ser perdoado e quais os frutos deuma vida verdadeiramente perdoada. Por isso, a evangelização moderna produzcristãos muito superficiais, com uma religiosidade de apenas "12centímetros" de profundidade. O pastor batista, Erroll Hulse, trabalhoucerta vez em uma cruzada evangelística de massa com o Dr. Billy Graham e logoapós, teve de escrever um livro intitulado, &lt;i&gt;O Dilema do Pastor, &lt;/i&gt;ondeesclarece que menos de cinco por cento dos que vinham à frente, no apelo,mostravam frutos subseqüentes em suas vidas. Se formos comparar por um momento,tudo isso, com o ministério do puritano Richard Baxter, que teve 600 pessoasconvertidas na pequenina cidade de Kidderminster onde foi pastor, fazendo-o dizerno fim de sua vida que ele não sabia de nenhum que tivesse caído ao longo docaminho, perceberemos que há uma grande diferença. Há uma diferença entre umapregação superficial a respeito de Jesus e que ignora o pecado, e uma pregaçãoque diz ao pecador que ele não vai saber valorizar a Jesus enquanto não souberclaramente o que é pecado. A evangelização moderna põe toda a pressão em cimada vontade do pecador e o pecador precisa tomar uma decisão imediata. Um ato dedecisão feito pelo homem usurpa o papel do Espírito Santo em salvar pecadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Evangelização puritana&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A evangelização puritana tem uma mensagembem mais ampla sobre o que é o evangelho. O dever da fé é enfatizado, masoutros deveres também são ressaltados. Os evangelistas puritanos vão dizer aosseus ouvintes, não salvos, que eles precisam se arrepender, precisam parar defazer o mal, precisam ser santos como Deus é santo, precisam amar a Deus detodo o coração e precisam entrar pela porta estreita. Tudo isso é enfatizado naevangelização puritana. Noutras palavras,a evangelização puritana apresenta aBíblia como um todo para confrontar o incrédulo. Contudo, sejamos cuidadososaqui. Eles não pregavam que o incrédulo tinha capacidade de fazer estas coisas,mas pregavam a seus ouvintes as exigências das Escrituras, sabendo que oEspírito Santo é quem faz tudo isso para mostrar aos pecadores que eles nãopodem cumpri-las por sua própria força.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O alvo do puritano era levar a alma nãosal va a uma encruzilhada, quando duas estradas se cruzam. Uma dessas estradaspoderia ser chamada a estrada da &lt;i&gt;necessidade &lt;/i&gt;e o pecador realmenteconvencido diria: &lt;i&gt;"Eu preciso ser salvo, salvação é minhanecessidade!" &lt;/i&gt;A outra estrada poderia ser chamada a estrada da &lt;b&gt;&lt;i&gt;impossibilidade.O &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;pecador diria: &lt;i&gt;"Eu não posso ser salvo; eu não consigo sersanto como Deus é santo; não posso ir a Jesus e me dobrar diante dEle por minhaprópria força". &lt;/i&gt;Qual era o alvo do puritano? Era o de levar o pecadora esta encruzilhada e ao chegar lá descobrir que precisa ser salvo mas nãopode. Dessa forma ele vai clamar ao Deus todo-poderoso: &lt;i&gt;"Faze por mim óSenhor, o que eu não posso fazer por mim mesmo!". &lt;/i&gt;É isso que Paulo faznos capítulos 1,2 e 3 de Romanos; o mesmo fez João Batista quando pregavaassim: &lt;i&gt;"Arrependei-vos porque o reino de Deus está próximo". &lt;/i&gt;JoãoBatista não começou dizendo: &lt;i&gt;"Eis o Cordeiro de Deus...", &lt;/i&gt;porémcomeçou dizendo &lt;i&gt;"arrependei-vos". &lt;/i&gt;Quando Jesus começou Seuministério pastoral, Ele não disse &lt;i&gt;"tome uma decisão por mim", &lt;/i&gt;mastambém começou dizendo &lt;i&gt;"arrependei-vos porque o reino de Deus échegado". &lt;/i&gt;Como foi que Jesus evangelizou Nicodemus?Ele disse: &lt;i&gt;"vocêprecisa nascer de novo". &lt;/i&gt;Como Jesus evangelizou o jovem rico? Eledisse: &lt;i&gt;"Guarde os mandamentos". &lt;/i&gt;Por que Jesus lhe disse isso?Ele sabia que o jovem não podia guardar todos os mandamentos no seu coração.Jesus estava colocando como alvo a convicção de pecado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os puritanos não faziam na suaevangelização nada que os apóstolos e o próprio Senhor Jesus não fizesse. Elespregavam a lei para que os pecadores se sentissem culpados perante Deus e aípregavam Cristo, não um Cristo de 12 centímetros de profundidade, e sim, Cristocompleto na Sua altitude, na Sua amplitude e na Sua profundidade. PregavamCristo destacando Seus ofícios, Seus nomes e Seus títulos. Pregavam Suanatureza e Sua Pessoa,pregavam-no plenamente. Isso nos leva a uma conclusão: oque nós estamos precisando desesperadamente é de uma evangelização centralizadaem Deus; uma evangelização centralizada na mensagem; centralizada na Bíblia;não uma evangelização feita pelo homem, mas uma evangelização onde o EspíritoSanto está agindo na Palavra e por meio dela. Para este fim você e eu, comoevangelistas, nós mesmos fomos restaurados para um relacionamento mais vital eíntimo com Deus por Jesus Cristo. O que nós precisamos desesperadamente é decarregadores da tocha, homens e mulheres que estejam em chamas por Deus. Não dehomens que estejam em fogo por ensinos não bíblicos, mas de homens inflamadospelo ensino da Palavra de Deus - sim, de homens cheios daquele temor filial aDeus. Você já percebeu que todas as vezes que Paulo fala a pastores epresbíteros para dar-lhes algum conselho ele sempre diz, "Tem cuidado deti mesmo e depois do rebanho"?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Conclusão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Querido irmão, se você não odiar o pecado,se você não amar a Deus, se não estiver cheio do poder de Cristo, não deveficar surpreso de seu ministério ser tão infrutífero. Se as pessoas perceberemque viver religiosamente não é viver a realidade da nossa vida, elas vão serlevadas a desobedecer as nossas mensagens. Um dos nossos grandes problemas hojeé que a nossa própria casa não está em ordem. Que Deus nos leve a conhecê-lo deuma forma íntima e pessoal, seguindo-0 de forma incondicional e pregando todo oconselho de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Queridos amigos, o tempo está curto, muitocedo vamos pregar nosso último sermão, fazer a nossa última oração, participarda nossa última conferência, e a única coisa que realmente vai contar é aseguinte: conhecemos realmente a Deus e a Jesus Cristo a quem Ele levou assuntoaos céus? Que Deus nos faça portadores da tocha da evangelização puritana emnossa geração.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-8670912253337289182?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/8670912253337289182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/02/tocha-da-evangelizacao-levada-pelos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/8670912253337289182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/8670912253337289182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/02/tocha-da-evangelizacao-levada-pelos.html' title='A TOCHA DA EVANGELIZAÇÃO LEVADA PELOS PURITANOS A mensagem da Evangelização Puritana'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-obyYj0VzYJw/TzQ1VZH1i5I/AAAAAAAABM0/Zep6R9JXVSM/s72-c/Joel_Beeke.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-5762418157671630555</id><published>2012-02-07T09:11:00.000-02:00</published><updated>2012-02-07T09:11:06.321-02:00</updated><title type='text'>PERVERSÃO MORAL</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-a3ic2HIRLbE/TzEGr_X3tKI/AAAAAAAABLw/hKM8DP097tU/s1600/lloyd+jones+preaching.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-a3ic2HIRLbE/TzEGr_X3tKI/AAAAAAAABLw/hKM8DP097tU/s320/lloyd+jones+preaching.jpg" width="267" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Ttulo-A" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;Ai daqueles &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; ao &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mal&lt;/st1:verbetes&gt;chamam &lt;st2:dm w:st="on"&gt;bem&lt;/st2:dm&gt; e ao &lt;st2:dm w:st="on"&gt;bem&lt;/st2:dm&gt;, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mal&lt;/st1:verbetes&gt;, dos &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;transformam as &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;trevas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;luz&lt;/st1:verbetes&gt; e a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;luz&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;trevas&lt;/st1:verbetes&gt;; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;mudam o &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;amargo&lt;/st1:verbetes&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;doce&lt;/st1:verbetes&gt; e o &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;doce&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;amargo&lt;/st1:verbetes&gt;!&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;(Isaías 5:20)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;É da &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;essência&lt;/st1:verbetes&gt;do &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;entendimento&lt;/st1:verbetes&gt; desta &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mensagem&lt;/st1:verbetes&gt; – &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;tanto&lt;/st1:verbetes&gt;do &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;capítulo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;todo&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;quanto&lt;/st1:verbetes&gt; do v. 20 &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;particular&lt;/st1:verbetes&gt; – &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;nós&lt;/st1:verbetes&gt; entendemos &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;era&lt;/st1:verbetes&gt; uma &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mensagem&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st2:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; o &lt;st2:dm w:st="on"&gt;período&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; foi &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;dada&lt;/st1:verbetes&gt;. O &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;profeta&lt;/st1:verbetes&gt;,deixe-me lembrar-lhe, foi levantado &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;por&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Deus&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; dirigir-se aos &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;seus&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;contemporâneos&lt;/st1:verbetes&gt;,à &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;nação&lt;/st1:verbetes&gt; de Judá, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;tempos&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;particularmente&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;sérios&lt;/st1:verbetes&gt;. Esta &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;nação&lt;/st1:verbetes&gt;existira &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;por&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;muitos&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;anos&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Criada&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;por&lt;/st1:verbetes&gt; Abraão, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;agora&lt;/st1:verbetes&gt;,no &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;século&lt;/st1:verbetes&gt; VIII &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;antes&lt;/st1:verbetes&gt;de &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Cristo&lt;/st1:verbetes&gt;, as &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;coisas&lt;/st1:verbetes&gt;estavam começando a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;ir&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mal&lt;/st1:verbetes&gt;, perigosamente erradas. A &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;nação&lt;/st1:verbetes&gt;estava &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;face&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;face&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;calamidade&lt;/st1:verbetes&gt;,e &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Deus&lt;/st1:verbetes&gt; levantara &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;profeta&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:hm w:st="on"&gt;avisar&lt;/st2:hm&gt; ao &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;povo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;, se &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; searrependessem, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; se voltassem &lt;st2:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Deus&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; teriam &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;nada&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;além&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;ruína&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas&lt;/span&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;já&lt;/st1:verbetes&gt; vimos, estamos vivendo &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; uma &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;era&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; uma &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;geração&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; corresponde &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;muito&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;exatamente&lt;/st1:verbetes&gt; à &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;está descrita &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;aqui&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Além&lt;/st1:verbetes&gt;disto, de &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;acordo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt;o &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;ensino&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Bíblia&lt;/st1:verbetes&gt;,&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;homens&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mulheres&lt;/st1:verbetes&gt;,&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;desde&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;caíram e desobedeceram a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Deus&lt;/st1:verbetes&gt;, têm &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;sempre&lt;/st1:verbetes&gt; sido &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;pecadores&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; todas as &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;eras&lt;/st1:verbetes&gt;e &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; todas as &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;gerações&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Mas&lt;/st1:verbetes&gt; – &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;este&lt;/st1:verbetes&gt;é o &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;princípio&lt;/st1:verbetes&gt; – existem &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;épocas&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;tempos&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;quando&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;eles&lt;/st1:verbetes&gt;se tornam &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;excepcionalmente&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;pecadores&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;ou&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;quando&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;seu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;pecado&lt;/st1:verbetes&gt; fica &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;particularmente&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;evidente&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Não&lt;/span&gt;&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; se pode &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;ler&lt;/st1:verbetes&gt;a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Bíblia&lt;/st1:verbetes&gt; – &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;livro&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;história&lt;/st1:verbetes&gt;e ao &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mesmo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;tempo&lt;/st1:verbetes&gt;de &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;grandes&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;ensinamentos&lt;/st1:verbetes&gt;– &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;sem&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hm w:st="on"&gt;notar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; existe &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;extraordinário&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;tipo&lt;/st1:verbetes&gt;de periodicidade a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;esse&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;respeito&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st2:dm w:st="on"&gt;Você&lt;/st2:dm&gt; encontrará &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;eras&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; os &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;israelitas&lt;/st1:verbetes&gt;estavam &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;certamente&lt;/st1:verbetes&gt; vivendo uma &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;vida&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;perfeita&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mas&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;ainda&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;assim&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;comparativamente&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm w:st="on"&gt;bem&lt;/st2:dm&gt;.Existem, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;porém&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;outros&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;pecados&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;relevantes&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;quando&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;como&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;já&lt;/st1:verbetes&gt; vimos, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;eles&lt;/st1:verbetes&gt;pecaram &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;violentamente&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;tirantes&lt;/st1:verbetes&gt; de&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;carroças&lt;/st1:verbetes&gt;, e a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;situação&lt;/st1:verbetes&gt;se tornou desesperadora. &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Em&lt;/st1:verbetes&gt; outras &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;palavras&lt;/st1:verbetes&gt;: às &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;vezes&lt;/st1:verbetes&gt;o &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;pecado&lt;/st1:verbetes&gt; parecia &lt;st2:hm w:st="on"&gt;levar&lt;/st2:hm&gt;a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;terrível&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st2:dm w:st="on"&gt;clímax&lt;/st2:dm&gt;; e àquele &lt;st2:dm w:st="on"&gt;clímax&lt;/st2:dm&gt;,invariavelmente, seguia-se a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;calamidade&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ao &lt;st2:hm w:st="on"&gt;dizer&lt;/st2:hm&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;isto&lt;/st1:verbetes&gt; estou fazendo uma &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;simples&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;observação&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;histórica&lt;/st1:verbetes&gt;. Nota-se &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;esse&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;tipo&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;curva&lt;/st1:verbetes&gt;no &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;gráfico&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;história&lt;/st1:verbetes&gt;da &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;humanidade&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;quando&lt;/st1:verbetes&gt;se lêem o &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Velho&lt;/st1:verbetes&gt; e o &lt;st2:dm w:st="on"&gt;Novo&lt;/st2:dm&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Testamentos&lt;/st1:verbetes&gt;, e &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;exatamente&lt;/st1:verbetes&gt;o &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mesmo&lt;/st1:verbetes&gt; é encontrado &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;quando&lt;/st1:verbetes&gt; se segue a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;subseqüente&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;história&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;humanidade&lt;/st1:verbetes&gt;.Tome, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;por&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;exemplo&lt;/st1:verbetes&gt;,o relato &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Bíblia&lt;/st1:verbetes&gt;faz da &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;destruição&lt;/st1:verbetes&gt; do &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mundo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm w:st="on"&gt;pelo&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Dilúvio&lt;/st1:verbetes&gt;. &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Isto&lt;/st1:verbetes&gt; éo &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;ela&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;nos&lt;/st1:verbetes&gt; diz. O &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;filho&lt;/st1:verbetes&gt;de Adão e Eva, Caim, começou a &lt;st2:hm w:st="on"&gt;pecar&lt;/st2:hm&gt;; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;sua&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;descendência&lt;/st1:verbetes&gt;continuou do &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mesmo&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;modo&lt;/st1:verbetes&gt;,e, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;assim&lt;/st1:verbetes&gt;, o &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;pecado&lt;/st1:verbetes&gt;foi aumentando. &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Ele&lt;/st1:verbetes&gt; alcançou &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:dm w:st="on"&gt;ponto&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;tal&lt;/st1:verbetes&gt;, tornando-se &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;tão&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;feio&lt;/st1:verbetes&gt; e repulsivo &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Deus&lt;/st1:verbetes&gt; falou à &lt;st2:dm w:st="on"&gt;raça&lt;/st2:dm&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;humana&lt;/st1:verbetes&gt;: "&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Meu&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Espírito&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt;contenderá &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; o &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;homem&lt;/st1:verbetes&gt;"(Gênesis 6:3). &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Então&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;ele&lt;/st1:verbetes&gt; levantou &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;um&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;homem&lt;/st1:verbetes&gt;, Noé, &lt;st2:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st2:dm&gt;&lt;st2:hm w:st="on"&gt;avisar&lt;/st2:hm&gt; à &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;humanidade&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt;, se &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;eles&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;não&lt;/st1:verbetes&gt; se arrependessem, &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;seu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;mundo&lt;/st1:verbetes&gt; seriadestruído. Aquela &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;geração&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;era&lt;/st1:verbetes&gt; formada &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;pelos&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; pecavam &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt;&lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;toda&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;vontade&lt;/st1:verbetes&gt;,desafiando &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Deus&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt;uma &lt;st2:dm w:st="on"&gt;arrogância&lt;/st2:dm&gt; &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;incomparável&lt;/st1:verbetes&gt;.A &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;isto&lt;/st1:verbetes&gt; se seguiu a &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;calamidade&lt;/st1:verbetes&gt;do &lt;st1:verbetes w:st="on"&gt;Dilúvio&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Outro exemplo tem relação com aTorre de Babel. Ali, outra vez o pecado da humanidade alcançou tais proporçõesque Deus desceu e confundiu suas línguas, destruindo a Torre que eles estavamtentando erigir. Novamente, isto levou a uma situação desastrosa. E aqui, nestaparte do livro de Isaías que estamos considerando, temos outro exemplo notávelda mesma coisa. Aqui, estava Judá pecando do modo que Isaías descreve, levandoa uma orgia final, e, novamente, seguido de calamidade. Os caldeus e osbabilônios se levantaram, reuniram seus exércitos, vieram e saquearam a cidadede Jerusalém, levando a maioria dos judeus como escravos para a Babilônia. Esseterrível período de pecado, mais uma vez, levou a uma tremenda calamidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Vê-se exatamente a mesma coisa notempo de Jesus Cristo. Os judeus novamente começaram a pecar de um modoexcepcional. Apesar dos avisos de João Batista, e dos avisos do próprio Filhode Deus, eles não deram ouvidos. Não obstante a subseqüente pregação dosapóstolos, continuaram, desesperadamente, em pecado, e, mais uma vez, issolevou exatamente ao mesmo resultado. No ano 70 A.D. o exército romano cercou acidade de Jerusalém, conquistou-a e saqueou-a, arrasando-a até os alicerces, eos judeus, como nação, foram espalhados entre as outras nações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Essas são ilustrações deste princípioclaramente ensinado na Bíblia, de que, embora homens e mulheres sejam semprepecadores, existem tempos em que o pecado excede a si próprio. A situaçãoenlouquece, e as pessoas pecam de uma forma tão desesperada, desafiando Deus emuma arrogância tão blasfema, que isto as leva a um período que chega a serindescritível em seu horror. A Bíblia nos ensina que, nesses tempos, Deusretira seu poder, permitindo que os seres humanos se afundem em sua iniqüidade,e então os visita com punição na forma de um terrível desastre. Ele, porém,nunca faz isto sem, antes, avisar. Ele sempre envia seus profetas, seusmensageiros para falarem ao povo individual e coletivamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Nesses tempos, nada é maisproeminente no comportamento da raça humana do que o elemento revelado nesteversículo que estamos examinando: o elemento da perversão moral: "Ai dosque ao mal chamam bem, e ao bem, mal; dos que transformam as trevas em luz e aluz em trevas; dos que mudam o amargo em doce e o doce em amargo!" Emtodos esses períodos na história da humanidade, quando o pecado toma conta,esta é, invariavelmente, a característica mais pronunciada. E ela se apresentadiante de nós forçosamente aqui, neste versículo. E é assim, infelizmente,porque este é o elemento mais proeminente na vida do mundo moderno para o qualestou chamando a sua atenção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;À luz do que é demonstrado tãoclaramente pela história, existe alguma coisa que requeira nossa consideraçãotão urgente? Alguma coisa mais imporia diante disto? Ao lado disto, quesignificado tem a maior conferência entre homens de Estado? Se isso éverdadeiro, então estamos numa posição desesperada. Se a lei da história éverdadeira, a menos que nos arrependamos e nos voltemos para Deus, só há umfinal: calamidade. Então, vamos examinar o ensino das Escrituras com relação aeste assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Em primeiro lugar, devemosconsiderar as características desta situação. O princípio é sempre o mesmo, masquero colocá-lo particularmente na sua expressão moderna. Pecado é semprepecado, mas existem graus de pecado. Ele pode aparecer em diferentes formas eaparências. Algumas vezes, homens e mulheres pecam e ficam envergonhados. Estaé uma situação de pecado. Mas existem outras ocasiões, como já vimos no nossoestudo prévio, quando as pessoas não mais sentem vergonha; elas pecamabertamente; elas orgulham-se do pecado e, até mesmo, gabam-se dele. Esta é umacondição diferente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Existe, porém, algo além disto.Épocas há, nas quais as pessoas não parecem ter absolutamente nenhum senso demoral. Isto é válido não apenas de uma forma geral mas, também, individual.Todos conhecemos indivíduos que pecaram e estão envergonhados. Espero que todosexperimentemos essa vergonha. Também conhecemos aqueles que pecaram e não estãoenvergonhados. E podemos, até, conhecer indivíduos que perderam por completoseu senso de moral, que não parecem saber a diferença entre o certo e o errado.Eles são amorais, imorais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas existe algo ainda pior queisso – e é o que está descrito neste versículo –,&amp;nbsp; a saber: a condição de perversão. Porque serpervertido é pior que ser imoral. Ser imoral é, de alguma forma, ser negativo,mas os pervertidos foram além da imoralidade e estão em uma posição na qualrevertem moralidade e colocam mal por bem, e bem por mal; trevas por luz e luzpor trevas; amargo por doce e doce por amargo. Esta é uma posição na qual elesderrubaram todos os padrões. É uma reversão positiva, deliberada, do que antesera mais ou menos universalmente aceito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Isto é algo que pode ser visto emindivíduos, em nações, em grupos de pessoas e às vezes na vida de toda acomunidade mundial, como tenho demonstrado pelas Escrituras. Neste estado,homens e mulheres viram tudo de pernas para o ar, andam de cabeça para baixo ese gloriam no fato de que estão agindo desta maneira. Aquela era a situação dopovo vivendo em Jerusalém quando Isaías se dirigiu a eles nesta profecia e lhesavisou que, a menos que se arrependessem, não poderiam esperar nada além de umdesastre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Isto não é igualmente válido parahoje? Esta não é uma das mais óbvias características destes anos nos quaisestamos vivendo? Não é este elemento de perversão a maior e mais relevantecaracterística do nosso tempo, este virar de cabeça para baixo, a inversão detudo que era comumente aceito e reconhecido? Isto pode ser ilustrado em quasetodos os campos; é uma situação muito persuasiva. Você a encontra em todas asartes onde o belo é freqüentemente desprezado, forma e linha não sãoreconhecidos e o feio é entronizado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas esta perversão de padrões émuito mais séria, claro, quando se chega ao campo moral. Hoje, a grande palavrasobre a qual as pessoas se gabam é "a nova moralidade". Esta estásendo ensinada abertamente. Em dezembro de 1962, o professor Carstairsapresentou suas famosas palestras: a série Reith, na qual atacou diretamente amoral tradicional e pronunciou o que foi, então, chamado de "a novamoralidade", advogando experiências sexuais antes do casamento e tambémexperiências extramaritais. E essa liberdade-libertinagem não se limita aoprofessor Carstairs. Existem, também, outros que não hesitam em escrever livrose artigos e aparecer nos programas de televisão, introduzindo esta novamoralidade que nos diz que o que até aqui foi visto como pecado não é pecado.Na verdade, eles concordam em que é errado condenar essas coisas, por serem umaforma de auto-expressão...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Somos, assim, confrontados nãoapenas por um ataque à religião mas, também, à moralidade num todo. E o ataqueé direto e diário! Na verdade, vai além disto. Existem aqueles que ainda atacama mente do homem. Esta é a essência da posição de D. H. Laurence. Ele disse quetodo o problema com a raça humana é que ela pensa muito e o cérebro sedesenvolveu demais. Assim, o segredo do sucesso e da felicidade na vida édeixar que a parte inferior governe e tome o controle; é o "de volta ànatureza". É um ataque à mente e a tudo por cujo meio exercemosdiscriminação e controle. Na verdade, para resumir, é em, última análise, aridicularização do controle, da disciplina e da decência. É um apelo para que façamostudo o que quisermos fazer, e dispensemos qualquer idéia de decência, ordem erespeito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Deixe-me dar um exemplo.Aconteceu de eu ler a manchete de um jornal que me levou a ler a crítica de umapeça que estreara em Londres. Isto é o que um crítico muito conhecido disse:"Há uma década, este tipo de choramingo de espuma de sabão deve haverparecido na televisão bravo e realista. Suas homilías sobre a infidelidade e asantidade da família têm tons de moralidade de classe média, e parecem, aomesmo tempo, antiquadas e puritanas." Veja onde chegamos! Aparentemente,esta era uma peça que há dez anos teria sido considerada corajosa e chocante.Hoje, porém, qualquer tentativa, mesmo singela, de defender a moralidade oufazer referência aos equívocos da infidelidade, e à santidade da família, comouma unidade da sociedade, é algo rejeitado com grande desprezo, como"moralidade de classe média, que parece, ao mesmo tempo antiquada epuritana".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Em um certo sentido, é uma perdade tempo ler essas críticas; em outro sentido, não é. Eu leio a crítica defilmes e dramas e é isso o que observo. Se houver qualquer elemento de decênciaem um filme ou em uma peça, ele é dispensado e ridicularizado. A única coisalouvada é o pervertido, o que apresenta o anormal e feio, ou que contenha algomais ou menos repulsivo. Este parece ser o padrão universal, e, se houver algumelemento de romance ou de beleza, é para ser ridicularizado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Esta é a situação que nos estáconfrontando, e você deve haver notado algo mais. Você já notou a tendência atualde ser mais simpático em relação ao criminoso do que à pessoa que sofre em suasmãos? As pessoas fazem abaixo-assinados a seu favor, dizendo que precisamreceber uma segunda oportunidade, e que não deve ser tratado tão duramente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O mesmo se aplica aospervertidos. Nós quase chegamos ao estágio em que não ser pervertido é anormal.O pervertido é glorificado. Não há nada tão maravilhoso como o amor dospervertidos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tudo pode ser resumido em umafrase que tem sido o slogan desta geração: &lt;i&gt;Mal, seja o meu bem&lt;/i&gt;. "Aidos que ao mal chamam bem e ao bem, mal..." Isto é precisamente o que estáacontecendo em tantos países, em círculos culturais e educativos, entreintelectuais e aqueles que se proclamam líderes da sociedade. Não é umarepetição exata dos dias de Isaías? Ou, quem sabe? até muito pior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Qual é o argumento que os devotosdessa perversão apresentam para defendê-la? Eu, obviamente, não posso lidar comisto adequadamente. Estou tentando dar uma olhadela na situação. Uma dasgrandes correntes de justificativa para tudo isto diz que de qualquer formaisto não é hipocrisia. Hipocrisia é vista como a pior coisa concebível; e estaé a resposta a ela: perversão!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ninguém, claramente, querdefender a hipocrisia. Não há nada que possa ser dito, enfim, em sua defesa;mas o derradeiro provedor de máximas, o francês Conde de &lt;/span&gt;&lt;span lang="FR" style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: FR;"&gt;laRochefoucauld&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;, disseuma verdade sobre ela: "A hipocrisia é a homenagem paga pelo vício àvirtude", e esta é uma afirmativa muito profunda. Em outras palavras: umhipócrita é alguém que sabe que está errado e tenta esconder seu erro, fingindoque não o praticou. Ele reconhece a moralidade e ele mesmo, de alguma forma,paga tributo a ela. Ele não é um pervertido. Isto é o que se pode dizer dahipocrisia. Desta forma, existe sempre esperança para o hipócrita; ele é umapessoa que distorce as coisas, mas, pelo menos, sabe que está errado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O segundo elemento najustificativa da nova moralidade, ou a argumentação apresentada paradefendê-la, é que é certo questionar a existência de qualquer padrão moralexterno, objetivo, universal. Até agora a humanidade em geral tem crido queexista tal padrão. Às vezes, eles o chamam de "lei natural", e elatem sido mais ou menos reconhecida em todas as sociedades, cristãs ou não.Vivemos, porém, numa era em que isto está sendo seriamente questionado. Ouvimosde alguns filósofos do momento que não existe essa coisa como um padrão demoral externo: cada homem tem o seu. O que eu acho certo é moral para mim, e,se faço algo que você julgue errado, isto não imporia: devo agir de acordo commeu próprio padrão e interior. E assim é. Cada homem se torna lei para sipróprio e faz o que bem entende e o que cisma que vai fazer, e o que acreditaser certo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Um outro ponto muito grave é queessas pessoas estão questionando toda a categoria do natural, ou do normal. ABíblia faz uma grande questão deste ponto. Por exemplo: lê-se em II Timóteo3:3: "sem afeição natural". Do mesmo modo, tem-se esta afirmativacrucial no capítulo 1 de Romanos, onde Paulo, em seu grande indiciamento da eraem que viveu, e de outras eras, usa este tipo de linguagem: "De igualmodo, também os homens, deixando a relação natural com a mulher, arderam em seudesejo uns pelos outros, praticando torpezas, homens com homens, e recebendo emsi mesmos a paga da sua aberração" (v. 27), e assim por diante. O mesmo,diz ele, acontece com as mulheres. Mas o termo que ele usa é"natural".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Hoje, isto está sendo posto emdúvida. Dizem-nos que não devemos usar este termo. Eles nos perguntam:"Que você quer dizer com 'natural', e 'normal'?" E acrescentam:"Que para você significa 'natural'?" Mas se outro homem é diferente,então é natural para ele. Em última análise: não há diferença entre os sexos enão existe essa coisa como "natural". E, assim, este comportamento éjustificado mediante o questionamento das diferenças naturais entre homem emulher, e o desejo natural da mulher pelo homem e do homem pela mulher. Naverdade, tudo está sendo negado, e o que se diz é que pode ser "naturalpara um homem desejar outro homem, e uma mulher desejar outra mulher".Todos os padrões se foram porque a categoria do &lt;i&gt;natural&lt;/i&gt; não é maisreconhecida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;E, é claro, acima de tudo aspessoas dizem que não existe essa coisa como pecado, e isto porque não existeDeus. Se não existe nenhum cânon moral universal, então não há pecado. Naverdade, não existe crime. Nas cortes, cresce o número de pleitos por"responsabilidade reduzida" ou "responsabilidadediminuída". Que isso significa? Um médico aparece na corte e diz:"Este homem fez isto – já admitiu –, mas eu estou aqui para declarar queele não podia deixar de havê-lo feito porque ele é do jeito que é; éconstituído de uma forma tal – física e biologicamente – que não pôdeevitá-lo." Assim, não há pecado nem crime; tudo passa a ser uma questão detratamento médico. Todos os padrões se foram para sempre. Eu entendo, óbvio,que existem casos registrados nos quais o pleito de "responsabilidadediminuída" seja válido, mas eu estou protestando contra a tendência deuniversalizar o excepcional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Então, positivamente, ajustificação do malfeitor toma a forma de culto de auto-expressão. Dizem-nos oseguinte: "Você tem esses poderes dentro de você, então certamente vocêdeve usá-los. Eles não devem ser reprimidos e restringidos. Por que você achaque os recebeu? Por que eles se encontram em você? Libere-se!Expresse-se!" &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Então, vem o argumento do amorcontra a castidade. O problema no passado, dizem, é que a castidade é vistacomo uma coisa maior que o amor. Mas o amor é o que realmente importa; acastidade vem em segundo lugar. Se houver amor, não faz diferença se um homemama um homem ou uma mulher sexualmente. Não temos que nos preocupar commoralidade e castidade. A única coisa que interessa é o amor. Desta maneira,tem-se toda a confusão, toda a promiscuidade e as perversões de hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Meu problema é mostrar o equívocode tudo isto de uma forma breve. O Senhor coloca a questão da seguinte forma:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Amarás oSenhor teu Deus de todo o teu coração e com toda a tua alma, de todo o teuentendimento, e com toda a tua força: este é o primeiro mandamento. E o segundoé este: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Marcos, 12:30,31).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;Se você olha por este lado, não vai quererjustificar tudo que faz dizendo: "Ah, eu amo''. Você reconhecerá que podehaver cobiça, e que você não deve magoar a outra pessoa. Você reconhecerá que aoutra pessoa é alguém aos olhos de Deus, que Deus está acima de ambos e quevocês não são animais mas seres responsáveis diante do Deus Todo-Poderoso, queespera que vocês vivam uma vida mais elevada e nobre. Você entenderá que sendoassim deve disciplinar-se e controlar-se, e que você expressa seu amor aoconsiderar seu vizinho como você próprio, levando-o em consideração, e nemsempre colocando seu desejo de autogratificação em primeiro lugar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Consideramos até aqui osargumentos que se apresentam em favor da nova moralidade, e vimos que são todosfalsos. Desta forma, eles não fornecem a explicação para a conduta moderna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Não, a resposta é muito simplespara aqueles que conhecem sua Bíblia. A primeira coisa que a Bíblia tem a dizeré que não há nada novo sobre a "nova moralidade". Ela é tão velhaquanto o período antes do Dilúvio. Tão velha quanto Sodoma e Gomorra – daíalguns termos usados hoje. Ainda assim o homem do século XX se gaba de seusavanços. Uma nova moralidade? Ela é tão velha quanto o pecado! A Bíblia conhecetudo sobre ela, e pode ensinar-lhe mais sobre ela do que a maioria dos livrosmodernos. Tudo está definido e analisado ali. Não só isso – e para mim isso é omais impressionante –, mas a Bíblia na verdade profetiza que este tipo de coisavai acontecer, que ocorrerá de tempos em tempos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Outra vez, para aqueles queconhecem sua Bíblia não há nada extraordinário sobre a situação presente. Eunão estou nem um pouco surpreso com o fato de os homens e mulheres do séculoXX, com toda a sua sofisticação, estarem-se comportando do jeito que estão. ABíblia afirma que isto aconteceria. Você já leu, em Lucas 17, a profecia deJesus Cristo sobre os últimos dias? "Como foi nos dias de Noé, assim tambémserá (...) Como foi nos dias de Ló (...) assim também será (...)" (Lucas17:26-30). Tudo está predito. Seja lá o que você fizer, se você for um seguidorda assim chamada nova moralidade, você não estará fazendo nada novo; suamoralidade é muito velha. Na verdade, como alguém já disse: "A novamoralidade não é nada além da velha moralidade tentando se aperfeiçoar emtermos filosóficos".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas a Bíblia pode dizer-lhe porque ela ressurge e por que as pessoas se comportam deste modo. E isso é que éimportante. Por que estamos sendo afligidos por tudo isso em nossos dias? Porque nos defrontamos dia a dia com este horror? Aqui estão as respostasbíblicas. A principal explicação é que o pecado não pode nunca satisfazer,nunca. Ele finge, apenas. Ele diz: "Só uma vez..." Mas você nuncapára em uma vez. O pecado nunca satisfaz, e as pessoas ficam assim cansadas deseus pecados em particular, e querem mais. Quando se cansam do espectrocompleto dos pecados conhecidos, inventam outros diferentes, e torcem e pervertem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A perversão é sempre uma prova dafalha do pecado em se satisfazer. É um tipo de exaustão. Conheci um caso muitotrágico de um médico que se tornou viciado em drogas. Eu me lembro de haverperguntado ao coitado, que foi meu colega de classe: "Como você entrounessa?" E ele me disse que seu problema sempre fora o fato de ser um altoconsumidor de álcool, mas chegara a um ponto tal que a bebida não mais faziaefeito. Contudo ele necessitava experimentar sempre aquela sensação. Então, coma falha da bebida começou com as drogas. É por essa razão que existem milharesde miseráveis e infelizes viciados neste país. O pecado sempre pressiona paraalgo além, e quando os caminhos normais do pecado não mais satisfazem aspessoas se voltam para o anormal. É apenas a manifestação da falha do pecado emsatisfazer verdadeiramente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas existe uma segunda razão.Você já notou o aspecto contraditório e pouco inteligente dessas perversões?Aqui temos homens e mulheres, por um lado se gabando de seus grandes avanços,de seu conhecimento, desprezando seus ancestrais de 100 ou 200 anos passados, eainda mais os de mil ou 2 mil anos antes. Aqui está a moderna sociedade do altode seu conhecimento, sofisticação e desenvolvimento – quão maravilhosamentedeixou todas as prévias gerações para trás! Dizem que as pessoas sãointeligentes demais para serem cristãs!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas agora olhe para eles por umoutro lado, onde D.H. Lawrence denuncia o super desenvolvimento de uma parte docérebro, e diz que eles pensam demais e que o caminho para ser feliz nestemundo é parar de pensar e ir em frente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Não apenas isso, mas apesar detodo o orgulho quanto ao seu grande desenvolvimento, para onde vai a sociedadeem termos de música e artes? Está voltando à selva, retornando aos desenhos nasparedes das cavernas. Isso são fatos. As duas coisas, porém, não podem serverdadeiras ao mesmo tempo. Se a melhor música é a música do analfabeto e semeducação, onde está a sofisticação? Ser sofisticado hoje é voltar ao primitivo,às origens, ao elementar. E o mesmo é óbvio em todos os outros aspectos. Isto ésurpreendente, posto que não é inteligente. Este é o elemento contraditório queé sempre encontrado no pecado: ao mesmo tempo em que as pessoas estão-segloriando de estar à frente de todos os outros, na realidade, estão de volta aocomeço. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas há algo ainda mais profundosobre tudo isso. Olhando do ponto de vista psicológico, creio que tudo isto éresultado de uma consciência sem paz. É o fato de as pessoas estarem tentandosufocar a consciência, fazer frente a ela. É medo e infelicidade; é não-paz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Um outro fator, e para mim o maisimportante de todos, é que tudo o que estamos testemunhando é, em últimaanálise, decorrência de uma falha em entender a verdadeira natureza do homem eda mulher, a natureza e o sentido da vida, seu fim e propósito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Não estou dizendo tudo isto pormera crítica. Sou um pregador do Evangelho, e estou interessado nisso porquedesejo que as pessoas sejam salvas e livres de tudo que é mau, e recebam averdadeira felicidade em Cristo. Estou apresentando estes argumentos com afinalidade de ajudar. Creio que a principal causa da tremenda perversão modernaé a frustração e o vazio. Em um certo sentido, não condeno as pessoas. Vivemosneste século assustador, depois de havermos passado por duas guerras mundiais,e as nações ainda estão empilhando armamentos. Então, os jovens são tentados aperguntar: "Que é a vida? Que é viver? Quem sou eu? Sou eu apenas bucha decanhão? Estou aqui apenas para ser explodido por uma bomba? Eu quero experimentar;quero descobrir. Talvez eu não esteja aqui por muito tempo. Por isto queroaproveitar o máximo da vida enquanto estou aqui..." &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Os homens e as mulheres modernosestão perdidos; não se conhecem; não sabem que são seres feitos à imagem deDeus; não sabem como usar a mente e o cérebro; não percebem que são diferentesdos animais. Ignoram que não foram feitos para serem criaturas cobiçosas, e,sim, para refletir algo do próprio Deus eterno. Esta é a causa do problema – aspessoas desconhecem isto, razão por que se comporiam dessa maneira –, o que éum insulto a si mesmas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Então, acima de tudo isto, eisuma demonstração sensacional do que a Bíblia quer dizer quando fala sobre opoder do pecado: o fato de que o pecado é algo que prende e escraviza pessoas,fazendo delas seus servos. Porque o diabo, o inferno e o pecado são muitopoderosos. Que coisa malévola é o pecado! Deixe que ele se desenvolva e vocêverá até onde o levará, não meramente ao pecado e à vergonha, mas ao pecado e àausência de vergonha, à total falta de conceito moral. Segue-se a perversão:luz, trevas, trevas, luz; amargo, doce, doce, amargo; e toda a falsidade e asconseqüências que se seguem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ao mesmo tempo, o estado do nossomundo atual mostra que o problema real com o ser humano está no coração. NossoSenhor disse tudo: "Esta é a condenação, que a luz veio ao mundo e oshomens amaram as trevas mais do que a luz, porque as suas obras eram más"(João 3:19). Se você é um seguidor da nova moralidade, isso não acontece porcausa da sua cabeça, e sim do seu coração. Eu já mostrei que você não égovernado por sua cabeça. Se isso fosse verdade você não se estariacontradizendo a si mesmo, como faz. Seu problema está no coração – você gostado pecado, é cobiçoso, tem um coração mau. Esta é a verdadeira explicação paratudo isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Deixe-me fazer-lhe uma pergunta.Qual é o fim para o qual tudo isso invariavelmente leva? Já demos resposta aessa pergunta. Leva ao dilúvio, à destruição de Sodoma e Gomorra, ao saque deJerusalém e ao povo de Israel levado como escravos para a Babilônia. Leva aoano 70 A.C, e à dispersão dos judeus entre as nações. Sempre levou e semprelevará.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Tome a história secular. Vimosque isso mesmo foi a causa do declínio e da queda do grande Império Romano.Roma caiu porque apodreceu em seu coração. Um abscesso se formou e os cidadãosde Roma se tornaram imorais e pervertidos. Roma decaiu a partir do centro, e osgóticos e vândalos vieram e a conquistaram como resultado direto. E esta foi acausa do declínio e queda, desde então, da maioria de outros impérios. Asautoridades que escrevem sobre isto dizem que as sociedades antigas perderamsua força e poder quando os padrões morais relaxaram. É sempre a mesma coisa.Uma vez que o povo perde sua compreensão moral de si mesmos e da vida, toda asua força, politicamente, militarmente e em todos os outros aspectos, se vai.Eles relaxam em seus banhos, cometem suas fornicações e adultérios e permitemque seus impérios se arruínem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mais uma vez, recordo as palavrassolenes do Filho de Deus: "Como foi nos dias de Noé, assim será(...)" (Lucas 17:26). Antes de que venha o julgamento final, diz ele, éassim que eles estarão vivendo; estar-se-ão se divertindo e dando-se emcasamento, comendo e bebendo, comprando e vendendo. Eles o fizeram antes doDilúvio, e antes de Sodoma, e farão uma vez mais antes do fim. É isto que fazcom que nossa situação atual seja tão alarmantemente séria. Embora o homemmoderno não creia em Deus, e não acredite em padrões morais; ainda que ele nãocreia em nada, exceto nele mesmo e em seus próprios desejos, isso não afeta asituação em nada. Deus ainda está no céu ; Ele ainda é Todo-Poderoso e continuaa ser o "Juiz Eterno". Deus ainda trará a história a uma conclusãocom um julgamento e a destruição eterna de todo mal e erro. O diabo e todos quepertencem a ele serão lançados no lago da perdição sem fim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;"Nos últimos dias", dizPaulo, "tempos difíceis virão. Os homens serão egoístas, gananciosos,jactanciosos, soberbos, blasfemos, desobedientes aos pais (...)." Você vêpelos jornais isto acontecendo todos os dias; o Novo Testamento está bematualizado: "...ingratos, iníquos, sem afeto, implacáveis, mentirosos,incontinentes" – não podendo controlar-se. Eles afirmam: "Eu nãoposso evitar, sou um animal..." E diz mais o apóstolo: "...inimigosdo bem, atrevidos, enfatuados". Ou seja: eles debocham da moralidade (IITimóteo 3:1-3).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Sim, ali estava acontecendo noprimeiro século A.C. Eles desprezavam essa "moralidade de classemédia": tão puritana, tão certinha e arrumada. Cuspiram nela; riram dela.Homens e mulheres que são fiéis no casamento, que crêem na família, que serestringem a si próprios: quão puritanos! Que piada! Que atraso! Que fora demoda! Imagine ainda se crer nisso! Sim, eles desprezam aqueles que fazem o bem,são "traidores, enfatuados, atrevidos, mais amigos dos prazeres do que deDeus" (II Timóteo 3:3,4). Estas são as condições que sempre prenunciamcalamidade e desastre, sofrimento e dor. É, pois, no nome de Deus que peço avocês que considerem essas coisas à luz deste pronunciamento, e à luz do queDeus fez invariavelmente no passado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Então, aqui está o diagnósticobíblico. Existe alguma esperança para esse povo? Existe uma mensagem para estemundo do jeito que está? Existe algo a se dizer a esses "novosmoralistas", aqueles que exultam e se gloriam na perversão e ridicularizama moralidade e a santidade? Graças a Deus tenho um glorioso Evangelho paraeles. Já houve, antes, no mundo pessoas como essas, como já vimos. O apóstoloPaulo escreve aos cristãos na Galácia: "Não se deixem enganar, de Deus nãose zomba" (Gálatas 6:7). E à igreja em Corinto ele diz que certas pessoasnunca terão uma herança no reino de Deus. Quem são elas? Ele dá uma listaterrível: "Não se deixe enganar: nem fornicadores, nem os idólatras, nem osadúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas (...) nem os bêbados, nem osmentirosos (...) herdarão o Reino de Deus" (I Coríntios 6:9,10). Elesestarão de fora. Nada impuro pode entrar no reino de Deus, porque "Deus éluz, e nele não há trevas algumas" (I João 1:5). Não há impureza no céu.Tudo ao redor de Deus é gloriosamente puro, limpo, saudável, lindo everdadeiro. E homens e mulheres nessa situação de impureza não têm herança noreino de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O problema, então, está nocoração das pessoas. Pode-se fazer algo por elas? Bem, elas não conseguemfazê-lo por si mesmas, porque não se pode mudar o próprio coração. "Pode oetíope mudar a sua cor, ou o leopardo suas manchas?" (Jeremias 13:23) Nãopodem. Você não pode dar-se um coração limpo; você não pode renovar a suanatureza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A mensagem da santa Bíblia,porém, é a de que Deus pode. Nosso Senhor disse a Nicodemos: "Em verdadeem verdade te digo, a menos que o homem nasça de novo, ele não pode ver o reinode Deus" (João 3:3). O que homens e mulheres precisam é de um novocoração, uma nova natureza que irá amar a luz e odiar as trevas. Elesnecessitam de uma nova natureza que irá apreciar o que é doce e não o que éamargo; uma natureza que tudo o que quer é amar o bem e odiar o mal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;E não é este o problema de todosnós? É a nossa natureza que está errada. Nós somos errados dentro de nós."A boca fala do que o coração está cheio" (Lucas 6:45). Eu sou guiadopor meu coração e levado a pecar; o problema todo está aí. Por causa da minhanatureza, preciso de um coração novo, uma nova aparência, um novo desejo. Comoconseguir isso? Bem, eu não posso produzi-los, mas posso suplicar como Davi noSalmo 51: "Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova em mim umespírito reto" (v. 10). Davi disse isto depois de haver cometido adultérioe assassínio. Ele se confessou repelente e impuro: "Tu desejas a verdadeno íntimo" (v. 6). Pois foi justamente aí que ele errou. Senhor, faze demim algo que eu não sou. "Purifica-me com hissope e eu serei limpo;lava-me, e ficarei mais branco que a neve" (v. 7).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Graças a Deus, a mensagem ainda éesta. Eu não me desespero com os homens e mulheres modernos e sua assim chamadanova moralidade e perversões. O Evangelho é "o poder de Deus paraSalvação" (Romanos 1:16). O apóstolo Paulo pregou na cidade portuária deCorinto para a ralé, para a sordidez, o centro do mal, que era aquele lugar.Ele pregou ali e o poder de Deus foi demonstrado na vida de homens e mulheres."Mas fostes lavados, fostes santificados, fostes justificados no nome doSenhor Jesus, e pelo Espírito de nosso Deus" (I Coríntios 6:11). E graçasa Deus isto ainda acontece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;Seu sanguepode tornar o imundo limpo, seu sangue disponível a mim. &lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Charles Wesley&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-5762418157671630555?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/5762418157671630555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/02/perversao-moral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/5762418157671630555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/5762418157671630555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/02/perversao-moral.html' title='PERVERSÃO MORAL'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-a3ic2HIRLbE/TzEGr_X3tKI/AAAAAAAABLw/hKM8DP097tU/s72-c/lloyd+jones+preaching.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-7278232644268893674</id><published>2012-02-06T08:57:00.003-02:00</published><updated>2012-02-06T08:57:55.769-02:00</updated><title type='text'>DISCIPLINA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Adobe Garamond Pro', serif; font-size: xx-small;"&gt;Dr. David Martyn Lloyd-Jones&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Adobe Garamond Pro', serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;i&gt;Lloyd-Jones era médico, mas abandonou a medicina para tornar-se médico de almas. Foi um dos maiores pregadores da história e nos fala ainda hoje, mesmo depois de morto. O "Doutor" como era carinhosamente chamado pelos que o conheciam tornou-se um modelo para muitos ministros ao redor do mundo, especialmente por sua paixão pela exposição da Palavra.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: 'Adobe Garamond Pro', serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tVT-cRq64Fs/Ty-yFBKdcVI/AAAAAAAABLo/MxP9vdZZ9IM/s1600/D.+Martyn+Lloyd-Jones.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="242" src="http://2.bp.blogspot.com/-tVT-cRq64Fs/Ty-yFBKdcVI/AAAAAAAABLo/MxP9vdZZ9IM/s320/D.+Martyn+Lloyd-Jones.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: 'Adobe Garamond Pro', serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;"E vóstambém, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude,e à virtude a ciência, e à ciência temperança, e à temperança paciência, e àpaciência piedade, e à piedade amor fraternal; e ao amor fraternalcaridade".&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;II Pedro 1:5-7&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Aqui neste primeiro capítulo de sua segunda epístola, o após­tolo Pedrotrata de mais uma causa de depressão espiritual. De fato, seu objetivo aoescrever a carta era tratar desse problema. Ele escreve para animar pessoas queestavam desanimadas, e desa­nimadas a tal ponto que estavam quase duvidando dafé que tinham aceito. Isso é algo que pode surgir como um perigo muito realneste estado de depressão espiritual; e se a condição persiste e continua,invariavelmente leva a dúvidas e incertezas, e a uma tendência de olhar atrás,para a vida da qual fomos libertos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Felizmente o apóstolo nos dá uma descrição muito exata deste problema. Elenos conta, indiretamente, uma série de coisas a respeito das pessoas a quemestá escrevendo. Por exemplo, após fazer sua exortação, ele diz no versículooito: "Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas, não vos deixarãoociosos nem estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo". Elediz: "Se estas coisas existirem em vós" — farão de vocês o que nãosão no momento. Ou seja, "farão com que não sejam ociosos nem estéreis noconhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo" — impli­cando que a condiçãodeles era "ociosa e estéril". Mas não é só isso; ele diz que eleseram cegos, "nada vendo ao longe, havendo-se esquecido da purificação dosseus antigos pecados". Na verdade, há Uma insinuação de que eles estavamtropeçando, pois ele lhes diz que, se fizessem essas coisas, "nunca jamaistropeçariam"; e não só isso, mas se fizessem essas coisas, tornariam"cada vez mais firme" a sua vocação. É claro que eles não tinhammuita certeza a respeito destas coisas na ocasião em que o apóstolo lhesescreveu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Não há dúvida de que eles eram cristãos. Precisamos repetir isso, porquehá pessoas que têm noções tão falsas e sem base nas Escrituras, as quais julgamque alguém que se enquadra nos termos em que o apóstolo Pedro descreve estaspessoas não pode realmente ser um cristão. Mas obviamente estas pessoas eramcristãs, ou ele não estaria escrevendo para elas. Muitas pessoas têm uma idéiaerrônea do cristão, como alguém que está sempre vivendo no topo da montanha,acima das circunstâncias; e há alguns que pensam que se alguém não está lá otempo todo, não é realmente um cristão. Tal idéia sobre o cristão não temqualquer fundamento nas Escrituras. Essas pessoas eram cristãs, mas estavaminfelizes, vivendo uma vida ineficaz, que parecia não levar a lugar algum, enão estavam ajudando outras pessoas. Não só isso, mas não eram muito produtivasno tocante às suas próprias vidas, e sua fé não lhes dava gozo nem segurança.Eram ociosas e estéreis. Estas pa­lavras realmente as descrevem — ineficazespara ajudar os outros, com falta de conhecimento e compreensão. Elas não estãocres­cendo no conhecimento do Senhor. Aqui está disponível este tre­mendoconhecimento e compreensão, mas não os possuem, não têm crescido neles, sãoestéreis nesse sentido. Na verdade, apesar de não haver dúvidas quanto ao fatode serem cristãs, estas pessoas parecem ter muito pouco que demonstrasse isso.E também parecem não compreender o significado da sua conversão, parecem teresquecido o fato de que foram purificadas dos seus pecados de outrora, e estãovivendo como se isso nem tivesse acontecido. Agora, todas essas coisasinevitavelmente caminham juntas. Quando há uma falta de entendimento e deprodutividade neste aspecto da compreensão, vocês sempre encontrarão umfracasso corres­pondente na vida, tanto no que se refere à sua própriasantidade, como também à sua utilidade e valor para outras pessoas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Essa é a descrição que o apóstolo dá destas pessoas, e natu­ralmente todosestamos bem familiarizados com esse tipo. É o tipo de indivíduo que não podemnegar ser um cristão, apesar de sua vida pouco demonstrar isso. Ele pareceestar preso em superficia­lidades e misérias, e não dá a impressão de ser nadado que o Senhor disse que um cristão seria quando recebesse o Espírito Santo:"Rios de água viva correrão do seu interior". Não, a im­pressão queele dá é de esterilidade e improdutividade, nada está sendo produzido por ele,e parece não estar dando nada a outros. Sua vida é fraca e não parece estar emcrescimento ou desenvolvi­mento. Sua vida toda parece totalmente ineficaz, eele vive aba­tido, infeliz e tomado de dúvidas. Parece incapaz de dar uma razãoda esperança que há nele; diz crer, e no entanto está sempre nessa posição emque o próprio fundamento de sua fé parece sujeito a ser abalado. Ora, essa é acondição da qual o apóstolo trata aqui, e que estamos considerando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;A primeira coisa que devemos considerar é a causa desta condição. Como éque alguém pode chegar a tal estado? Há cris­tãos que correspondem a estadescrição. Por que são assim? Por que não são como outros cristãos, cujas vidassão dinâmicas, efe­tivas e que transmitem vida? Qual é a diferença? Essa é apergunta, que devemos considerar, e parece estar bem claro que o apóstolo aquidiz a essas pessoas que existe apenas uma causa de todas as manifestações destadepressão — a falta de disciplina. Esse é o problema real, uma completaausência de disciplina e ordem em suas vidas. Mas, felizmente para nós, oapóstolo não se limita a uma declaração genérica. Os escritores do NovoTestamento nunca se limitam a generalidades; eles sempre prosseguem,salientando os detalhes, considerando o problema ponto por ponto; e felizmenteo apóstolo faz isso neste caso particular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Por que essas pessoas não têm disciplina? Por que essa frou­xidão, essaindolência é tão aparente em suas vidas? A primeira causa parece ser que elastêm uma perspectiva errada da fé. Encontro isso no começo do quinto versículo,onde ele diz: "E vós também, pondo nisto mesmo toda diligência,acrescentai à vossa fé" — complemente a sua fé, guarneça sua fé com ascoisas que ele passa a mencionar. Temos aqui uma sugestão de que eles tinhamuma perspectiva errada da fé. Isso é algo muito comum. Parece que essas pessoastinham uma espécie de visão mágica da fé; em outras palavras, tinham a idéia deque, enquanto alguém tivesse fé, tudo estaria bem, sua fé operaria automatica­menteem sua vida, e tudo que ele precisa fazer como cristão é crer na verdade.Precisa aceitar a fé, e tendo feito isso, tudo o mais aconteceráautomaticamente; ele dá um passo, toma uma decisão — qualquer que seja aexpressão usada — e isso é tudo que é necessário. Eu o descrevo como uma visãoquase mágica da fé,&amp;nbsp; ou uma concepçãoautomática&amp;nbsp; da fé.&amp;nbsp; Mas&amp;nbsp;talvez possa expressá-lo de forma diferente. Muitas vezes existe o quepodemos descrever como uma visão mística da fé. Isso certamente explica oproblema de muitas pessoas. O que quero dizer com visão mís­tica, é umaconcepção de fé que sempre pensa nela como um todo. Colocando-o de formanegativa, quero dizer que tais pessoas não compreendem que a fé precisa sercomplementada pela virtude, ciências, temperança, paciência, piedade, amorfraternal e caridade, como o apóstolo mostra aqui. Elas têm somente umafórmula, e essa fórmula é que uma pessoa deve estar sempre "olhando para oSenhor", e enquanto "olhar para o Senhor" não precisa fazer mais&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt; &lt;/span&gt;nada. Elas dizem que qualquer tentativade fazer outra coisa e voltar à posição de "salvação pelas obras".Então, se um cristão tem um problema em sua vida cristã, simplesmente dizem:"Olhe para o Senhor, permaneça nEle".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 20.9pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Este é um erro muito comum. Irmãos, vocês podem encon­trá-lo numa formamuito interessante em expositores que tomam este ponto de vista. Ao exporcertas passagens das Escrituras onde muita ênfase é colocada em detalhes, elesobviamente caem em dificuldades, porque do ponto de vista deles não devemos nospreocupar com detalhes. Há somente uma coisa a ser feita, é "permanecer noSenhor e olhar para Ele", e enquanto fizermos isso, não há mais nada afazer. Esta é uma causa extremamente produtiva deste tipo de depressãoespiritual e letargia de que esta­mos tratando. Tais pessoas passam o tempotodo nesta condição infeliz. Tentam colocar em prática esta exortação de"permanecer no Senhor" e "olhar para o Senhor", e por algumtempo tudo parece estar bem, mas então, de alguma forma, algo acontece deerrado, e parecem não estar mais "permanecendo", e mais uma vezsentem-se infelizes. O problema volta, e assim passam sua vida toda tentandomanter esta posição, a única que reconhecem. Ora, obviamente isto é um assuntomuito importante, e precisamos ter certeza de que nossa visão da fé é a visãodo Novo Testamento, e que compreendemos o que o apóstolo quer dizer, ao afirmarque devemos suplementar, ou complementar nossa fé com certas coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 20.65pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;A segunda causa geral desta condição é, sem dúvida, nada mais que merapreguiça ou indolência, nada mais que frouxidão, ou, nas palavras do apóstolo,falta de diligência. Ele diz: "Pondo nisto toda diligência". Ele querter certeza que entendemos isso bem, e o repete no décimo versículo. Creio quetodos sabemos algo a esse respeito. Existe uma espécie de indolência oupreguiça geral que aflige a todos nós, e que é indubitavelmente produzida pelopróprio diabo. Já não percebemos, todos nós, que no que se refere à vidaespiritual, parece que não temos o mesmo zelo e entusiasmo, nem aplicamos amesma energia dedicada à nossa vocação secular, nossa profissão ou negócio,nossas distrações, ou algo que nos interessa? Todos já não percebemos quepodemos estar trabalhando com muita disposição, mas se paramos para um tempo deoração, repentinamente nos sentimos extremamente can­sados? Não é curioso quesempre ficamos com sono e cansados quando vamos ler a Bíblia? Estamosplenamente convencidos de que é algo puramente físico, que realmente nada háque possamos fazer, mas é certo que a partir do momento em que começamos a nosdedicar às coisas espirituais, imediatamente vamos nos de­frontar com esseproblema de indolência e preguiça que nos afeta, por mais alertas e dispostos echeios de energia que pudéssemos estar previamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Ou observem isso quando assume a forma de procrastinação. Queremos ler aBíblia, queremos estudá-la, queremos ler um co­mentário; mas não sentimosvontade no momento, achamos que não é certo fazer estas coisas quando não temosvontade, e que devemos esperar até que estejamos nos sentindo melhor, e quehaverá uma oportunidade melhor mais tarde. Ou não temos tempo, ou não temosoportunidade. Quantas vezes todos nós passamos por esse tipo de experiência!Mas então, quando chega a hora certa, por estranho que pareça, ainda nãoconseguimos nos dedicar àquilo. Está fora de discussão que a maioria de nósestá vivendo vidas que carecem de disciplina, ordem e organização. Talvez nuncaantes a vida fosse tão difícil para os cristãos como na época atual. O mundo eas organizações da vida ao nosso redor tornam as coisas quase impossíveis; acoisa mais difícil é pôr em ordem nossas próprias vidas e administrá-las. Arazão disso não é que estas coisas externas nos compelem, mas se nãoreconhecemos o perigo de nos desviarmos, se não assumimos uma posição contraisso, já teremos falhado sem saber. Há tantas coisas que nos dis­traem.Começamos com o jornal da manhã (e muitas pessoas co­meçam com dois em vez deum), e então, depois de algumas horas chega o jornal (ou jornais) da tarde.Essas coisas são lançadas sobre nós. Naturalmente não somos obrigados a compraros jornais, mas estão aí, e todo mundo faz isso. Talvez seja entregue à nossaporta. É colocado à nossa frente, e quase sem percebermos, está ocupando onosso tempo. Não preciso deter-me com todos estes detalhes — o rádio, atelevisão, as coisas que temos de fazer, reuniões para assistir, incidentesaqui e ali, problemas que surgem. O fato é que cada um de nós está lutando porsua vida no presente, lutando para controlar, governar e viver sua própriavida. Todos os&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt; &lt;/span&gt;pastoresconcordarão comigo quando eu digo que não há nada que nos é dito com maisfrequência hoje em dia do que isto: "Eu não sei o que fazer, parece quenão tenho tempo de ler a Bíblia e meditar como eu gostaria".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;A simples resposta para isso é que não passa de falta de dis­ciplina, umafalha em organizar nossas vidas. Não adianta reclamar a respeito dascircunstâncias. Sempre voltamos para isso, e não há necessidade de discutir oassunto — todos temos tempo! Se temos tempo para fazer tantas outras coisas,então temos tempo, e o segredo do sucesso nesta área é tomar esse tempo einsistir que seja dedicado às questões da alma, em vez de ser gasto com tantasoutras coisas. Essa é a segunda causa do problema — uma falta de disciplina emnossas vidas, uma falha em organizar, comandar e controlar nossas vidas como nofundo do coração sabemos que deveríamos fazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Sendo essa a causa, passemos agora para o tratamento. Qual é o tratamentoprescrito pelo apóstolo Pedro para esta condição? É simplesmente o inverso dacausa do problema. Em primeiro lugar e antes de tudo, ele enfatiza "toda adiligência". "Façam o máximo de esforço" diz outra tradução, Éisso — "fazer o má­ximo de esforço" — à luz destas coisas, à luz deSuas grandíssimas e preciosas promessas que nos foram dadas, para que por elasnos tornemos participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupçãoque pela concupiscência há no mundo — por causa de todas estas coisas, façamtodo o esforço, ponham toda a diligência, ou, como está traduzido no décimoversículo, "procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação".Aqui, então, está o tratamento:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; tab-stops: 11.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;o&amp;nbsp; exercício de disciplina e diligência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Talvez a melhor maneira de esclarecer este assunto seja colo­cando-o numcontexto histórico. Eu desafio vocês a lerem a vida de qualquer santo que jáadornou a vida da Igreja, sem perceber imediatamente que a grandecaracterística da vida dessa pessoa era&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt; &lt;/span&gt;ordeme disciplina. É invariavelmente a característica universal e marcante da vidade todos os grandes homens e mulheres de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Leiam sobre Henry Martyn, David Brainerd, Jonathan Edwards, os irmãosWesley, e Whitefield — leiam seus diários. Não importa a que ramo da Igrejapertenceram — todos disciplinaram suas vidas e insistiram na necessidade disso;e obviamente é algo bíblico e absolutamente essencial. "É necessário queaquele que se aproxima de Deus creia que ele existe", diz o autor daEpístola aos Hebreus (Hebreus 11:6); sim, e também "que é galardoador dosque o buscam diligentemente". Precisamos ser diligentes em buscar a Deus."Mas", alguém dirá, "esse tipo de ensino não esta­ria aprovandoa justificação pelas obras?" Veja como o diabo é sutil! "Vocêcertamente está voltando à heresia católica romana, e à forma católica dedevoção!" A resposta a isso é que foi o apóstolo Pedro, o apóstoloinspirado, que se esforçou para nos lembrar que todas as Escrituras sãoinspiradas, e é ele que também nos diz que devemos acrescentar todas essasoutras coisas à nossa fé, e exercer toda a diligência ao fazer isso. Sejam maiszelosos, sejam ainda mais ativos, ele diz. E é claro que não há nenhumacontradição nisso. O erro da justificação pelas obras está em confiar nadisciplina de sua própria alma para salvar sua alma; mas o oposto de confiar emsuas obras, não é não fazer coisa alguma, é fazer tudo sem colocar a suaconfiança no que faz. Não são as obras que estão erradas, é colocar sua fénelas, confiar em suas próprias obras. Mas que perigo sutil temos aqui! Creioque um dos maiores perigos no protestantismo hoje em dia, especialmente noscírculos evangélicos, é que, em nosso medo do erro da justifi­cação pelasobras, temos declarado que as obras não têm qualquer importância. Argumentamosque a fé somente é que conta, e porque sou um homem de fé, não importa o que eufaço e minha vida pode ser completamente indisciplinada. De maneira nenhuma! Ooposto de uma confiança falsa nas obras não é indolência, falta de disciplina enão fazer nada; é ser diligente, e mais que dili­gente, ser zeloso, e"acrescentar à sua fé". Mas ao mesmo tempo devem compreender que suasações nunca serão suficientes, e sim que Deus certamente é galardoador daquelesque O buscam com diligência. Tantas pessoas dizem que dariam tudo para ter umvestígio que fosse do conhecimento que os santos tiveram. "Se eu pudesseter esse mesmo gozo, essa alegria que tiveram! Eu daria o mundo inteiro emtroca disso, por que não posso ter essa expe­riência?" — perguntam. Aresposta é que nunca realmente a bus­caram. Observem as vidas desses homens, eo tempo que dedicaram à leitura da Bíblia e à oração e várias outras formas deauto-avalia­ção e exercícios espirituais. Eles creram no exercício dadisciplina da vida espiritual, e foi por causa disso que Deus os recompensou,dando-lhes aquelas manifestações graciosas de Si mesmo, e aquelas experiênciasestupendas que aqueceram seus corações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Então, colocamos em primeiro lugar a necessidade de disci­plina e ordem.Na verdade, vejo-me tentado neste ponto a tratar do assunto em detalhes. Seconcordamos com a importância de reivindicar tempo e organizar nossa vidadiária, devemos insistir a todo custo que certas coisas precisam ser feitas. Emoutras pa­lavras, se realmente creio que a Bíblia é mais importante para mim doque o jornal matutino, devo ler a Bíblia antes de ler o jornal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; tab-stops: 13.7pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;O que quer queeu tenha deixado de fazer, isso deve ser feito. Devo ser fiel em meu tempo deoração, devo gastar tempo em meditação; outras coisas talvez fiquem por fazer,mas isso tem que ser feito. Este é o começo, é uma ilustração de um elemento deordem sendo incorporado à minha vida. Tantas pessoas falham, e se tornaminfelizes e deprimidas simplesmente porque não assu­miram controle de simesmas. Vocês mesmos precisam fazer estas coisas; ninguém mais as fará porvocês — na verdade, ninguém mais pode fazê-las por vocês. Se não prestarematenção a essas coisas em detalhes, continuarão sendo cristãos deprimidos,podem ter certeza! Sejam diligentes, façam todo esforço, sejam mais que zelosos— cuidem disso a qualquer preço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;O segundo princípio é que devemos suplementar a nossa fé."Acrescentai à vossa fé", diz a tradução que eu li; "suplementea sua fé", diz outra tradução; ainda outra diz, "guarneça a suafé". Os estudiosos nos dizem que a palavra "guarnecer" é umapalavra grega usada em conexão com a representação de um drama. Signi­ficaprovidenciar uma espécie de orquestra ou coro. A represen-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; tab-stops: 4.55pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;tação éguarnecida com esta orquestra, este coro, para que possa ser completa. Era algoque rematava a apresentação, tornando-a perfeita. Esse é o significado dapalavra: acrescentar, guarnecer, suplementar, tornar a coisa completa — uma féintegral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;O que se deve acrescentar à fé? O apóstolo nos dá uma lista, a&lt;span style="font-variant: small-caps;"&gt; &lt;/span&gt;qual eu quero citar aqui. A primeiracoisa que ele diz é: "Acres­centai à vossa fé a virtude". O que elequer dizer com isso? Aqui temos novamente uma palavra cujo sentido mudou com odecorrer do tempo. Não significa virtude no sentido que comumente usamos apalavra hoje em dia, pois cada um destes itens é uma virtude em si. Seu sentidoaqui é de energia, energia moral; significa poder, vigor. Isto é muitoimportante. A condição da qual o após­tolo está tratando aqui é este tipo devida cristã lânguida, indis­ciplinada e frouxa, e ele começa lembrando-osdisso: "Agora que têm fé, vocês crêem na verdade, e não há dúvida quanto aisso, vocês têm essa mesma fé preciosa que está em nós". Bem, o que maiseles precisam fazer a respeito? Ele lhes diz que em acréscimo à fé que têm,eles precisam deixar de ser lânguidos. Em outras palavras, acrescentem à sua féessa energia moral, assumam con­trole de si mesmos, não se arrastem através davida cristã, andem por ela como devem, com vigor, acrescentem à sua fé força epoder. Não sejam cristãos debilitados que sempre dão a impressão de que estãoao ponto de ter uma vertigem e desmaiar, e que podem falhar a qualquer momento.Não sejam lânguidos, diz o apóstolo, guarneçam a sua fé com virilidade e poder —virtude.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Como essa exortação é necessária! Comparem, façam um contraste do cristãotípico e comum com a pessoa típica e comum do mundo. O cristão declara estarinteressado em coisas espirituais, no reino de Deus, e num conhecimento de Deuse de Cristo. Esta é sua reivindicação. Ele diz que tem fé, e é isso que a fésignifica. Comparem-no com a pessoa típica do mundo, que está interessada emjogos e nas coisas que acontecem no mundo dos esportes. Vocês percebem adiferença; não há nada lânguido a respeito da pessoa que está interessada nessascoisas. Observem seu entusiasmo e sua energia. Então observem o cristão emcontraste, como ele é débil, sempre com uma expressão de pesar. E a razão é queesse tipo de cristão falhou em "acrescentar à sua fé". Ele diz que éum cristão e que crê na verdade, mas falhou em "guarnecer" a sua fé.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;"Acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência". Issonão quer dizer simplesmente conhecimento de doutrina. Temos isso numa certamedida — de outro modo nem teríamos fé. Isto signi­fica um tipo de discernimento,significa entendimento, significa iluminação. Não sabemos tudo no momento emque cremos em Cristo, não entendemos todas as coisas; isso é só o começo. Háconstantes apelos e exortações nas epístolas do Novo Testamento para quecresçamos em entendimento — "para que o vosso amor cresça", dizPaulo, "em entendimento". Isso é o que o apóstolo Pedro está dizendoneste ponto. Ele diz que os cristãos não devem parar na fé. Já são cristãos,mas precisam entender a vida cristã. Devem compreender os perigos sutis que oscercam, precisam compreender algo da sutileza de Satanás. Precisam decompreensão: por isso, "acrescentai à vossa fé" — esforcem-se por teresse dis­cernimento, essa compreensão, essa iluminação. Como isso é essen­cial— que nos entreguemos à leitura diligente das Escrituras e de livros a respeitodas Escrituras e das doutrinas da fé. Vocês nunca compreenderão a féverdadeiramente se não se dedicarem a essas coisas. Às vezes é um processodoloroso, e certamente exige toda a disciplina que pudermos aplicar. Umestudante nunca se torna perito em qualquer assunto sem trabalho árduo. Aquelaconversa a respeito do tipo de homem que tem uma inteligência tão brilhante quenunca precisa estudar ou se esforçar, e depois recebe o primeiro lugar nosexames, é puro mito. Isso não acontece — é uma mentira. Sem conhecimento — enunca se pode ter conhecimento se não se esforçar — a pessoa nunca teráverdadeira compreensão, verdadeiro discernimento. Isso requer disciplina eesforço; na verdade, guarnecer sua fé com conhecimento, ou ciên­cia, é trabalhomuito árduo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;O próximo item é. temperança, que significa domínio próprio, e aqui nãosignifica simplesmente que controlamos a nossa vida em geral. Esta temperança éuma coisa muito mais detalhada e particular do que isso. Significa queprecisamos controlar cada aspecto da nossa vida. Talvez signifique que tenhamosque con­trolar até o que comemos e bebemos. Os médicos constantemente estão nosdizendo que muitas pessoas estão numa condição pre­cária de saúde física porquecomem ou bebem demais. Não há dúvida de que isso é verdade, e há uma tendênciacrescente a isso no mundo moderno. É lançado sobre nós, de maneira atraente, ehá pessoas que sofrem de cansaço e lentidão muitas vezes por simples falta detemperança ou domínio próprio. Não controlam seus apetites, seus desejos, suaspaixões; comem demais, ou bebem demais, ou até mesmo dormem demais. O meio dese obter uma boa visão disso é ler as vidas dos santos, ler seus diários, ler oque eles faziam e como controlavam suas vidas. Como temiam essas coisas, e comocompreendiam claramente que tinham de evitá-las a todo custo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Paciência significa perseverança para continuar mesmo em meio ao desânimo.Temos que fazer isso — nós mesmos. Precisa­mos acrescentar isso à nossa fé. Nãosignifica apenas olhar passi­vamente para o Senhor; nós mesmos precisamosexercer paciência e perseverança, e continuar fazendo isso dia após dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Depois vem a piedade, que neste ponto sem dúvida significa preocupação ecuidado em manter a nossa comunhão com Deus. Então os dois últimos itens dalista se referem à nossa atitude para com os nossos semelhantes. Amor fraternalsignifica nosso relacionamento para com nossos irmãos em Cristo. E caridadesignifica amor a todos os homens, mesmo aqueles que não estão na fé. Precisamosobservar estas coisas em detalhes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Depois de nos levar através desses vários passos e estágios, o apóstoloagora nos encoraja a fazer tudo o que ele nos disse. Qual é o encorajamento?Antes de tudo, ele nos lembra do que nós somos. Ele nos diz que nos tornamos"participantes da natureza divina". Se vocês acham que estou pregandouma doutrina dura, e que estou reduzindo a vida cristã a uma tarefa árdua, sesentem hesitações e dúvidas, quero lhes fazer algumas perguntas. Vocês percebemo que são como cristãos? Percebem que são "partici­pantes da naturezadivina" e que o Filho de Deus veio do céu à terra e foi até a cruz doCalvário para salvá-los, para libertá-los do mundo e suas concupiscências?"Havendo escapado da corrup­ção que pela concupiscência há no mundo."Concupiscência é a causa dessa corrupção. Vão permanecer nessa condição? Nãoque­rem escapar dela? Percebam, ele diz, que Cristo morreu para que pudessemser tirados dela, e que realmente foram tirados dela. Por isso, então,"ponde nisto toda a diligência". "Certamente", Pedropergunta, "vocês não esqueceram que foram purificados dos seus pecados,certamente não esqueceram que morreram com Cristo, e que portanto estão mortospara a lei e mortos para o pecado?" "Como viveremos para o pecado,nós os que para ele morremos?" Essa é a forma que Paulo o expressa. Essetambém é o argumento de Pedro. Precisamos compreender isso, e é umextraordinário encorajamento ao enfrentarmos a batalha da fé.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;No entanto, não devemos parar aí. O apóstolo diz que também devemoscompreender que somente fazendo estas coisas é que tere­mos grande alegria efelicidade no presente. "Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez maisfirme a vossa vocação e eleição". E vocês podem tornar firme a sua vocaçãofazendo estas coisas. Nunca serão felizes de outra forma. Não basta dizer:"A Palavra de Deus diz — todo aquele que nele crê — eu creio, portanto. .." Isso é verdade, mas nem sempre satisfaz. Está correto racionarmosassim, e faz parte da nossa segurança, porém se pensarmos que nossa segurançase limita a isso, estaremos cometendo um grande engano. Se quisermos tornarfirme a nossa vocação e eleição, de­vemos ser diligentes em todas estas coisasque o apóstolo men­ciona, e se o fizermos, teremos grande alegria, paz efelicidade. Saberemos qual é nossa posição, e colheremos os primeiros frutos daglória que nos aguarda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;"Fazendo isto, nunca jamais tropeçareis". Nada é mais desa­nimadordo que nossas quedas e tropeços. Tropeçamos, e então nos sentimos miseráveis einfelizes, e lá vem a depressão que faz com que nos sintamos totalmente semesperança a respeito de tudo. Bem, o que devemos fazer é evitar as quedas, ostropeços — e se fizermos essas coisas, jamais tropeçaremos. Isso não significaque estamos sendo guardados, sem fazer coisa alguma. Ele diz: "Façam estascoisas, e vocês não tropeçarão". Então, reunam toda a dili­gência parafazer estas coisas, e não tropeçarão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;E finalmente — e como isso é glorioso ! — "porque assim", elediz, "vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno de nossoSenhor e Salvador Jesus Cristo". Ele não está falando sobre salvação aqui,porque estas pessoas já são salvas; ele fala sobre a entrada para a glória.Observem a palavra "concedida". Ele diz que a entrada será concedidaa nós. Essa é exatamente a mesma palavra que anteriormente foi traduzida como"acrescen­tar". Vocês "concedera" essas coisas à sua fé, ea entrada será concedida a vocês. Isso funciona reciprocamente. Em outras pala­vras,"se fizerem estas coisas", Pedro diz, "se disciplinarem as suasvidas, se organizarem as suas vidas e guarnecerem a sua fé dessa maneira e comtodas essas várias qualidades, vocês não tropeçarão no presente, e terão grandealegria e felicidade resul­tantes de sua segurança, e quando o fim chegar,deixarão esta vida com suas velos cheias pelas gloriosas brisas celestes. Nãohaverá nenhuma hesitação em sua entrada, não será feita com velas ras­gadas;será uma entrada ampla a que será concedida a vocês. Não precisarão dizer, comoLord Tennyson:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;E que não hajaranger do madeirame Quando em me fizer ao mar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;Porque não seráuma saída para um mar desconhecido, mas antes, um fim das tormentas da vida euma entrada triunfante no porto do nosso eterno descanso e glória na presençade Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: EN-US; mso-no-proof: yes;"&gt;Se somos cristãos infelizes e deprimidos, é muito provávelque seja devido a essa falta de disciplina. Portanto, vamos ser posi­tivos eativos, pondo toda diligência, vamos suplementar a nossa fé, sem termos medo.Vamos esclarecer as nossas idéias e então colocá-las em prática, e complementara nossa fé com esta força e vigor, com este conhecimento, com esta temperança,com esta paciência, piedade, amor fraternal e caridade. Vamos começar adesfrutar da nossa vida cristã e ser úteis aos outros. Vamos crescer na graça eno conhecimento, e assim atrairemos todos que nos conhecem, para que se unam anós nesta fé preciosa, e para que experimentem a bem-aventurança destas grandese preciosas pro­messas que nunca falham&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-7278232644268893674?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/7278232644268893674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/02/disciplina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/7278232644268893674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/7278232644268893674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/02/disciplina.html' title='DISCIPLINA'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-tVT-cRq64Fs/Ty-yFBKdcVI/AAAAAAAABLo/MxP9vdZZ9IM/s72-c/D.+Martyn+Lloyd-Jones.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-4340449071877013150</id><published>2012-02-01T22:59:00.001-02:00</published><updated>2012-02-01T23:01:36.327-02:00</updated><title type='text'>Duas Formas de Morrer</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/FIta6KhJD8Q/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FIta6KhJD8Q&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/FIta6KhJD8Q&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-4340449071877013150?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/4340449071877013150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/02/httpyoutu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/4340449071877013150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/4340449071877013150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/02/httpyoutu.html' title='Duas Formas de Morrer'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-1555490365869942656</id><published>2012-01-25T11:26:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T11:47:58.980-02:00</updated><title type='text'>A INVEJA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vclvkpa-QkM/TyACuzDd6TI/AAAAAAAABK0/Ni4vBf31BLQ/s1600/Morram-de-inveja.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="174" src="http://4.bp.blogspot.com/-vclvkpa-QkM/TyACuzDd6TI/AAAAAAAABK0/Ni4vBf31BLQ/s320/Morram-de-inveja.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Silas Roberto Nogueira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;1Samuel 18.1-16&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nós estamosestudando sobre Os Sete Pecados Capitais. Só para lembrar, a lista dos SetePecados Capitais não está na Bíblia. Essa lista se originou com Evágrio doPonto (346-399) um monge que abandonou a vida na cidade indo viver no desertodo Egito, onde traçou as principais doenças do corpo e as correlacionou com osoito pecados capitais. Mais tarde Gregório Magno tomou conhecimento da lista deEvágrio e fez algumas pequenas adaptações, juntou vaidade e orgulho, dando àlista sua forma final. Tais pecados são chamados Capitais (caput – cabeça)porque são considerados as matrizes de outros pecados, isto é, dão origem aoutros pecados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas, você pode perguntar: &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;porque falar disso?&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; E eu posso oferecer duas razões básicas:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;(1) Os SetePecados Capitais são assunto recorrente na arte (pintura com Hieronymus Bosch),literatura (Milton, em o &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Paraíso&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;;Dante na &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Divina Comédia&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;), cinema (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Seven&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; – os crimes capitais), televisão(novela da Rede Globo – &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os Sete Pecados&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;,escrita por Walcyr Carrasco; nos comerciais, etc.), filosofia (ética), nosnegócios (Marc Lewis, que escreveu Pecar para vencer) e na teologia (que desdeEvágrio discute o assunto);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;(2) A sociedade contemporânea vê os vícios comovirtudes. A sociedade moderna resignifica o pecado, extraindo a sua fealdade epericulosidade. Um exemplo disso tem sido o consultor Marc Lewis que escreveuum livro Sin to Win (Pecar para vencer) no qual defende a tese de que os setepecados capitais são na verdade fatores motivadores do sucesso. Diz ele que nãodevemos temer os Pecados Capitais, mas usá-los de modo positivo, isto é, fazerdo pecado algo bom, uma força positiva, motivadora.&amp;nbsp; Um pouco de pecado não faz mal, mas a verdadeé que numa única gota de pecado há mais malignidade que em todos os mares. Nasemana passada estudamos o primeiro dos Sete Pecados Capitais, o orgulho. Comodisse John Stott, o orgulho é a essência do próprio pecado. Para combatê-lo,precisamos ser humildes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje nós abordaremos o segundo dos Pecados Capitais.Esse pecado, dizem, é irmão siamês do primeiro. É bem mais odioso, é verdade.Por isso, é possível que alguém reconheça seu orgulho, mas raramente alguémconfessa esse outro pecado, porque até mesmo para os mais vis pecadores, essepecado é insuportável. Mas, como diz Luiz Fernando Veríssimo, se você é humanojá sentiu. Falamos da inveja, o segundo pecado capital. &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;A inveja não é somente querer oque o outro possui, mas é um sentimento de tristeza pelo bem do outro e odesejo que o outro não tenha. &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É o sentimento que nasce no coração dofracassado que deseja penalizar o outro pelo seu sucesso. A inveja é um mal queenfraquece a alma, Pv. 14.30. É uma característica do ímpio (Rm 1.29), quandopresente num cristão, indica mentalidade carnal (1 Co 3.1-3; Gl 5.20,21,26). Aespiritualidade cristã denuncia a inveja como aquilo que:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;·&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;destróia vida daquele que por ela é dominado;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;·&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ainveja gera transtornos e perdas à vida daqueles que são seus alvos; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;·&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ainveja inviabiliza relacionamentos sadios; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;·&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ainveja busca sabotar o projeto de Deus de gerar em nós a imagem de seuFilho.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo Os Guinness a inveja possui cinco característicasuniversais, as quais pretendo identificar na vida de um personagem bíblico quepersonifica de modo sem igual o invejoso, Saul.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraph" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;1.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;A INVEJA &lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;É&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt; UMPECADO POR PROXIMIDADE, v.6&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estamos propensos a invejar aqueles que estãopróximos de nós. Não é necessário intimidade, mas a mínima proximidade. Assim,a inveja surge entre familiares, amigos e colegas de trabalho ou escola evizinhos. Após a vitória contra Golias, Davi torna-se, por ordem de Saul, umcomandante das suas tropas (v.5). Davi tornara-se um homem popular, benquistopor todos. E justamente por isso nasce a inveja no coração deSaul. Note o “porém” no v.6 que estabelece um contraste entre o que vinha sendonarrado e o que a partir de agora começa a ser descrito. Marca precisamente omomento em que a inveja se manifesta em Saul. O sucesso daqueles que nos cercamgeralmente é o fator desencadeador da inveja em nós.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A história registra o exemplo de Múcio, cidadão romano,notável pela inveja. Notando que Múcio estava triste, declarou Públio: “ousobreveio a Múcio um grande mal, ou veio a outro um grande bem”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraph" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;2.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;A INVEJA É ALTAMENTE SUBJETIVA, v. 7-8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A inveja está nos olhos de quem vê. Interessante que o termolatino &lt;i&gt;invídia &lt;/i&gt;tem o sentido de olharde perto com intenção má. Não é o que vemos de modo objetivo que provoca ainveja, mas sim a percepção subjetiva, o que a pessoa vê. Não houve ofensa daparte de Davi, o texto deixa evidente que ele agia com prudência (v.5) estandosob as ordens de Saul. A música não era uma composição de Davi, ele nem mesmocantava. Contudo, Saul estava tão tomado de indignação que não atentou para ofato de que os números da poesia eram mais decorativos que reais (v.8). Apoesia hebraica daqueles dias costumava intensificar um ou mais termos daprimeira metade de um verso na segunda metade, portanto o que se celebra é avitória de ambos. Mas Saul estava furioso e extremamente desgostoso para poderperceber isso. De fato, vê Davi como um potencial substituto, um usurpador(v.8). Todo o potencial de Davi é interpretado como uma ameaça para Saul. Mastudo isso está bem guardado dentro de Saul. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por isso Dante na Divina Comédia ilustrou o invejoso noPurgatório como alguém cujo castigo era ter os olhos costurados com fios denáilon para que não pudesse olhar e invejar ninguém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraph" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;3.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;A INVEJA NÃO DIMINUI COM O TEMPO,v.9-11,29&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A tentaçãode ter inveja não diminui com o tempo. Aliás, diga-se de passagem, o pecado nãoé coisa que abandonamos com a maturidade, como coisa da infância. O v. 9 dizque daquele dia em diante Saul não via Davi “com bons olhos”. &amp;nbsp;Algumas versões interpretam o olhar de Saulcomo aquele olhar que contém “suspeita” (ARC), a NVI e Almeida Sec. 21 traduzem&lt;i&gt;“passou a olhar a Davi com inveja”. &lt;/i&gt;Ohebraico tem uma palavra que quer dizer aquele olhar semicerrado, que fitaalguém de modo desconfiado. Saul passa a manter Davi sob vigilância. A vida deSaul é tomada como refém dos atos de Davi. A fermentação da inveja é rápida econtínua. A inveja abre as portas para o ódio, que tem seu clímax noassassinato. Sob a influência de um espírito maligno, Saul tem uma experiênciaextática e arremessa uma lança contra Davi no intuito de mata-lo, v.10,11. Maistarde, Saul tenta contra a vida de Davi mais uma vez, mas agindo com sutileza,contudo, percebendo que Davi escapara, ele o temeu mais e “continuamente foiseu inimigo”. A inveja é um sentimento que aumenta naproporção do sucesso do outro, e esse sucesso pode ser simplesmente estar vivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por isso,uma segunda metáfora usada para a inveja é o fogo. Interessante que o termohebraico para inveja originalmente era usado para uma queimadura, depois parareferir-se aquela coloração produzida no rosto por uma profunda emoção, o ardorque a inveja provoca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraph" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;4.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;AINVEJA É INSACIÁVEL, v.12-17 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A invejapode ser insignificante, mas é sempre insaciável. A inveja não pode ser saciadacom a obtenção daquilo que pertence ao outro, mas somente com o fim do outro.Não é uma questão de possuir o que o outro possui, mas não permitir que o outropossua. Saul temia a Davi por que Deus estava com ele (v.12). Uma das ações deSaul foi afastar-se de Davi (v.13ª). A inveja polui os relacionamentos. Apessoa que invejamos se torna insuportável para nós. A segunda ação de Saul foirebaixar Davi (v.13b). A intenção de Saul é desmoralizar Davi. Mas a inveja nãopode ser saciada com o afastamento ou rebaixamento da pessoa, Saul entende quea única maneira de se livrar do que sente é se livrando daquele que é objetodos seus vis sentimentos. A terceira ação de Saul é querer que Davi morresse,contudo não pelas suas mãos (v.17). Então o plano é coloca-lo à frente dabatalha para que morra, pelas mãos de outros. Quando Davi invejou Urias, agiuda mesma maneira. Depois, que morresse buscando o dote para casar-se com Mical(v.25). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A peça ficcionalde Peter Shaffer fala da inveja que Antonio Salieri sentia de Mozart.. Quem nãoviu a peça pode assistir o filme Amadeus e perceber como Salieri é tomado pelainveja e do que é capaz para destruir Mozart. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraph" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;5.&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;AINVEJA É AUTODESTRUTIVA, v 28,29&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O problemada inveja é que ela é autodestrutiva. O que o invejo não pode ter, ninguémpode, nem ele mesmo. A inveja é um sentimento que corrói a pessoa por dentroprovocando outros males da alma, Tg 3.16. A inveja implode o invejoso. A invejaproduz uma série de sentimentos que fazem com que a pessoa adoeça, consumindo-apor dentro (Pv. 14.30; Jó 5.2) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;·&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Indignaçãoou raiva, 18,8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;·&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Desgostoextremo, 18.8b (que leva à depressão)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;·&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Desconfiançaque torna sua vida refém dos atos do outro, 18.9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;·&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Medo,18.12,19. Sentimento paralisante que diminui aquele que sente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;·&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Insegurança,18.15. Uma palavra que se traduz geralmente por “estrangeiro”, mas quesignifica “receio” (ARC) ou “insegurança”, “hesitação” emrelação ao outro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A sabedoria judaica conta a parábola de um rei que encontroudois homens e decidiu conceder a um deles um pedido. Disse o rei: Um de vocêspode me pedir algo e eu concederei, e cuidarei que o outro receba duas vezesmais. Ocorre que um desses homens era avarento e o outro, invejoso. Então,instalou-se o dilema. O invejoso não quis ser o primeiro a pedir, pois invejavaseu companheiro que receberia porção dobrada.&amp;nbsp;O avarento não quis ser o primeiro, por que queria tudo o que alguémeventualmente pudesse receber. Por fim, o avarento persuadiu o invejoso a pedirprimeiro. Então, o invejoso pediu ao rei que arrancasse um dos seus olhos,sabendo que dessa maneira, seu companheiro teria os dois olhos arrancados.&amp;nbsp; Isso nos mostra que o&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;CONCLUSÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A inveja éum vício que possui certa progressão na alma humana. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;1)&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Primeironível. Incapacidade de identificar e celebrar suas próprias habilidades evirtudes. Problema é a baixa-estima, gerando insegurança, tristeza e depressão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;2)&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;Segundonível. Incapacidade de apreciar e celebrar as habilidades e virtudes dosoutros. Problema que gera a raiva com o sucesso do outro, crítica e sabotagemsutil e a realização pessoa atrelada ao fracasso do outro, alvo da inveja. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;3)&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Terceironível. Perda de identidade, sua vida refém do outro. Problema que geraagressividade para com os outros, críticas abertas, explícita e atitudesagressivas e agenda controlada pelos atos do outro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É difícilcombater a inveja. Como disse certa vez William Gurnall “é tão difícilconservar separados nosso coração e a inveja quanto impedir dois seres que seamam de se encontrarem”. O que pode combater a inveja? O lamento (Mt 5.4). Otermo usado para choro aqui é forte, implica na solidariedade e simpatia.Devemos sofrer com os que sofrem, alegrar-nos com os que se alegram (Rm 12.15).Devemos chorar pelos nosso pecados (Tg 4.9) até que sejamos consolados peloperdão e pela justificação por meio do sangue de Cristo. Que a inveja não seassenhore de nós.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;_________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Notas do&amp;nbsp;sermão&amp;nbsp;pregado na Comunidade Batista da Graça, em Suzano&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-1555490365869942656?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/1555490365869942656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/01/inveja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/1555490365869942656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/1555490365869942656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/01/inveja.html' title='A INVEJA'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-vclvkpa-QkM/TyACuzDd6TI/AAAAAAAABK0/Ni4vBf31BLQ/s72-c/Morram-de-inveja.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-4756799930562091467</id><published>2012-01-23T08:45:00.000-02:00</published><updated>2012-01-23T08:45:11.552-02:00</updated><title type='text'>MANIA DE PRAZER</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AgMmqnKYj9o/Tx06Hah1CBI/AAAAAAAABKs/OwFJHUifrEE/s1600/lloyd-jones-copia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="145" src="http://2.bp.blogspot.com/-AgMmqnKYj9o/Tx06Hah1CBI/AAAAAAAABKs/OwFJHUifrEE/s200/lloyd-jones-copia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Ttulo-A" style="text-align: center;"&gt;Dr David Martyn Lloyd-Jones&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;Ai dos &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt; se levantam &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;pela&lt;/st2:verbetes&gt;manhã e seguem a bebedice e continuam &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;até&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;alta&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;noite&lt;/st2:verbetes&gt;,&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;até&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;vinho&lt;/st2:verbetes&gt; os esquenta! &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Liras&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;harpas&lt;/st2:verbetes&gt;,tamboris e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;flautas&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;vinho&lt;/st2:verbetes&gt; há &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;nos&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;seus&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;banquetes&lt;/st2:verbetes&gt;;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;porém&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;não&lt;/st2:verbetes&gt;consideram os &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;feitos&lt;/st2:verbetes&gt; do &lt;st1:dm w:st="on"&gt;SENHOR&lt;/st1:dm&gt;,&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;nem&lt;/st2:verbetes&gt; olham &lt;st1:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st1:dm&gt;as &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;obras&lt;/st2:verbetes&gt; das &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;suas&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mãos&lt;/st2:verbetes&gt;. &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Portanto&lt;/st2:verbetes&gt;,o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;meu&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;povo&lt;/st2:verbetes&gt;será &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;levado&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;cativo&lt;/st2:verbetes&gt;,&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;por&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;falta&lt;/st2:verbetes&gt;de &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;entendimento&lt;/st2:verbetes&gt;; os &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;seus&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;nobres&lt;/st2:verbetes&gt; terão &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;fome&lt;/st2:verbetes&gt;,e a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;sua&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;multidão&lt;/st2:verbetes&gt;se secará de &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;sede&lt;/st2:verbetes&gt;. &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Por&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;isso&lt;/st2:verbetes&gt;, a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;cova&lt;/st2:verbetes&gt;aumentou o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;seu&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;apetite&lt;/st1:dm&gt;,abriu a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;sua&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;boca&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;desmesuradamente&lt;/st2:verbetes&gt;; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st1:dm&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;lá&lt;/st2:verbetes&gt; desce a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;glória&lt;/st2:verbetes&gt;de Jerusalém, e o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;seu&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;tumulto&lt;/st2:verbetes&gt;, e o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;seu&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st1:dm w:st="on"&gt;ruído&lt;/st1:dm&gt;, e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;quem&lt;/st2:verbetes&gt;nesse &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;meio&lt;/st2:verbetes&gt; folgava. &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Então&lt;/st2:verbetes&gt;,a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;gente&lt;/st2:verbetes&gt; se &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;abate&lt;/st2:verbetes&gt;,e o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;homem&lt;/st2:verbetes&gt; se avilta; e os &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;olhos&lt;/st2:verbetes&gt; dos &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;altivos&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;são&lt;/st2:verbetes&gt; humilhados. &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Mas&lt;/st2:verbetes&gt;o &lt;st1:dm w:st="on"&gt;SENHOR&lt;/st1:dm&gt; dos &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Exércitos&lt;/st2:verbetes&gt;é exaltado &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;juízo&lt;/st2:verbetes&gt;;e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Deus&lt;/st2:verbetes&gt;, o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Santo&lt;/st2:verbetes&gt;,é santificado &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;justiça&lt;/st2:verbetes&gt;.&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Então&lt;/st2:verbetes&gt;, os &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;cordeiros&lt;/st2:verbetes&gt;pastarão &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;lá&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;como&lt;/st2:verbetes&gt;se no &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;seu&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;pasto&lt;/st1:dm&gt;;e os &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;nômades&lt;/st2:verbetes&gt; se nutrirão dos &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;campos&lt;/st2:verbetes&gt; dos &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;ricos&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;lá&lt;/st2:verbetes&gt; abandonados.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;(Isaías 5:11-17).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Vemos &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;aqui&lt;/st2:verbetes&gt;o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;segundo&lt;/st2:verbetes&gt; dos 'ais' pronunciados &lt;st1:dm w:st="on"&gt;pelo&lt;/st1:dm&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;profeta&lt;/st2:verbetes&gt; Isaías &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;sobre&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;seus&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;conterrâneos&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;contemporâneos&lt;/st2:verbetes&gt;,o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;nos&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;leva&lt;/st2:verbetes&gt; a &lt;st1:hm w:st="on"&gt;considerar&lt;/st1:hm&gt;a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;segunda&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;manifestação&lt;/st2:verbetes&gt;do &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;problema&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;básico&lt;/st2:verbetes&gt;da &lt;st1:dm w:st="on"&gt;raça&lt;/st1:dm&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;humana&lt;/st2:verbetes&gt;.&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Por&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;ira&lt;/st2:verbetes&gt; de &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Deus&lt;/st2:verbetes&gt;permanece &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;sobre&lt;/st2:verbetes&gt; o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mundo&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;hoje&lt;/st2:verbetes&gt;? &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Por&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt; o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mundo&lt;/st2:verbetes&gt;está do &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;jeito&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;está? &lt;st1:dm w:st="on"&gt;Bem&lt;/st1:dm&gt;, a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;segunda&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st1:dm w:st="on"&gt;causa&lt;/st1:dm&gt; do &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;problema&lt;/st2:verbetes&gt;é &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;quase&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;tão&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;grande&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;quanto&lt;/st2:verbetes&gt;o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;materialismo&lt;/st2:verbetes&gt;. &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;São&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;coisas&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;andam &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;juntas&lt;/st2:verbetes&gt;. &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;São&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;diferentes&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;manifestações&lt;/st2:verbetes&gt;do &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mesmo&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;problema&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;fundamental&lt;/st2:verbetes&gt;. A &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;segunda&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st1:dm w:st="on"&gt;causa&lt;/st1:dm&gt; é o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;descreveremos &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;como&lt;/st2:verbetes&gt; '&lt;st1:dm w:st="on"&gt;mania&lt;/st1:dm&gt;de &lt;st1:hm w:st="on"&gt;prazer&lt;/st1:hm&gt;', &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;imoderação&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;quanto&lt;/st2:verbetes&gt; ao &lt;st1:hm w:st="on"&gt;prazer&lt;/st1:hm&gt;!É &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;isso&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;vamos &lt;st1:hm w:st="on"&gt;considerar&lt;/st1:hm&gt; nesses &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;versículos&lt;/st2:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;, &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;elas&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;são&lt;/st2:verbetes&gt; apresentadas &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;particularmente&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;termos&lt;/st2:verbetes&gt;de &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;bebida&lt;/st2:verbetes&gt; - "&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;bebida&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;forte&lt;/st2:verbetes&gt;" – e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;música&lt;/st2:verbetes&gt;.&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Mas&lt;/st2:verbetes&gt; é &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;claro&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;aquilo&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;com&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;profeta&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;toda&lt;/st2:verbetes&gt;a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mensagem&lt;/st2:verbetes&gt; bíblica estão preocupados &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;não&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;são&lt;/st2:verbetes&gt; os &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;prazeres&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;particulares&lt;/st2:verbetes&gt;,e, &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;sim&lt;/st2:verbetes&gt;, o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;fato&lt;/st2:verbetes&gt;de &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;homens&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mulheres&lt;/st2:verbetes&gt;serem culpados dessa &lt;st1:dm w:st="on"&gt;mania&lt;/st1:dm&gt; de &lt;st1:hm w:st="on"&gt;prazer&lt;/st1:hm&gt;.&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Não&lt;/st2:verbetes&gt; é a &lt;st1:dm w:st="on"&gt;questão&lt;/st1:dm&gt;da &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;bebida&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;ou&lt;/st2:verbetes&gt;da &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;música&lt;/st2:verbetes&gt;, &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;ou&lt;/st2:verbetes&gt;seja &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;lá&lt;/st2:verbetes&gt; o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;for. O &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;importante&lt;/st2:verbetes&gt; é &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;homens&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mulheres&lt;/st2:verbetes&gt;estão embriagados &lt;st1:dm w:st="on"&gt;pelo&lt;/st1:dm&gt; &lt;st1:hm w:st="on"&gt;prazer&lt;/st1:hm&gt;,e vivem &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;fanática&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;exclusivamente&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st1:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st1:dm&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;ele&lt;/st2:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;É &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;evidente&lt;/st2:verbetes&gt;,&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;porém&lt;/st2:verbetes&gt;, &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;até&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mesmo&lt;/st2:verbetes&gt;os &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;detalhes&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;dados&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st1:dm w:st="on"&gt;pelo&lt;/st1:dm&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;profeta&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;sobre&lt;/st2:verbetes&gt; o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;acontecia &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;oito&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;séculos&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;antes&lt;/st2:verbetes&gt; do nascimento de &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Cristo&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;ainda&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;são&lt;/st2:verbetes&gt; basicamente &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;iguais&lt;/st2:verbetes&gt;aos do &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mundo&lt;/st2:verbetes&gt; de &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;hoje&lt;/st2:verbetes&gt;.&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Não&lt;/st2:verbetes&gt; é &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;apenas&lt;/st2:verbetes&gt;o &lt;st1:hm w:st="on"&gt;beber&lt;/st1:hm&gt;, &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mas&lt;/st2:verbetes&gt;a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;bebida&lt;/st2:verbetes&gt; – &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;cada&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;vez&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mais&lt;/st2:verbetes&gt;–, e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;tudo&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;a acompanha. &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Qual&lt;/st2:verbetes&gt; é &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;um&lt;/st2:verbetes&gt;dos &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mais&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;populares&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;&lt;i&gt;slogans&lt;/i&gt;&lt;/st2:verbetes&gt;da &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;era&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt; vivemos? No &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;as &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;pessoas&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;não&lt;/st2:verbetes&gt; crêem &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Deus&lt;/st2:verbetes&gt;, &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Cristo&lt;/st2:verbetes&gt; e nas &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Escrituras&lt;/st2:verbetes&gt;,acreditam? &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Como&lt;/st2:verbetes&gt; é essa &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;vida&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;maravilhosa&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;lhes&lt;/st2:verbetes&gt;é oferecida? &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Não&lt;/st2:verbetes&gt; é essa &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;tão&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;insensata&lt;/st2:verbetes&gt; efrivolamente celebrada – "&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;vinho&lt;/st2:verbetes&gt;, &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mulher&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;música&lt;/st2:verbetes&gt;"?&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Então&lt;/st2:verbetes&gt;, a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;descrição&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;dada&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;pelo&lt;/st1:dm&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;profeta&lt;/st2:verbetes&gt; soa &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;curiosamente&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;contemporânea&lt;/st2:verbetes&gt;. &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Ele&lt;/st2:verbetes&gt;menciona "&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;banquetes&lt;/st2:verbetes&gt;". &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Isso&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;também&lt;/st2:verbetes&gt; é &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;bastante&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;contemporâneo&lt;/st1:dm&gt;. &lt;st1:hm w:st="on"&gt;Comer&lt;/st1:hm&gt;! &lt;st1:hm w:st="on"&gt;Festejar&lt;/st1:hm&gt;! &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Dar&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;festas&lt;/st2:verbetes&gt; ! O &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;tipo&lt;/st2:verbetes&gt; de &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;vida&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt; está &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;aqui&lt;/st2:verbetes&gt;resumida &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;pormenores&lt;/st2:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Antes&lt;/span&gt;&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;passemos à &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;análise&lt;/st2:verbetes&gt; detalhada do &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;profeta&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;sobre&lt;/st2:verbetes&gt;essa &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;perspectiva&lt;/st2:verbetes&gt; de &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;vida&lt;/st2:verbetes&gt;,podemos &lt;st1:hm w:st="on"&gt;notar&lt;/st1:hm&gt; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;dois&lt;/st1:dm&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;pontos&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;gerais&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt; estão &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;aqui&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;bem&lt;/st1:dm&gt; na &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;superfície&lt;/st2:verbetes&gt;. &lt;st1:dm w:st="on"&gt;Você&lt;/st1:dm&gt; pode &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;ver&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt; Isaías faz &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;um&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;parêntese&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st1:dm&gt;&lt;st1:hm w:st="on"&gt;enfatizar&lt;/st1:hm&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;isso&lt;/st2:verbetes&gt; é verdadeiro &lt;st1:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st1:dm&gt;todas as &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;classes&lt;/st2:verbetes&gt; da &lt;st1:dm w:st="on"&gt;sociedade&lt;/st1:dm&gt;.&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Este&lt;/st2:verbetes&gt; é &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;um&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st1:dm w:st="on"&gt;ponto&lt;/st1:dm&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;muito&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;importante&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;porque&lt;/st2:verbetes&gt;é &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;um&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;princípio&lt;/st2:verbetes&gt;bíblico o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;fato&lt;/st2:verbetes&gt; de &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;todos&lt;/st2:verbetes&gt; os &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;homens&lt;/st2:verbetes&gt;e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mulheres&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;são&lt;/st2:verbetes&gt;a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mesma&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;coisa&lt;/st1:dm&gt;&lt;st1:dm w:st="on"&gt;para&lt;/st1:dm&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Deus&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;são&lt;/st2:verbetes&gt; culpados dos &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mesmos&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;pecados&lt;/st2:verbetes&gt;. É &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;claro&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;que&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;nós&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;nos&lt;/st2:verbetes&gt; dividimos &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;grandes&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;pequenos&lt;/st2:verbetes&gt;,&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;ricos&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;pobres&lt;/st2:verbetes&gt;,&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;cultos&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;ignorantes&lt;/st2:verbetes&gt;,&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;marxistas&lt;/st2:verbetes&gt; e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;capitalistas&lt;/st2:verbetes&gt;,e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;tudo&lt;/st2:verbetes&gt; o &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mais&lt;/st2:verbetes&gt;.&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;Isso&lt;/st2:verbetes&gt;, &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;porém&lt;/st2:verbetes&gt;,é &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;totalmente&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;irrelevante&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;porque&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;você&lt;/st1:dm&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;encontra&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;pessoas&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;em&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;todos&lt;/st2:verbetes&gt;&lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;esses&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;grupos&lt;/st2:verbetes&gt;e &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;partidos&lt;/st2:verbetes&gt; fazendo &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;exatamente&lt;/st2:verbetes&gt;a &lt;st2:verbetes w:st="on"&gt;mesma&lt;/st2:verbetes&gt; &lt;st1:dm w:st="on"&gt;coisa&lt;/st1:dm&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Veja como o profeta apresentaeste ponto. Ele diz: ".,,os seus nobres terão fome e suas multidõessecarão de sede". Você pode dividir a sociedade assim, O mundo faz isso:poucos nos altos círculos da sociedade e as massas. Veja outra vez no v. 14:"a glória de Jerusalém", quer dizer: dos grandes homens; os grandeshomens da nação são a glória daquela nação – "a sua glória e suamultidão" outra vez a mesma divisão – "e sua pompa, e aquele que seregozija descerão para lá [para o inferno]". Da mesma forma no v. 15 elese mostra preocupado com isso. "O homem mau será abatido e o poderoso seráhumilhado." Vale para &lt;i&gt;todos&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A mensagem do Evangelho vale paratodos; não reconhece divisões ou distinções. "Não há grego nem judeu (...)bárbaro, cita, escravo ou homem livre" (Colossenses 3:11), conservador,liberal, socialista – não importa. Não importa seu país ou a cor da sua pele:"Todos pecaram"! (Romanos 3:23) Todos são culpados: classes alta,baixa, mau, anônimo ou poderoso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Este é um ponto tremendo. É porisso que a pessoa que tem uma visão bíblica da vida julga tudo maissuperficial. Algumas pessoas dizem: "É isso o que eu acho; o problema sãoas outras pessoas." São sempre os outros! Mas o problema é de todos. Estáem todas as classes, todos os grupos, todos os homens e todas as mulheres. Épor isso que tudo o mais se torna irrelevante: todos os diferentes tipos dedivisões. A questão não é totalmente por causa do trabalhador, nem totalmentepor causa dos empregadores. Os dois lados são culpados de, precisamente, amesma coisa. Não importa muito se você bebe vodca, uísque, cerveja ou cachaça;o fato é que você ingere bebida alcoólica. É simplesmente isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Em segundo lugar – e isso éestarrecedor, o que mais espantou o profeta –, eles estavam-se comportandoassim num tempo de terríveis problemas. Deus levantou uma sucessão de profetaspara falar a esta nação por causa do seu estado e condição. Eles estavamequivocados politicamente, militarmente, moralmente, e em muitas outras coisas.Sobre o que lhes acontecia, estavam vivendo desse modo. Ele apresenta asituação bem claramente:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citao"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ai dos quese levantam cedo de manhã e seguem a bebida forte e continuam até a madrugada,até que o vinho os inflame! A harpa, a lira, os tamborins e as flautas estão emseus banquetes; porém, não consideram os feitos do Senhor nem as obras. de suasmãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Para mim, esta é uma das coisasmais espantosas sobre os homens e mulheres em pecado. Quase todos os dias naprimeira página dos jornais populares você encontra exatamente o que o profetadiz aqui. Você já notou? De um lado você lê sobre uma grande crise – problemaem algum país, talvez uma ameaça de guerra, algo que pode levar a umacalamidade ou alguma coisa desesperadamente séria –; então, na mesma página, emoutra coluna, está impresso algo totalmente trivial ou fútil, infantil e quaseridículo. Mas está lá na primeira página! Por quê? Porque, apesar da crise,apesar das circunstâncias, homens e mulheres ainda estão interessados noprazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Você já notou aquela curiosafalta de senso de proporção? Não é novidade, acontecia com o povo de Israel.Não é apenas Nero que se diverte enquanto Roma pega fogo. Isso sucedeu durantea Primeira e a Segunda Grandes Guerras. Apesar de que tudo estivesseaparentemente em perigo, homens e mulheres ainda continuavam a beber, dançar efazer tudo o mais. Esta é a coisa mais curiosa sobre as pessoas em pecado: elassão tolas a ponto de pensar que podem comportar-se deste modo, em tal tempo,sob tais condições e circunstâncias. Não é assombroso que, com o mundo do jeitoque está, com tantos cientistas não-cristãos nos dizendo que ele está emperigo, tanta proeminência seja dada a coisas que correspondem à descriçãoapresentada aqui da vida em Israel, oito séculos antes do nascimento de Cristo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Esta, então, é a essência doproblema, e esta é a coisa que devemos agora confrontar e juntos analisar.Então, vejamos esta "mania de prazer": não se pode chamá-la de outracoisa. Quais são as suas características? A primeira que está enfatizada, é claro,é que homens e mulheres vivem para o prazer – "... se levantam cedo demanhã e seguem a bebida forte e continuam até a madrugada, até que o vinho osinflame! A característica desta perspectiva é a de que o prazer se torna acoisa suprema na vida; ele se transforma em um fim e objetivo; é a própriavida. A busca do prazer! Um tipo de hedonismo, pan-hedonismo, se você preferir;é mais importante que tudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu interpreto desta maneira, masnão há nada errado com o prazer. Não pense que o Cristianismo condena o prazer.Para mim, uma das glórias da mensagem cristã é que ela oferece alegria, e dáalegria real. O amuado, sorumbático, casmurro, tristonho, desanimado, decara-amarrada; o implicante, agressivo, eternamente acusador, sempremal-humorado não são bons representantes do verdadeiro cristianismo. Pelocontrário: são péssimos! Os cristãos, de acordo com o apóstolo Pedro, podem serdescritos em termos de alegria. Seu relacionamento com o Senhor Jesus Cristo éeste: "O qual, apesar de não o termos visto, amamos; no qual, embora agoranão o vejamos, cremos, e nos regozijamos com uma alegria indescritível e cheiade glória" (I Pedro 1:8). Cristãos, diz o apóstolo Paulo, são pessoas que"se gloriam nas tribulações" (Romanos 5:3). Quando tudo está indo mal,eles ainda se regozijam. Não há nada errado com felicidade e prazer. Deusproíbe que alguém confunda moralidade com cristianismo! Cristianismo não é umamensagem que nos urge a, nas palavras de Milton, "desprezar prazeres eviver para o trabalho." Não ! É uma mensagem de liberação, libertação,emancipação, "alegria indescritível e repleta de glória".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Isso, porém, é algo muitodiferente da adoração do prazer, de viver para ele. É diferente de dizer que oprazer é o supremo final e objetivo da vida e da existência, e que ele vem.primeiro que qualquer outra coisa. E este era o problema das pessoas no tempode Isaías; e não é assim também hoje? .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Este é um problema muito sério.Você sabe o que levou o Império Romano ao "declínio e queda"? Nãoforam os exércitos estrangeiros. Eu sei que foram os góticos e os vândalos eoutros que na realidade saquearam Roma e conquistaram o país, mas não foi a suaforça e seu heroísmo que levaram à queda de Roma. Foi a podridão interna que jáa havia enfraquecido. E como foi isso? Simplesmente a mania de prazer. Oscidadãos de Roma passavam o tempo em seus banhos públicos; eles tinham que terbanheiras douradas, e lá relaxavam tomando sua bebida e ouvindo música. Acultura do ego! Isso derrubou aquele império poderoso, e tem derrubado muitos outrosimpérios desde então. Muitos grandes impérios se desintegraram como resultadoda podridão interna.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu me pergunto se não estamostestemunhando um pouco disso nos dias de hoje... A atitude de muita gente comrelação ao trabalho é a de que ele é apenas um meio de fazer dinheiro paracomprar prazer. Onde está o artesão? Onde estão o interesse real e o prazer detrabalhar? Não, a atitude mudou em todas as classes. Freqüentemente, as pessoasestão na profissão para fazer dinheiro, e não porque estejam interessadas noseu trabalho ou em descobrir algo novo, ajudar a humanidade ou ser altruístas.Tudo se torna, como eu disse antes, uma forma de símbolo de estátuas. E assim otrabalho se transforma em um meio de as pessoas obterem dinheiro para comprarmais e mais prazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Pior ainda: o prazer se tornou umnegócio! Esta é uma das grandes tragédias da vida moderna. As pessoas falam de"esporte", mas não têm nada a ver com o esporte: é negócio. Homens emulheres, artistas e atletas, são comprados e vendidos como se fossem escravos.Até mesmo o prazer se tornou um negócio e um meio de fazer dinheiro. E, se nãohouver apostas, as pessoas não apreciam. Elas não parecem apreciar a coisa emsi, apenas o que pode "ser feito" com ela. E, assim, cada vez maistudo é colocado de lado em prol do prazer; o trabalho é suspenso no meio dasemana para que ao jogo de futebol, possam todos assistirem. Não importa opaís, desde que tenhamos nosso divertimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Você pode, assim, ver quãocontemporâneas as Escrituras são. E isso é válido não apenas em relação àsnações, mas também a indivíduos. Esta mania de prazer pode tomar conta daspessoas de tal forma que elas passem a negligenciar seu trabalho, suasprofissões, e, até mesmo sua reputação. O prazer se transforma num poder tãosufocante que elas se deixam controlar por ele. Já se levantam pela manhãdecididas a ir atrás dele, e continuam até à noite. A curtição é o queinteressa, não o trabalho honesto, o trabalho real; não a preocupação com viveruma vida completa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Veja, então, a artificialidadedesta vida. O profeta expõe isso aqui, assim como a Bíblia o expõe por todolado. É preciso que se anuncie, que se escancare esta verdade. A tão faladavida glamourosa não pode ser mais superficial. Ela é o tipo mais frívolo deexistência que pode ser concebido. Ela não pode ser mantida sem meiosartificiais. É produzida artificialmente, estimulada pela bebida, pela emoçãodescontrolada, o canto e certos tipos de música. Homens e mulheres que não sesentem felizes, a não ser que estejam sob a influência da bebida, devem ser bemtristonhos. Será que não podem ser felizes quando estão em seu estado natural?São obrigados a ter esses estimulantes para se tornarem sociais, manterem umaconversa animada e interessante, serem simpáticos e alegres, conseguirem,enfim, divertir-se e divertir e atrair outros inclusive... Aparentemente: elesnão são felizes. Nada pode medir tão bem a tristeza desta era em que vivemosquanto o modo como a vida é levada adiante à base de estimulantes artificiais.É uma vida puramente artificial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas deixe-me enfatizar outroelemento: a degradação. Você percebe como a vida é mantida? Ela dependeprincipalmente de duas coisas. Primeiro, "bebida forte". E qual é aoutra coisa? Bem, é um certo tipo de música, um tipo de ritmo produzido"pela harpa, lira, o tamborim, e flauta".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Isso também é uma coisa muitoséria. Esse tipo de vida só é produzido, e se torna possível, à custa das maiselevadas faculdades mentais. As pessoas pensam que o álcool é um estimulante,mas abra qualquer livro de farmacologia e você verá que é um grande depressivo.O que ele faz é deprimir os centros mais elevados. As pessoas sob suainfluência parecem brilhantes: por quê? Porque estão um pouco menoscontroladas. É por isso que, lamentavelmente, elas começam a beber. Elas sesentem um pouco nervosas e apreensivas, tolhidas e reprimidas. Então, buscam abebida. Ela elimina aqueles elementos que produzem o nervosismo, e assim elasse sentem livres. Mas não é um estímulo, e, sim, um bloqueador das mais elevadas,cuidadosas qualidades e faculdades controladoras do cérebro. Dessa maneira, aspessoas se tornam mais primitivas. Mas é assim que se vive este tipo de vidaque resulta da mania de prazer. Você alcança isso se drogando mediante drogasou álcool.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Esse não é, porém, o único modo;a música também faz isso. Um certo tipo de música, é claro: a música ritmada,que se repete infinitamente até que você começa a se movimentar com ela. Vocêjá notou como as pessoas fazem isso? A música se inicia e elas começam movimentandoos pés, depois se põem a balançar o corpo. Este é, exatamente, o mesmo tipo deefeito produzido pelo álcool. Você pode ficar "embriagado" com certostipos de música quase que do mesmo modo como pode ficar embriagado pelo álcool:pela repetição rítmica e, especialmente, pelos movimentos do corpo. Seuscentros elevados são bloqueados e você, gradualmente, entra num tipo de estadode intoxicação. E quando você une os dois – álcool e música – tem o tipo devida que está descrito aqui pelo profeta, e que se está tornando cada vez maisuma característica da vida neste país. É uma vida de gritaria, abandono,loucura, em que homens e mulheres não mais se controlam nem se comporiam de umaforma decente e humana. E isso é feito deliberadamente. É brilhantementeorganizado. Existem pessoas que apostam nesse tipo de coisa, que fazem dinheirocom ela, tornando-a popular. E as pessoas, em geral, são iludidas e se tornamvítimas inocentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Finalmente, aparece a palavra"inflamar". "Ai dos que se levantam cedo de manhã e seguem abebida forte e continuam até a madrugada, até que o vinho os inflame."Este é um modo gráfico e poético de se pintar a questão. O que realmenteacontece, é claro, é que, em primeiro lugar os centros elevados do cérebroficam bloqueados pelo álcool e pela música, e, então, os instintos e paixões,os desejos e luxúrias tomam o controle, e as pessoas ficam cheias de fogo. Elasse tornam "inflamadas". E aí acontecem todas as conseqüênciasinevitáveis. Homens e mulheres se tornam feras, controlados pelos instintos daspartes inferiores de sua natureza corporal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Aí está o elemento de degradação.A coisa mais impressionante é que, misturado com tudo isso, está o que Isaíasno v. 15 chama de "os olhos dos altivos". As pessoas que seguem estetipo de vida pensam que são maravilhosas. Elas se gabam de não ser cristãs.Orgulham-se de sua forma de viver. Observe na televisão e em outros lugares.Não podem cumprimentar ninguém sem que estejam segurando um copo! Sempre estãotomando um drinque. Isso é que é vida: estar "ligada", numa boa! Elesacham maravilhoso. É uma vida de alegria, dizem. Lá vão eles, ao som da músicae demonstrando todos os efeitos da bebida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Vamos parar por aí. Estas são ashorríveis características da vida sem Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Quais são as causas? Elas estãoregistradas de uma forma bem simples no v. 13: "Assim, meu povo foi para ocativeiro, porque eles não têm conhecimento." Isaías já havia mencionadoisso no v. 12: "... mas eles não observam a obra do Senhor, nem considerama operação de suas mãos". Eles vivem assim porque são ignorantes."Quê!" – exclama alguém – "Você está dizendo que as pessoas nãosão cristãs porque são ignorantes?..." &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;É precisamente isso que estoudizendo. Não há obra do diabo mais prima do que seu sucesso em persuadir as pessoasde que é seu conhecimento que as leva a rejeitar o Cristianismo. Mas exatamenteo oposto é que é verdadeiro. O diabo as mantém na ignorância porque, enquantopermanecerem nela, elas farão o que ele manda. A partir do momento em querecebem a luz – o Evangelho é chamado de "luz" –, elas passam aenxergar e o abandonam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mas elas são ignorantes sobrequê? Deixe-me apresentar algumas das coisas que Isaías nos diz aqui:"Assim, o meu povo foi para o cativeiro, porque não temconhecimento." Em outras palavras: eles não sabem que são o povo de Deus.Este é o eterno problema do povo de Israel. Eles nunca compreenderam quem são;queriam ser como as outras nações. Eles diziam: Essas outras nações são naçõesde muita sorte: seus deuses são muito melhores que o nosso; eles podem comer oque quiserem; podem casar-se com quem desejarem; podem fazer o que lhes der nacabeça fazer, durante os sete dias da semana! Nosso Deus nos deu os DezMandamentos, e eles são insuportáveis. Eles queriam ser como os outros; então,deram as costas a Deus e aceitaram os outros deuses. Nunca entenderam oprivilégio de serem o povo de Deus, um povo único, um povo propriedade especialde Deus, um povo que é como "a menina dos olhos" para Deus, como eleos chama (Deuteronômio 32:10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;E o verdadeiro problema do mundohoje ainda se deve a isso: as pessoas não conhecem a verdade sobre si mesmas;não têm esse conhecimento. Que são os homens e as mulheres? São apenas máquinasde fazer dinheiro? São animais que devam buscar o prazer? Estão aqui para ficarbêbados, entregarem-se ao sexo, e endoidecerem com música ritmada? Será quevocê percebe? Será que as pessoas foram criadas para se comportarem como sefossem animais numa fazenda? Seria prazer o "derradeiro fim" parahomens e mulheres? Será que eles só estão aqui para gratificar esse lado?Afinal, é só isso?...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Não, não! O problema com o mundohoje é que ele não conhece o que é o ser humano. São ignorantes sobre suaprópria origem, sobre sua natureza e seu destino final dentro do propósito deDeus. "Meu povo!" As pessoas se gloriam hoje no fato de que sãoanimais. Vangloriam-se da evolução como se fosse um grande elogio. Parecemgostar de pensar que não são nada além de macacos extremamente desenvolvidos,animais racionais e nada mais. Elas odeiam a idéia da alma; não crêem em Deusnem na eternidade, Tudo porque são ignorantes sobre sua própria grandeza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Que mais elas ignoram? Veja o v,12: "... mas eles não observam a obra do Senhor, nem consideram a operaçãode suas mãos". Que Isaías quer dizer com isto? Ele diz que elas estãovivendo como se não soubessem nada sobre a obra do Senhor. Também é sobre issoque homens e mulheres modernos não pensam nunca a respeito, porque nem levam emconta. Eles não entendem que Deus é o doador de toda coisa boa e todo domperfeito. Eles parecem pensar que o Serviço Nacional de Saúde é quem dá asaúde! Mas Deus é quem dá a saúde; Deus é o doador da vida, da força, doalimento e da vestimenta.As pessoas pensam que fazem tudo, e têm orgulho desuas invenções, seus instrumentos, suas criações etc. Se Deus, porém,suprimisse o sol e a chuva, todos morreríamos de inanição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Os homens e as mulheres não notama obra de Deus. São ignorantes, só olham para si mesmos. Não estão cientes dabondade, misericórdia e compaixão de Deus. Não percebem que Deus "...faz osol nascer sobre maus e bons e envia a chuva sobre justos e injustos"(Mateus 5:45). Pensam que controlam tudo. Podem até enfrentar a fome, como jávimos; conseguem enfrentar o desastre, por causa de sua ignorância, porquequebraram as regras de Deus e violaram as leis da natureza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Que mais as pessoas não percebem?Elas não percebem que Deus tem operado, não apenas na providência e na criação,mas na história também. História! Tente explicar a história deste mundoexcluindo Deus! Você não conseguirá. A Bíblia é o melhor livro de história queexiste no mundo. É nas suas páginas que você realmente começa a entender aHistória. Você vê que, por trás de todos os homens, reis, príncipes, homens deEstado, e das guerras, há um propósito de Deus: Deus controla tudo! Mas elesnão acreditam nisso. Eles continuam desafiando. Deus, porém, está aí. Eles semetem em problemas, e por quê? Porque se esqueceram de Deus, e olvidaram"as obras das suas mãos".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;E então, ainda mais: há o fato deque, se você observar o processo da história, chegará à conclusão de que temos,afinal, um universo moral. Você não pode fazer o que quer neste mundo. Você nãopode ser leviano. Você não pode beber bebida forte indefinidamente sem ter quepagar o preço por isso. Deus estabeleceu isso como uma lei. "O caminho dostransgressores é duro" (Provérbios 13:15). O transgressor, porém, não crênisso. As pessoas que começam a brincar com o pecado não crêem nisso. Mas esteé um fato: se você pecar, você sofrerá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;E o mundo inteiro está sofrendo.O mundo é ignorante: Eles "não observam a obra do Senhor, nem consideram aoperação de suas mãos". Existe uma idéia de que, se há de fato um Deus,então, no momento em que as pessoas pecarem, Ele irá feri-las. Mas isso não é oque aprendemos da história de Deus na Bíblia. Nas palavras do poeta Longfellow,o que nós aprendemos lá é isto: 'Apesar de as pedras do moinho de Deustriturarem devagar, elas, ainda assim, trituram excessivamente pequeno. Opecado sempre alcança as pessoas. "Tenha certeza de que o pecado teencontrará" (Números, 32:23). Pode demorar muito, mas chegará ao fim. Porque você não aprende? Por que não vê? Por que não observa a obra das mãos deDeus e enxerga o que Ele sempre tem feito?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Isso leva à última coisa – osjulgamentos de Deus. A tragédia de Israel era que Deus estava sempre tendo quetrazer um julgamento; estava começando a puni-los, mas eles não viam. Qual éeste julgamento? "O Senhor dos Exércitos será exaltado em juízo, e Deus, oSanto, será santificado em justiça" (v, 16). A causa do problema é quehomens e mulheres não sabem que estão num universo moral, cujo rei é Deus, eque Deus é o Juiz de todo o mundo, e o julgará com justiça. Suascaracterísticas são justiça, santidade, retidão e verdade. Esses são osparâmetros de Deus, e é assim que Ele queria que homens e mulheres vivessem:não para servir às suas paixões e aos seus desejos e luxúrias; não para viveremno prazer, mas para buscarem justiça, santidade, retidão e verdade. Eles foramcriados para viverem como seres humanos e não como animais. Foram criados paraserem um reflexo de Deus. É por isso que Deus disse: "Façamos o homem ànossa imagem" (Gênesis 1:26). Deus o fez senhor sobre a Criação, não paraque ele se comportasse como um animal, mas para que se sobressaísse na glóriada diferença, com uma mente e uma razão, e controle, ordem e dignidade em suavida. E Deus julgará homens e mulheres de acordo com isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Deus revelou isso através dosséculos. Está tudo revelado aqui na história encontrada na Bíblia. Estáigualmente claro na história subseqüente, e se há uma época em que está claro éhoje. O julgamento de Deus está sobre este mundo. Eu já disse antes, e repitoagora: na minha opinião, as duas guerras mundiais foram nada mais do que o julgamentode Deus sobre o mundo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ao redor de 1859 – o ano em queCharles Darwin publicou seu famoso livro &lt;i&gt;AOrigem das Espécies&lt;/i&gt; – as pessoas começaram a dizer que finalmente podíamosnos livrar de Deus. "O homem é tudo", afirmaram. "O homem é ocentro; Deus não é necessário. Empurrem-no para dentro do limbo das coisasesquecidas! O homem pode viver sem Deus e construir um mundo perfeito!"Eles disseram que o mundo estava evoluindo; os poetas cantaram e falaram sobre"O Parlamento do Homem, a Federação do Mundo". O Conhecimento crescea cada era, e o século XX deveria ser o século de ouro. Os homens e asmulheres, em sua auto-suficiência, não precisam mais de Deus. Se há um séculoque haja conhecido a manifestação da ira e do desprazer de Deus em sua justiça,santidade e retidão sobre o pecado da humanidade, este é o século XX. Você jáobservou isso? Você está consciente disso? Você sabia que Deus está falandomediante tudo isso, e nos está advertindo a parar por aqui, antes de que sejatarde demais?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;E isso me leva ao meu últimosubtítulo: o fim de tudo isso. Para onde tudo isso leva? Qual é o fim destetipo de mania de prazer que venho analisando? Qual o veredicto sobre isso tudo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Para começar, é um tipo de vidaque nunca satisfaz. Se você buscar a vida de prazeres, nunca terá o bastante,nunca. Se tentar encontrar seu prazer e satisfação em bebida alcoólica, sempreterá que tomar mais e mais. Comece a tomar drogas, e logo se tornará umviciado; busque prazer em qualquer forma que signifique falta de controle, abandonode si em prol de estimulantes artificiais, e nunca ficará satisfeito; procuresatisfação no sexo, na luxúria e na imoralidade e irá de decadência emdecadência, até se prostituir por inteiro; até se tornar imundo e repelente, aponto de adoecer. A vida sem Deus nunca satisfez a ninguém. Ela é incapazdisto, porque homens e mulheres são muito mais que isto; muito maiores queisto. Eles são feitos para Deus, e essas coisas não podem satisfazer a eles.Nada, além de Deus, consegue trazer satisfação: "Tu nos fizeste para ti, enossa alma está inquieta até que encontre descanso em ti", como já diziaAgostinho. Esta é a primeira coisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Além disso, porém, viver para oprazer sempre implica uma degeneração progressiva; sempre leva a uma perda depoder, perda de refinamento e de consideração pelos outros. A vida se tornamais e mais egoísta quando as pessoas vivem para si próprias e para a busca dopróprio prazer. Elas descartam pais, mães, filhos, todo mundo; o prazertorna-se supremo, e tudo o mais é abandonado. Oh, que perda de refinamento! Queperda de castidade e de pureza e nobreza! A mania de prazer sempre leva à perdade todos os poderes mais elevados e das melhores e mais nobres qualidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Há algo, porém, ainda pioresperando por aqueles que vivem essa vida: a humilhação. "O homem mau seráabatido e o poderoso humilhado, e os olhos dos altivos aviltados" (v. 15).A Bíblia está cheia disto. A história subseqüente está cheia disto. Aqueles quevivem uma vida de prazer e dão as costas a Deus serão humilhados. A pompa seráridicularizada e reduzida a nada, "...e a sua glória, sua multidão e suapompa, e aquele que se regozija, descerão para lá [inferno]" (v. 14). Olhepara o mundo de hoje com sua pompa e glória, com todo o seu gargalhar eregozijo, e toda a sua aparente felicidade, essa felicidade artificial, esseartifício, essa coisa irreal. Mas ele pensa que é maravilhoso; "vinho,mulheres e música" o brilho da vida noturna, a excitação da luxúria. Asgrandes cidades: Londres, Paris e Nova Iorque – maravilha! Aqui está a vida!Está mesmo? Tudo terminará por ser rebaixado e humilhado; a pompa, o êxtase, aemoção carnal e a suposta felicidade se tornarão em nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Deixe-me usar as própriaspalavras do nosso abençoado Senhor, que falou sobre isto. Veja as palavrasregistradas em Lucas, 6:24,25: "Ai daqueles que são ricos!, pois járeceberam seu consolo." Você, que vive para as riquezas, já está tendotudo que pode conseguir, mas você vai morrer um dia e não poderá levar nada comvocê; você, então, não terá nada. Você já teve "a sua consolação"."Ai daqueles que estão cheios!" Vocês, festeiros sensuais, comilões ebeberrões; como o salmista traduz: homens maus, "cujos olhos estãosalientados pela gordura" (Salmos 73:7). "Ai daqueles que estãocheios! porque ficarão famintos. Ai daqueles que riem agora! Porque eles irãochorar e lamentar" (Lucas 6:25). Já vimos algo assim, não é mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Eu me lembro – e nunca vouesquecer – da primeira semana da Segunda Guerra Mundial, e do terror einfelicidade das pessoas inteligentes quando estourou a guerra e a ameaça debombardeio. Jamais olvidarei aquele domingo de manhã, o primeiro domingo depoisda queda da França, no dia 17 de junho de 1940. Eu estava dirigindo o cultomatutino como de costume, quando vi dois homens que nunca vira antes nacongregação. Eu os conhecia fazia bastante tempo. Sabia que eram zombadores,homens não religiosos. Perplexos, porém, ante a possibilidade de um colapsogeral, eles se humilharam e vieram ouvir a Palavra de Deus. "Ai daquelesque riem agora!" Quão tolos são os homens e mulheres em pecado! Eles nãoraciocinam, não percebem sua ignorância. Seu riso se tornará em choro! E o fimde tudo isto é o inferno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Isto está colocado em Isaías comouma imagem gráfica: "Por isso, o inferno aumentou seu apetite, e abriu asua boca desmesuradamente, e para lá descerá a glória de Jerusalém e a suamultidão, e a sua pompa e quem nesse meio folgava" (v. 14).O final daqueletipo de vida! Não se trata apenas da morte física: é a morte espiritual, oHades: o sofrimento que há ali; a miséria; é a destruição eterna sem fim. Ogrande e o pequeno, e sua multidão, o alto e o baixo, o exaltado e todos osoutros, para baixo vão todos, com toda a sua pompa, para o nada!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citaodepoesia" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="ES-AR" style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;Ogabar-se da nobreza, a pompa do poder &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citaodepoesia" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="ES-AR" style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;etoda a beleza, que toda aquela riqueza poderia oferecer &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citaodepoesia" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="ES-AR" style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;esperampela hora inevitável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="citaodepoesia" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="ES-AR" style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;Oscaminhos da glória levam apenas ao túmulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Thomas Gray&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Então, que esperança existe paratais pessoas? Está tudo aqui. Temos simplesmente que fazer o oposto do que elasfizeram. Em outras palavras: temos que começar "a observar'. "Maseles não observam as obras do Senhor, nem consideram a operação de suasmãos" (v, 12).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Você percebe a verdade destamensagem? Como o carcereiro de Filipos, você pode dizer: "O que devo fazerpara ser salvo?" (Atos 16:30) Aqui está a resposta. Pare! Comece a"notar a obra do Senhor"; comece a "considerar o operar de Suasmãos". Pare por um momento. Pare essa frívola roda-viva de prazer, essavida tola na qual você se envolveu. Pare esta existência que se mantémartificialmente. Pare por um momento e pergunte-se, analise a sua vida,indague-se para onde ela o está levando. Que aconteceu com aqueles que fizeramisso no passado? Onde isso tudo termina? Observe!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Comece a ler os sinais dostempos. Veja o que está acontecendo ao seu mundo; veja quais são aspossibilidades. E ao "notar", comece a "considerar" e atirar suas conclusões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Isaías se expressa de um modomaravilhoso no final do texto. Quando todos esses outros forem lançados noinferno, "então os cordeiros comerão lá como se no seu pasto, e osestranhos se nutrirão dos campos dos ricos lá abandonados" (v. 17). Quemensagem! Qual é a saída? É tornar-se como uma ovelha. Não ser arrogante, nãoser como o homem do século XX, orgulhoso de sua ciência e conhecimento,levantando-se eretamente sobre os próprios pés, desafiando Deus e os homens;mas, pelo contrário, tornar-se como uma "ovelha". Não mais aaparência arrogante de um intelectual, mas a humildade e a mansidão de umaovelhinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Em outras palavras: o caminho dasalvação é o caminho das bem-aventuranças pronunciadas por nosso Senhor eSalvador: "Bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o Reinodos Céus (...) Bem-aventurados os humildes (...) Bem-aventurados osmisericordiosos (...) Bem-aventurados os que têm sede e fome", não decomida e bebida forte ou de poderio mundial, mas de justiça "..,porqueserão saciados" (Mateus 5:3-7). Eles terão uma satisfação permanente ereal. "...os cordeiros comerão lá como em seu próprio pasto". &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Quando os outros se forem, asovelhas estarão se alimentando em suas cocheiras até à satisfação completa.Elas terão a satisfação de conhecer Deus como seu Pai, sabendo que não têm nadaa temer, na morte, no túmulo e no julgamento que se segue, conscientes de queentrarão na gloriosa herança preparada para elas pelo Senhor Jesus Cristo.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-4756799930562091467?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/4756799930562091467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/01/mania-de-prazer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/4756799930562091467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/4756799930562091467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/01/mania-de-prazer.html' title='MANIA DE PRAZER'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-AgMmqnKYj9o/Tx06Hah1CBI/AAAAAAAABKs/OwFJHUifrEE/s72-c/lloyd-jones-copia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-3829194720588888323</id><published>2012-01-05T00:45:00.002-02:00</published><updated>2012-01-05T00:45:36.325-02:00</updated><title type='text'>CORREÇÃO</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kW7YfbSK4xw/TwUOjDTnsHI/AAAAAAAABKY/V_JYemSkVu4/s1600/martyn-lloyd-jones-a-family-portrait-260x195.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-kW7YfbSK4xw/TwUOjDTnsHI/AAAAAAAABKY/V_JYemSkVu4/s1600/martyn-lloyd-jones-a-family-portrait-260x195.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Adobe Garamond Pro', serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Dr. David Martyn Lloyd-Jones&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;(Médico por profissão, pastor por vocação. Pastoreou a Capela de Westminster por mais de três décadas e tornou-se um dos mais conhecidos expositores bíblicos de todos os tempos. O sermão abaixo faz parte do livro Depressão Espiritual, Editora PES. Segundo um ex-membro da Capela de Westminster, o Dr Lloyd-Jones sentiu-se dirigido por Deus a tratar do assunto "depressão" e numa manhã, após seu período devocional, enquanto fazia a barba, subitamente vei-lhe à mente todos os esboços, de modo que todos os sermões presentes no livro foram esboçados num único dia!)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;"E já vosesquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, nãodesprezes a correção do Senhor, e não des­maies quando por ele fores repreendido;porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer um que recebe por filho.Se su­portais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há aquem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitosparticipantes, sois então bastardos, e não filhos. Além do que tivemos nossospais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciamos: não nossujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para vivermos? Porque aqueles, naver­dade, por um pouco de tempo nos corrigiam como bem lhes pare­cia; mas este,para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade. E, na verdade,toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, masdepois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela".&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Hebreus 12:5-11&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma das causas mais prolíficas deste estado de depressão espiritual é afalha em, compreender que Deus usa muitos métodos no processo da nossasantificação. Ele é nosso Pai, que "nos amou com um amor eterno". Seugrande propósito para nós é nossa santificação — "Porque esta é a vontadede Deus, a vossa santi­ficação" (I Tessalonicenses 4:3), e "para quefôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade" (Efésios 1:4).A grande preocupação de Deus por nós é, primariamente, não a nossa felici­dade,mas nossa santidade. Em Seu grande amor por nós, Ele está decidido a nos levara isso, e emprega muitos métodos diferentes para atingir esse fim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O fato de não compreendermos isso muitas vezes nos leva a tropeçar e, emnosso pecado e insensatez, até mesmo a compreender de maneira completamenteerrada o modo como Deus nos trata. Como crianças insensatas, achamos que nossoPai celestial não está sendo amoroso para conosco, e sentimos pena de nósmesmos, achando que Ele está nos tratando com rudeza. Isso, é claro, leva àdepressão, e é tudo devido à nossa falha em compreender os gloriosos propósitosde Deus para conosco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esta é a questão tratada de maneira tão extraordinária e perfeita nocapítulo doze de Hebreus, onde o tema é que Deus às vezes opera santificação navida de Seus filhos através da corre­ção, e especialmente capacitando-os acompreender o significado da correção. Esse é o tema para o qual quero chamar asua atenção. Talvez não haja outra área em que vejamos mais claramente o fatode que santificação é uma obra de Deus, do que em conexão com este assunto dacorreção. "Vejam as coisas que vocês estão sofrendo", diz o autor."Por que estão sofrendo tudo isso?" A resposta é que eles estãosofrendo estas coisas porque são filhos de Deus. Ele declara que Deus estáfazendo isso para o seu bem — "Porque o Senhor corrige o que ama, e açoitaa qualquer que recebe por filho". E então observemos que, não satisfeitoem colo­cá-lo assim, ele o expressa negativamente também, dizendo: "Sesuportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem opai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitosparticipantes, sois então bastardos" — vocês não são verdadeiramentemembros' da família, não são filhos. Essa é uma declaração muito significativa.Quero expressá-la na forma de um princípio. O que este homem realmente estádizendo é que a salvação toda é obra de Deus, do começo ao fim, e que Deus temSeus métodos e meios de produzi-la. Uma vez que Deus começa uma obra, Ele acompleta: "Aquele que em vós começou a boa obra, a aperfeiçoará até ao diade Jesus Cristo". Deus jamais começa uma obra para desistir dela oudeixá-la numa situação incompleta — quando Deus começa Sua obra em Seus filhos,Ele vai completar essa obra. Deus tem um propósito e objetivo final para eles:que passem a eternidade com Ele na glória. Muito do que acontece conosco nestemundo deve ser entendido e explicado à luz desse fato; e é um fato bemdefinido, de acordo com o argumento do autor, que Deus vai nos trazer a essacondição, e nada vai impedir que isso aconteça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ora, Deus tem vários meios de fazer isso. Um deles, é dar-nos instruçãoatravés das grandes doutrinas e dos princípios ensinados na Bíblia. Ele nos deuSua Palavra. Ele inspirou homens a escrever essas palavras pelo Espírito Santopara nossa instrução, a fim de sermos preparados e aperfeiçoados. Mas se nostornarmos recalci­trantes, se não aprendermos as lições que nos sãoapresentadas positivamente na Palavra, então Deus, como nosso Pai, tendo emvista o grande objetivo de nos aperfeiçoar e preparar para a glória, adotaráoutros métodos. E um desses outros métodos que Ele usa, é este método dacorreção. Pais terrenos que são dignos desse nome — e estamos vivendo em diasde tanta-indulgência e frou­xidão, que mal podemos usar este argumento da formaque o autor de Hebreus o usou — mas pais dignos desse nome fazem isso. Elescorrigem seus filhos para o seu próprio bem; se a criança não está secomportando de maneira apropriada como resultado de instrução positiva, então acorreção deve ser aplicada, a disciplina deve ser exercida. É doloroso, masnecessário, e um bom pai não negligencia isso. E este homem diz que Deus éassim, e infinita­mente mais. Se, portanto, não somos obedientes às lições einstru­ções positivas da Palavra de Deus, não devemos nos surpreender se outrascoisas começarem a nos acontecer. Não devemos nos sur­preender se tivermos queenfrentar certas coisas que são dolorosas. Tais coisas nos são enviadasdeliberadamente por Deus, diz este homem, como parte do processo dasantificação. Observem como ele enfatiza isso. Diz que devemos nos examinar anós mesmos para descobrir se estamos experimentando isso em nossa vida, porque,ele diz de forma muito clara, se não temos experiência desse tipo detratamento, então é de duvidar que realmente seja­mos filhos. Se nadaconhecemos desse processo, não somos filhos, somos ilegítimos, não pertencemosa Deus, pois "o Senhor corrige o que ama". De certa forma, então,podemos dizer que a pessoa que devia se sentir mais infeliz consigo mesma éaquele cristão (ou que professa ser cristão) que não tem consciência desse tipode experiência em sua vida. Devíamos ficar alarmados com isso. Longe deficarmos aborrecidos com o processo, devíamos agradecer a Deus por ele, poisEle está nos dando provas de que somos Seus filhos, e está nos tratando comotal. Está nos corrigindo e disciplinando para nos conformar ao padrão e nostornar dignos daquele que é nosso Pai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 22.3pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso é algo que está constantemente acontecendo na vida e na experiênciados filhos de Deus. Também é algo ensinado através de todas as Escrituras.Existem exemplos e ilustrações sem fim que poderiam ser citadas. É a grandemensagem do Salmo 73. É a grande mensagem do livro de Jó. E o apóstolo Paulotrata do assunto no quinto capítulo da Epístola aos Romanos, onde fala sobreregozijo em meio às tribulações, etc. Também faz parte do argumento do capítulooito de Romanos. É encontrado novamente na Primeira Epístola aos Coríntios, nocapítulo onze, na secção que trata da Ceia do Senhor. O apóstolo ensina quehavia membros da igreja que estavam doentes e enfermos porque não estavam vivendoa vida cristã: "Por causa disto há entre vós muitos fracos edoentes". Na verdade, muitos até mesmo tinham morrido por causa disso:"E (há) muitos que dormem". Então, leiam o pri­meiro capítulo daSegunda Epístola aos Coríntios e encontrarão o apóstolo descrevendo aexperiência que tinha acontecido com ele. Ele afirma que aconteceu para queaprendesse a não confiar em si mesmo, e sim no Deus vivo. Outra grandedeclaração clássica deste ensino pode ser encontrada no capítulo doze daSegunda Epístola aos Coríntios, onde Paulo fala sobre o "espinho nacarne" que lhe fora dado; o propósito disso tudo, ele diz, era mantê-lonuma condição espiritual correta, para que não se exaltasse. Foi-lhe dado umespinho na carne, e embora tivesse orado, pedindo a Deus três vezes que oremovesse, Deus não fez isso, e ele final­mente aprendeu sua lição. Portanto,aquilo promoveu sua santifi­cação. No primeiro capítulo da Epístola de Tiago,lemos: "Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em váriastentações". É algo em que devemos nos regozijar. E então encontramos tudoisso resumido na palavra do próprio Senhor ressuscitado, no ter­ceiro capítulode Apocalipse, no versículo 19: "Eu repreendo e castigo a todos quantosamo".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Encontramos, então, esta grande doutrina através de toda a Bíblia. Naverdade, todo o tratamento de Deus com os filhos de Israel sob a velhadispensação é um grande comentário disso. Ele tratou com eles daquela maneiraporque eram Seus filhos. "De todas as famílias da terra a vós somenteconheci; portanto, todas as vossas injustiças visitarei sobre vós" (Amos3:2). Ele os tratou daquela maneira porque eram Seus filhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A pergunta óbvia que vem à nossa mente, então, é: o que é correção? O quesignifica'? Significa treinar. O sentido básico da palavra é esse. É otreinamento ministrado à criança, ou o método de treinar uma criança. Temos atendência de confundir correção com a palavra castigo. É certo que incluidisciplina, mas também inclui instrução; inclui repreensão, e na verdade podeincluir um considerável grau de castigo; mas o objetivo essencial da correção étreinar e desenvolver a criança para que se torne uma pessoa adulta. Bem, seesse é o sentido de correção, vamos considerar por um momento os meios pelosquais Deus nos corrige.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como Deus corrige Seus filhos? Ele o faz especialmente atra­vés dascircunstâncias — todo tipo de circunstâncias. Nada é mais importante na vidacristã do que compreender que tudo o que nos acontece tem um sentido, se tãosomente o buscarmos. Nada nos acontece por acaso — um pardal "não cairápor terra sem a von­tade do nosso Pai", diz o Senhor, e se isso é verdadea respeito do pardal, quanto mais o será a nosso respeito! Nada pode nosacontecer sem o consentimento do nosso Pai. As circunstâncias estãoconstantemente nos afetando, e seu propósito é operar a nossa santificação —tanto as circunstâncias agradáveis como as desagradáveis. Devemos portanto serobservadores, sempre bus­cando lições e fazendo perguntas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quero agora ser mais específico. A Bíblia ensina muito clara­mente que umacircunstância particular que Deus muitas vezes usa no que toca a essa área, éuma perda financeira, ou mudança na posição material da pessoa, perda de bens,perda de possessões ou de dinheiro. Tais coisas são muitas vezes usadas porDeus. Vemos descrições disso no Velho Testamento, e aconteceu muitas vezes nahistória subsequente do povo de Deus na Igreja, que através de uma perda nosentido material e temporal, Deus ensinou uma lição a alguém que a pessoa nãopoderia ter aprendido de outra forma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Então vamos pensar na questão da saúde. Já mencionei a Primeira Epístolaaos Coríntios, capítulo onze. O apóstolo ensina especificamente que haviaalgumas pessoas que estavam doentes e fracas porque Deus permitira isso paraensiná-las e treiná-las. "Examine-se pois o homem a si mesmo, e assim comadeste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come ebebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. Por causadisto, há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos&amp;nbsp; que&amp;nbsp; dormem".&amp;nbsp; Este&amp;nbsp; éum método&amp;nbsp; que Deus empregou muitasvezes, de modo que aqueles que dizem nunca ser a von­tade de Deus que sejamosdoentes ou fracos, estão simplesmente negando as Escrituras. Contudo, queninguém caia na armadilha de dizer:&amp;nbsp;"Você está afirmando que toda doença é um castigo enviado porDeus?" Claro que não; estou simplesmente dizendo que Deus às vezes usaesse método para corrigir Seus filhos. É "por causa disto" que muitosestão "doentes e fracos";&amp;nbsp; éuma obra de Deus. Deus permitiu que aquilo lhes acontecesse, ou talvez Deusmandou aquilo às suas vidas, para seu próprio bem. A von­tade de Deus é maisimportante que a saúde do corpo da pessoa, e se ela não se submete e se sujeitaà instrução positiva da Palavra de Deus, então Ele certamente vai tratar comessa pessoa, e talvez envie uma doença para fazê-la parar e pensar. Gostaria demen­cionar que o grande Dr. Thomas Chalmers sempre dizia que o que realmente olevou a entender o evangelho, sob a direção de Deus, foi uma doença que oconfinou a um quarto por quase um ano. Ele tinha sido um pregador brilhante,muito "científico" e "intelectual", mas saiu daquele quartode doença como um pre­gador do evangelho, e agradeceu a Deus por aquelavisitação. Encontramos um paralelo disso na Segunda Epístola de Paulo aosCoríntios, no capítulo primeiro, versículo nove, onde ele nos diz que "játinha a sentença de morte em si". Então temos também a clássica declaraçãosobre o espinho na carne no capítulo doze. Deus não removeu aquele espinhoporque queria ensinar o após­tolo a dizer: "Quando sou fraco, então souforte", e se regozijar na enfermidade, em vez de na saúde, para que aglória de Deus fosse promovida. Não há dúvida que Deus permitiu aquilo, talvezaté mesmo o tenha causado, a fim de corrigir e treinar Seu servo daquela formaparticular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Da mesma forma, Deus permitiu perseguição. Estes cristãos hebreus estavamsendo perseguidos. Por isso estavam tão infelizes. Seus bens haviam sidoroubados, suas casas destruídas, porque eles eram cristãos, e estavamperguntando: "Por que estamos rece­bendo esse tipo de tratamento? Pensamosque, se crêssemos no evangelho, tudo acabaria bem, mas estamos cheios deproblemas, enquanto que aqueles que não são cristãos parecem estar se dandomuito bem e tendo sucesso em tudo. Por que isso?" E a resposta à perguntadeles esta nesse capítulo doze da carta aos Hebreus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A doutrina, todavia, vai além, vai ao ponto de afirmar que Deus às vezesemprega a morte dessa forma: "Há entre vós muitos fracos e doentes, emuitos que dormem". É um mistério que nin­guém pode entender, mas é umensino claro das Escrituras, e por isso digo que precisamos compreender quetodas estas coisas têm um significado. Através das circunstâncias, das coisasque aconte­cem em nossa vida e neste mundo, em nossa carreira, em nossosestudos e exames, pela doença ou saúde, por todas essas coisas, Deus estárealizando Seu propósito para nós. Se somos filhos de Deus, todas essas coisastêm um significado, e precisamos aprender a examiná-las, para descobrir suamensagem. E mediante isso será promovida a nossa santificação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outra maneira de Deus nos corrigir, e preciso colocá-la numa categoria àparte, é esta: Deus às vezes, sem dúvida, parece afastar Sua presença eesconder Sua face de nós para alcançar esse propó­sito. É evidente que este é ogrande tema do livro de Jó. É encon­trado novamente no livro de Oséias, noscapítulos cinco e seis..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Deus até mesmo diz ao povo ali: "Irei, e voltarei para o meu lugar,até que se reconheçam culpados e busquem a minha face". Deus Se afastou, eafastou Sua presença e Suas bênçãos para levá-los ao arrependimento; isso é umaparte da santificação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por outro lado, também sabemos que há variações de senti­mentos e emoçõesna vida cristã. Essa é uma questão que muitas vezes deixa o povo de Deusconfuso e perplexo. Todos já tivemos alguma experiência nesse sentido.Descobrimos que, por alguma razão, a experiência que vínhamos tendo de repentechegou ao fim, e dizemos com Jó: "Ah! se eu soubesse que o poderiaachar!" Não temos consciência de nada que tenhamos feito de errado, masDeus parece ter Se retirado, e temos a sensação de que nos aban­donou. Essas"deserções" do Espírito, que parecem acontecer de tempos em tempos,são também parte do método de Deus de disci­plinar e corrigir Seus filhos; sãoparte de Seu grande processo de nos treinar e preparar para o grande propósitoe objetivo que Ele tem para nós.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso então me leva à minha próxima pergunta. Por que Deus corrige? Jávimos o que é correção, e vimos como Deus corrige, e agora fazemos a grandepergunta — por que Deus faz isso? Encontramos abundantes respostas a essapergunta nesta passagem da Sua Palavra. Do versículo cinco ao versículo quinze,neste capí­tulo doze da Epístola aos Hebreus, o assunto é nada mais que umaampla resposta a isso. É porque Deus nos ama: "Porque o Senhor corrige oque ama, e açoita a qualquer que recebe por filho". Essa é a respostafundamental. É tudo por causa do amor de Deus. É porque Deus nos ama que Ele àsvezes parece ser "cruelmente amoroso". Tudo é feito para o nosso bem;essa é a verdade da qual devemos nos apropriar — é sempre para o nosso bem.Agora vamos observar a declaração do versículo sete. A tradução Revista eCorrigida da Bíblia diz: "Se suportais a correção, Deus vos trata comofilhos". Mas a tradução Revista e Atualizada sem dúvida traduz este textode forma muito melhor. Em vez de "se suportais a correção", o sentidodo texto na verdade é este: "É para disci­plina que perseverais (Deus vostrata como a filhos)". Por que vocês estão perseverando? Essa é a perguntaque esses cristãos hebreus estavam fazendo. "Se somos cristãos, por queestamos suportanto?" E a resposta é que estão suportando porque sãocristãos, estão aguentando para sua correção, para sua disciplina. Em outraspalavras, o propósito de perseverarem, ou suportarem, é o seu crescimento, seu treinamento,seu desenvolvimento;&amp;nbsp; as coisas que estãosuportando são parte da sua correção. O que é correção? É treinamento. Entãotemos que nos apropriar firme­mente deste fato, que todo sofrimento e provaçãoe infelicidade tem esse grande propósito em vista, ou seja, nossa preparação etreinamento. E o autor repete isso — observem como ele repete esses conceitos —no versículo dez. "Porque aqueles (nossos pais terrenos), na verdade, porum pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas este, para nossoproveito, para sermos participantes da sua santidade." Ora, ai está oconceito, expresso da maneira mais clara; definitivamente o ensino é que Deusnos corrige para que possamos ser participantes da Sua santidade, a fim de quesejamos santificados. Tudo é feito, ele diz, "para o nosso proveito",e o proveito é a santificação. Deus nos santifica pela verdade fazendo estascoisas e então, através da Sua Palavra, esclarecendo o que Ele está fazendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se esse é o objetivo geral que Deus tem em vista ao nos corrigir destamaneira, vamos agora examinar algumas das razões particulares que Ele tem parafazer isso. Uma é que há certas imperfeições em nós, em todos nós, que precisamser corrigidas. Há certos perigos que confrontam a todos nós na vida cristã,contra os quais precisamos ser protegidos. O fato de alguém ser cristão nãosignifica que essa pessoa é perfeita. Não alcançamos imediatamente um estado deperfeição no momento que cremos no Senhor Jesus Cristo. Na verdade, nãoalcançamos esse estado de perfeição nesta vida; sempre haverá imperfeiçãoenquanto o "velho homem" existir. Em consequência disso, sempre hácertas coisas em nossa vida que precisam ser tratadas; e as Escrituras nos mos­trammuito claramente como Deus usa a correção para tratar de alguns dessesproblemas. Quais são eles? Um deles é orgulho espi­ritual, exaltação espiritualnum sentido errado e perigoso. Quero expressá-lo com as clássicas palavras quemostram isso com tanta perfeição, e não necessitam de qualquer exposição. Oapóstolo Paulo, no capítulo doze da Segunda Epístola aos Coríntios diz:"Conheço um homem em Cristo. . . e sei que o tal homem (se no corpo, sefora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavrasinefáveis, de que ao homem não é lícito falar. De um assim me gloriarei eu, masde mim mesmo não me gloriarei, senão nas minhas fraquezas. Porque, se quisergloriar-me, não serei néscio, porque direi a verdade; mas deixo isto, para queninguém cuide de mim mais do que em mim vê ou de mim ouve"; e observem:"E para que me não exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dadoum espinho na carne, a saber, um mensa­geiro de Satanás para me esbofetear, afim de me não exaltar". Ai está, com perfeição. O apóstolo recebera umaexperiência muito rara, extraordinária e notável, tinha sido arrebatado aoterceiro céu, e havia visto e ouvido e sentido coisas maravilhosas, e corria orisco de cair em orgulho espiritual, exaltando-se a si mesmo. E ele nos diz quelhe foi enviado um espinho na carne — enviado a ele deliberadamente — pararesguardá-lo. Orgulho espiritual é um perigo terrível, e é um perigo quepersiste. Se Deus, em Sua mise­ricórdia e amor, nos conceder uma experiênciaincomum, isso nos coloca numa posição em que o diabo pode nos explorar e preju­dicar;e com frequência homens que tiveram tais experiências também tiveram que sofrercorreção para mantê-los numa posição segura e correta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outro perigo é o perigo da auto-confiança. Deus deu dons aos homens, e operigo é que passemos a confiar em nós mesmos e em nossos dons, passando asentir, de certa forma, que não precisamos mais de Deus. Orgulho eauto-confiança são um perigo constante. Não são pecados da carne em si, sãoperigos espirituais, e são, portanto, ainda mais perigosos e sutis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E então sempre há o perigo de sermos atraídos pelo mundo, suas perspectivae seus caminhos. Um ponto enfatizado muitas vezes nas Escrituras é que estascoisas são muito sutis. A pessoa não decide, deliberadamente, que vai voltar aomundo. É algo que acontece quase imperceptivelmente. O mundo e suas atraçõesestão sempre presentes, e a pessoa cai nelas quase sem saber. Ela então precisaser corrigida, para que não passe a amar as coisas do mundo. Ainda um outroperigo é o de nos acomodar — o perigo de nos satisfazer com a posição quealcançamos na vida cristã — presunção, auto-satisfação. Não somos modernistas,não cremos em todas essas coisas em que muitos crêem hoje em dia, somos orto­doxos,cessamos de fazer certas coisas que sabemos ser obviamente erradas. Cremos ser perfeitosem nossa fé, e que nossas vidas estão acima de reprovação, e assim nos tornamospresunçosos e satis­feitos conosco mesmos. Acomodamo-nos, e assim paramos decres­cer. Se nos compararmos com o que éramos dez anos atrás, real­mente não hádiferença. Não conhecemos a Deus mais intimamente, não avançamos um passosequer, não crescemos "na graça e no conhecimento do Senhor".Descansamos num estado de auto-satis­fação. Talvez eu possa resumi-lo dizendoque é o terrível perigo de esquecer Deus, e não buscá-10, não buscar comunhãocom Ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É o perigo sério de pensar em nós mesmos em termos de expe­riência, em vezde pensar, constantemente, em termos do nosso conhecimento direto e imediatodEle, e de nosso relacionamento com Ele. À medida que prosseguimos na vidacristã, devíamos ser capazes de dizer que conhecemos a Deus melhor do queconhecía­mos, e que O amamos mais do que O amávamos há anos atrás. Quanto maisconhecemos uma pessoa boa, mais amamos essa pessoa. Multipliquem isso peloinfinito, e aí está nosso relaciona­mento com Deus. Conhecemos melhor a Deus,estamos buscando-O mais e mais? Deus sabe, o perigo é o de nos esquecermos dEleporque estamos mais interessados em nós mesmos e nossas expe­riências. E assimDeus, em Seu amor infinito, corrige-nos para nos fazer compreender estascoisas, a fim de nos levar de volta para Si mesmo e nos resguardar destesterríveis perigos que estão cons­tantemente nos ameaçando e nos cercando. Querorelacionar isso com sua experiência. Acaso, podem dizer que agradecem a Deuspor coisas que acontecem contra vocês? Esse é um excelente teste da nossaprofissão de fé! Vocês conseguem olhar para trás, para certas coisas — queforam desagradáveis, e que os tornaram infe­lizes na época em que aconteceram —e dizer como o salmista no Salmo 119:71: "Foi-me bom ter sido afligido,para que apren­desse os teus estatutos"?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Digo, então, que Deus nos corrige por estas razões particulares. Mas queroagora pô-lo de forma positiva. Ser santificado significa que exibimos certasqualidades positivas. Significa ser o tipo de pessoa que exemplifica asbem-aventuranças e o sermão do monte em sua vida, ser o tipo de pessoa quedemonstra o fruto do Espírito — amor, alegria, paz, etc. É isso que significasantificação. Deus, ao nos santificar, está nos trazendo mais e mais a uma con­formidadecom essa condição. E é bem evidente que, para nos levar a esse ponto, não ésuficiente que recebamos a instrução positiva da Palavra; o elemento decorreção também é necessário. A Palavra nos exorta a "olharmos paraJesus". Observem que faz isso logo antes de abordar o assunto da correção.A exortação do autor é: "Corramos com paciência a carreira que nos estápro­posta: olhando para Jesus..." Se fizéssemos isso sempre, nada maisseria necessário; se mantivéssemos sempre os olhos nEle, tentando nos conformara Ele, tudo estaria bem. Mas não fazemos isso, e portanto a disciplina se tornanecessária. E é necessária a fim de produzir certas qualidades em nós. Aprimeira delas é a &lt;i&gt;humildade. &lt;/i&gt;Ela é, em muitos sentidos, a virtudesuprema. Humildade, a mais inestimável de todas as jóias, uma das maisgloriosas de todas as manifestações do fruto do Espírito - humildade. Era asuprema característica do próprio Senhor. Ele era manso e hu­milde de coração."A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega". É oúltimo ponto que alcançamos, e Deus sabe que todos precisamos ser humilhadospara nos tornarmos humildes. O fracasso pode ser muito' proveitoso para nósnesse sentido. É muito difícil sermos humildes se somos sempre bem sucedidos;então Deus nos corrige através do fracasso, às vezes, para nos humilhar e assimnos manter humildes. Examinem suas vidas e vejam esse tipo de coisaacontecendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vejam em seguida a &lt;i&gt;devoção. &lt;/i&gt;O cristão deve ser devoto, deve terseus olhos fixos nas coisas de cima. Seus interesses devem estar concentradoslá, e não aqui. Mas como é difícil ter essa atitude, e buscar "as coisaslá do alto", e "pensar nas coisas que são de cima, e não nas que sãoda terra". Quantas vezes tem sido necessário que Deus nos corrija, paravoltar nossos olhos para o alto. Tendemos a nos apegar tanto ao mundo que Deustem que fazer algo para nos mostrar claramente que as coisas que nos prendem aeste mundo são frágeis e podem se desfazer num se­gundo. E assim despertamossubitamente para o fato de que somos apenas peregrinos neste mundo, e fomosfeitos para pensar no céu e na eternidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Mansidão] &lt;/i&gt;Quão difícil é ser manso em nossa atitude para com os outros e em nossorelacionamento com eles — amar os outros, ter empatia para com eles. Há umcerto sentido, eu creio, em que é quase impossível sentirmos empatia, se nãoconhecemos algo da mesma experiência. Sei muito bem, em meu trabalho comopastor, que nunca teria sido capaz de verdadeira compreensão e simpatia paracom certas pessoas, se não tivesse passado pelo mesmo tipo de experiência. Deusàs vezes precisa tratar conosco com o propósito de nos lembrar a nossanecessidade de paciência. Ele diz, na verdade: "Você sabe que Eu soupaciente com você; seja paciente com essa outra pessoa!"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estas, então, são algumas das coisas que nos mostram clara­mente anecessidade de correção. Deus, porque nos ama, porque somos Seus filhos, noscorrige para que eventualmente seja pro­duzido em nós o maravilhoso eincomparável "fruto pacífico de justiça".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Até aqui examinamos o assunto em princípio. No capítulo seguinte esperodemonstrar como esta passagem aplica todo esse ensino, e como devemos aplicá-loa nós mesmos. O grande prin­cípio é que Deus nos corrige porque somos Seusfilhos. Se, por­tanto, vocês não estão conscientes desse tipo de tratamento emsuas vidas, eu os exorto a examinarem-se a si mesmos, certifican­do-se de querealmente são cristãos, porque: "O Senhor corrige o que ama, e açoita aqualquer que recebe por filho". Bendito seja Deus, que Se incumbiu danossa salvação e do nosso aperfei­çoamento, e que, havendo começado a obra, irácompletá-la, e que nos ama tanto que, se não aprendermos as lições voluntaria­mente,nos corrigirá para nos trazer à conformidade com a imagem do Seu amado Filho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-3829194720588888323?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/3829194720588888323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/01/correcao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/3829194720588888323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/3829194720588888323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2012/01/correcao.html' title='CORREÇÃO'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-kW7YfbSK4xw/TwUOjDTnsHI/AAAAAAAABKY/V_JYemSkVu4/s72-c/martyn-lloyd-jones-a-family-portrait-260x195.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-1903243632816979093</id><published>2011-12-22T09:49:00.001-02:00</published><updated>2011-12-22T10:15:49.383-02:00</updated><title type='text'>Fe$tival Prome$$a$</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PTrg_X2F8GA/TvMZSBPCLgI/AAAAAAAABKA/I4rwvGkncUw/s1600/gg.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" src="http://4.bp.blogspot.com/-PTrg_X2F8GA/TvMZSBPCLgI/AAAAAAAABKA/I4rwvGkncUw/s320/gg.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Caro irmão Arsênico...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O Festival Promessas provocou muita discussão na rede. Alguns se manifestaram favoráveis, outros nem tanto. Meu amigo Renato Vargens publicou dois artigos &amp;nbsp;&lt;a href="http://renatovargens.blogspot.com/2011/12/4-razoes-porque-eu-nao-assisti-o.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e &lt;a href="http://renatovargens.blogspot.com/2011/12/globo-os-cantores-gospel-e.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;que devem ser lidos e considerados. Confesso que realmente fiquei surpreso com algumas manifestações de apreço ao famigerado show por alguns ditos "reformados". Pouca coisa se pode acrescentar ao que já foi dito, mesmo assim arrisco-me a fazer algumas considerações:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1.&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; Posso afirmar que a Bíblia não aprova a adoração a Deus compartilhada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; (Êx 20.3 com Mt 6.24). O que houve ali naquele show foi adoração compartilhada, especialmente com a autopromoção, que rende alguns milhares de trocados em futuros cachês com outras apresentações.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2.&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; Posso afirmar que a Bíblia condena a idolatria&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; (Êx 20.4,5). Porventura não são os tais cantores que ali se apresentaram os "ídolos da música gospel"? Eles têm fã clubes, há tietagem, gritos, aplausos, holofotes, tratamento vip, exigências são feitas, etc. O que é isso? Adoração? Não, é idolatria.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3. &lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Posso afirmar que a Bíblia condena que se tome o santo nome de Deus em vão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; (Êx 20.7). Não se trata do simples pronunciar do santo nome de Deus, mas o usar tal nome de modo irreverente e com fins escusos. Ali naquele show não havia reverência alguma pelo santo nome do Senhor e os interesses, especialmente os da Globo, deixaram evidente que tudo ali não passou de uma blasfêmia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas alguns podem afirmar que houve uma abertura para a proclamação do evangelho. Eu respondo: houve uma abertura para a proclamação do evangelho-show. Evangelho-show é outro evangelho, e não há outro evangelho, senão o que a Bíblia anuncia, logo, não houve evangelho nenhum proclamado ali.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fraternalmente,&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Silas Roberto Nogueira.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-1903243632816979093?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/1903243632816979093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2011/12/fetival-promea.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/1903243632816979093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/1903243632816979093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2011/12/fetival-promea.html' title='Fe$tival Prome$$a$'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PTrg_X2F8GA/TvMZSBPCLgI/AAAAAAAABKA/I4rwvGkncUw/s72-c/gg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-2397309884341459786</id><published>2011-12-13T15:33:00.001-02:00</published><updated>2011-12-13T15:33:51.462-02:00</updated><title type='text'>SALVAÇÃO SOMENTE PELA GRAÇA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="ttttt" style="text-align: center; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 23px;"&gt;Charles H. Spurgeon&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ttttt" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GV06bK9HTws/TueMV2NMbvI/AAAAAAAABJw/Bc7gbqR9a6g/s1600/charles_spurgeon.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-GV06bK9HTws/TueMV2NMbvI/AAAAAAAABJw/Bc7gbqR9a6g/s1600/charles_spurgeon.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ttttt" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span class="FontStyle24"&gt;&lt;span style="font-size: 17.0pt; mso-bidi-font-size: 13.0pt; mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style17" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle26"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;"Que nos salvou, e chamoucom uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu própriopropósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dosséculos" (II Tim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle26"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; 1:9).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style17" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;Se quisermos influenciar pessoasintelectuais, devemos usar bons argumentos. Pessoas não muito racionais podemser influen­ciadas por emoção, sem argumentação alguma. O apóstolo Paulo queriainfluenciar Timóteo, seu filho na fé. Timóteo era um estudante diligente. Eletinha habilidade intelectual. Tinha também a graça de Deus. Paulo sentiu que amelhor maneira de influenciar Timóteo era lembrá-lo de verdades da Bíblia nasquais Timóteo já havia crido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;Aqui se encontra uma lição parapregadores. Deve haver equi­líbrio na pregação. É bom e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; correto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; os pregadores apelarem aossentimentos de seus ouvintes. Contudo, o bom ensinamento deve ter uma basefirme em verdades bíblicas. É responsabilidade do pregador instruir noentendimento, bem como apelar ao coração. Se as doutrinas da Bíblia não sãoensinadas ao homem, ele poderá facilmente se desviar para as falsas doutrinas.O apóstolo disse: "...levados em roda por todo o vento de doutrina"(Ef.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; 4:14).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; São as pessoas bem instruídas naverdade bíblica que não serão levadas por falsos ensinamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;Paulo quer manter Timóteo fiel àfé. Assim o apóstolo lembra--o que é a excelente doutrina da graça de Deus querege a salvação do homem. No nosso texto o apóstolo Paulo apresenta um resumodo evangelho. Ele mostra o destaque dado à graça de Deus, a fim de ajudarTimóteo a ser corajoso em seu testemunho por Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;Alguns achavam que verdadesdoutrinárias eram mera teoria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style20" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Isso não &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;verdade. O entendimento claro da doutrina &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;que leva a uma vida santa e prática. A maneiramais garantida de se levar pessoas à obediência e santidade &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;ensiná-las a verdade de Deus revelada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Consideraremosprimeiramente a doutrina ensinada pelo após­tolo. Em seguida tentaremos mostrarcomo esse ensinamento deve afetar nossas vidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle29"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; letter-spacing: -1.0pt;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle29"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Pensaremoscuidadosamente sobre a doutrina ensinada gelo apóstolo, no nosso texto. Nãoqueremos ensinar doutrina só porque &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;é &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;popular.Queremos apenas ensinar o que entendemos ser o significado verdadeiro do texto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Muitos devocês podem não gostar da doutrina que pregamos. Talvez possam até se zangar.Não podemos pregar para agradar nossos ouvintes. A aprovação de Deus serásuficiente para nós embora pessoas possam nos contradizer. Que toda mentehonesta esteja&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; desejosa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; de receber a verdade da inspiradaPalavra de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle32"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(I)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;. O apóstoloexpõe sua doutrina nas palavras do nosso texto. Paulo declara que Deus é oautor da salvação: "Quem nós salvou, e chamou". Ele claramente confirmao ensinamento de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; Jonas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; de que "... do Senhor vem asalvação"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; (Jon.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; 2:9). Salvação pelo homem não seencontra no nosso texto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;O fato de quea salvação é inteiramente do Senhor é muito claro neste texto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle32"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(II)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;. O apóstolo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle31"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;refere-se a todas as pessoas da Trindade. O Painos salvou. Deus Pai planejou o caminho da salvação. O pensamento que Cristodeveria sofrer como cabeça federal de Seu povo veio do coração do Pai. Estamesma verdade é ensinada em outras passagens das Escrituras — I João 5:11, Ef.1:3-6 e João 16:27.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Além disso, adádiva de Cristo, o único Filho de Deus, veio do coração&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; compassivo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; de Deus. VejaJoão 3:16. Deus, o Pai, esco­lheu pessoas que seriam redimidas. Elas são"chamadas por Seu decreto" (Rom. 8:28). Portanto, o plano de salvaçãoveio da sabedoria e graça de Deus, o Pai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle32"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(III)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; Oapóstolo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; não esqueceda obra de Cristo, o Filho. Somos salvos através do Filho de Deus. Porventuranão é Seu nome Jesus, que significa Salvador? O Filho de Deus nasceu no mundocomo homem. Ele viveu uma vida perfeita. Demons­trou na Sua vida &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;retidão, com &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;qual o Seu povo se reveste. Por causa da mortecruel de Cristo na cruz o pecador pode ser limpo de seu pecado. O povo de Deusé aceito por meio da vida perfeita e da morte expiatória de Cristo Jesus. Diantedo trono eterno o povo de Deus irá cantar: "...Àquele que nos ama, e emSeu sangue nos lavou dos nossos pecados... a Ele glória e poder para todo osempre. Amém" (Apoc. 1:5-6).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(IV)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;. O apóstolonos lembra da obra do Espírito Santo, a terceira pessoa na Trindade. O EspíritoSanto nos capacita a entender o evangelho. A mente humana por natureza nãoentende as coisas de Deus. O Espírito Santo influi na nossa vontade. Ele nostira da nossa condição de rebeldia e ajuda-nos a obedecer à verdade. Acaso nãoé o Espírito Santo que nos renova? "... criados em Cristo Jesus para asboas obras..." (Ef. 2:10). Não é o Espírito Santo que nos ensina e nosconforta? O Pai planeja, o Filho redime, o Espírito Santo aplica esta redençãoaos nossos corações e nós nascemos de novo. Portanto, o Pai, o Filho e oEspírito devem ser referidos como o Deus "que nos salvou".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(V&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;. Dizer quenós nos salvamos a nós mesmos é ridículo. Na Bíblia, somos chamados de"templo santo no Senhor" (Ef. 2.21). O templo não construiu-se a simesmo. Cremos que Deus, o Pai, foi o arquiteto do templo. Ele planejou, Eleforneceu os materiais de construção e Ele terminará a obra. Não haverianecessidade alguma de um redentor se pudésse­mos salvar a nós mesmos. Maséramos escravos de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; Satanás&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; e não tínhamos como por nós mesmosquebrar o poder do pecado que nos aprisionava. Poderia o rebanho de Deus, oqual Cristo tomou das garras do leão, ter se libertado a si mesmo? Não, nãopodemos acreditar que Cristo veio para fazer o que os pecadores podiam fazerpor si mesmos. Podem os mortos por si mesmos se fazerem vivos? Quem pode dizerque Lázaro, morto no túmulo, veio &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle29"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;à &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;vidapor ele mesmo? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Ainda &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;queLázaro pudesse se ressuscitar dentre os mortos nem assim&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; creríamos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; que os mortosem pecado pudessem se fazer vivos!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Pecadoressalvos pela graça de Deus, tornam-se novas criaturas em Cristo. Como poderia acriação ter feito a si mesma? Se temos uma nova criação, deve ter existido umcriador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;E, do ponto devista espiritual, regeneração é obra inteiramente de Deus, o Espírito Santo.Ninguém ajuda o Espírito Santo na Sua obra de regeneração. A renovação da almaé operação dEle. Nós adoramos o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Reconhecemosque se somos salvos, é porque fomos salvos exclusivamente por Deus. A Deus sejatoda a glória!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;2. Quero dizertrês coisas sobre a maneira pela qual Deus nos salvou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(I)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; &lt;span lang="PT"&gt;Nossa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;salvação é completa. O apóstolo diz: "Que nos salvou". Crentes emJesus Cristo são salvos no momento que colocam sua confiança em Cristo. Eles nãoesperam que sejam salvos. Deus salvou completamente Seu povo. Ele o escolheupara esta salvação. O preço total da salvação desses pecadores escolhidos porDeus foi pago quando Cristo morreu por eles na cruz. Cristo disse quandopendurado na cruz: "Está consu­mado" (João 19:30). Estávamoscompletamente perdidos por causa da desobediência de Adão. Fomos completamentesalvos quando Cristo, o segundo Adão, terminou Sua obra redentora por nós.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(II)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;. Meu segundopensamento é que o texto diz: "Que nos salvou, e chamou". Será queDeus nos salvou antes de nos chamar? O texto diz que Ele assim o fez. Nãosabemos que somos salvos até que o Espírito Santo opere em nossos corações,trazendo-nos a Cristo. Entretanto, no propósito de Deus e na redenção deCristo, somos salvos antes de sermos chamados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle29"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Senhor Jesus Cristo pagou as dívidas do Seu povoquando foi crucificado. Por conseguinte, vocês podem ver &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle26"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;quefomos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;salvos antes de sermos chamados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(III)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;. Deus noschamou para uma vida santa. Aqueles pecado­res pelos quais Cristo morreu sãochamados pelo poder do Espírito Santo à santidade. Eles deixam seus pecados;tentam ser como Cristo. Antes de serem salvos amavam o pecado. A velha naturezadeles amava tudo que era maligno. A sua nova natureza não pode pecar porque é nascidade Deus. Deus chama Seu povo à santidade. O povo de Deus não é santo porquequer que Deus o salve. Deus, através do Espírito Santo, opera a santidade nele.Portanto, o belo fruto espiritual que vemos num crente tanto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;a obra de Deus quanto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;o resultado da&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; expiação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; pela qualCristo o comprou. A salvação de um crente &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;unicamente pela graça. Deus é o autor dessa graça.Salvação tem que ser pela graça, pois não pode ser adquirida. A seqüênciaverdadeira &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;é: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Deusnos salvou antes de nos chamar. Esta ordem mostra que nossa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; santificação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; não é acausa, e sim o efeito, da nossa salvação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style5" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;3. Em nossotexto, o apóstolo diz: "não segundo as nossas obras". A atitude domundo é: "Faça o melhor que puder e Deus o abençoará". A pregação doevangelho afirma que somos pecadores perdidos. Só merecemos ser condenados porDeus. Se haveremos de ser salvos, isso só será possível pela graça soberana deDeus. Ele tem que nos amar voluntariamente ou iremos para o inferno. Nossaspróprias boas obras jamais podem nos salvar. Se boas obras pudessem nos salvar,a salvação não seria pela graça e sim pelas obras. Deus afirmou muitas vezes emSua Palavra: "Não vem das obras, para que ninguém se glorie" (Ef.2:9).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Na Epístolaaos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; Gálatas,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;o apóstolo é bem resoluto a este respeito. "O homem não é justificadopelas obras da lei" (Gal. 2:16). Jesus Cristo é o "autor e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; consumador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; da nossafé" (Heb. 12:2). Pecadores devem receber a livre salvação das mãos dagraça divina ou devem obtê-la por seus próprios esforços. E impossível merecersalvação; há somente o caminho da graça. Nós só podemos ser "justificadosgratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus" (Rom.3:24).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Por que Deusfez a salvação possível somente através da fé? A Bíblia nos diz: "Portantoé pela fé, para que seja segundo a graça" (Rom.. 4:16). Não há méritoalgum na fé. Fé é dom de Deus. Nossa salvação depende inteiramente da graça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style5" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle29"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; letter-spacing: -1.0pt;"&gt;4.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle29"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Apróxima coisa &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;a ser mencionada no nosso texto, é o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;propósito eterno de Deus. Quando somos salvos, nãoé de acordo com &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle26"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;nosso &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;propósitoou mérito, porém "segundo seu próprio propósito". "Assim, pois,isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que secompadece" (Rom. 9:16). O que Cristo disse a Seus discípulos, Ele diz anós: "Não me&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; escolheste&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; vós a mim, mas eu vosescolhi" (João 15:16). O ensino de Cristo é que "não&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; quereis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; vir a mimpara&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; terdes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;vida eterna"(João5:40). Vocês não virão; vocês não podem vir, até que aSua graça os traga.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style20" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;"Ninguém pode vir a mim se oPai que me enviou o não trouxer" (João&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; 6:44).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; "Todo o que o Paime dá viráa mim" (João&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; 6:37).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; Estas passagens concordam comnosso texto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;Por que existem pessoas tãoiradas contra o propósito de Deus? A nós, seres humanos, é permitido termospropósitos. Por que então Deus não pode ter um propósito? De fato, Ele tem umpropósito! Ele governa no céu e na terra. Ele salva Seu povo "segundo seupróprio propósito".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;5.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt; &lt;span lang="PT"&gt;Nosso texto diz: "seu próprio propósitoe graça". O propósito de Deus está todo fundamentado na graça; graça, tudobaseado na Sua graça, do começo ao fim. Os homens são pecadores condena­dos.Mas eles geralmente querem fazer algo para merecerem seu próprio perdão. Deusafirma que um pecador não tem como ser salvo dessa maneira. Deus está dispostoa recebê-lo, fraco e indigno, como você o é. Ele lhe &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle26"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt;dará &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt;salvação, todavia não pode &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle26"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt;vendê-la &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT;"&gt;a você. A salvação de Deus é pela graça. Ele o convidasinceramente a vir a Cristo e a viver. No entanto, você jamais poderá vir, anão ser que o Espírito Santo o faça disposto a aceitar a misericórdia de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle32"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(I)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle32"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;. Salvação é referida na Bíblia como uma dádiva. "Graça que nos foidada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; (2&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; Tim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; 1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;:9).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; Isto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; deveria nos manter humildes. Não podemos ser orgulhosos de algo que nosfoi doado. O texto não nos diz: "a qual Ele nos vendeu", ou "nospropôs", mas "a qual nos foi dada"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; Portanto, nossa salvação é exclusivamente o dom dagraça de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle32"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(II)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle32"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;. "Nos foi dada &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle26"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;em Cristo Jesus". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;A graça de Deus vem a nós atravésde Cristo Jesus. Paulo afirma: "Mas longe esteja de mim&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; gloriar-me,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; a não ser na cruz de nossoSenhor Jesus Cristo" (Gal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; 6:14).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; Salvação é um dom da graça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle32"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(III)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle32"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;. Deus nos deu esta graça"antes dos tempos dos séculos". Deus vivia sozinho antes do mundocomeçar. Nós ainda não existíamos, portanto não podíamos fazer nada pela nossasalvação. Deus já reinava então, assim como Ele reina agora. Ele não tomouconselho de homem ou anjo porque nada até então havia sido criado. Ele nos deusalvação antes da funda­ção do mundo para que a nossa salvação pudesse sertotalmen­te pela graça, através de Jesus Cristo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Você, meuamigo, pode não gostar do ensino do texto, mas creio que dei o verdadeirosignificado dele. Peço que aceite o que Deus diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style2" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;6.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;Voutentar agora mostrar como o ensinamento deste texto pode ser usado por nós. Elepode afetar a nossa maneira de viver. Creio que a doutrina da graça é tão cheiade poder hoje quanto no passado. Ela dá coragem ao homem que a recebe. Pauloexorta a Timóteo que não deve envergonhar-se. Deus lhe deu graça em CristoJesus antes da fundação do mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(I)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;. Um homempode ser muito pobre em bens materiais. Este mesmo homem pode ser ricoespiritualmente se ele conhece a graça de Deus. O nome de uma pessoa pode nãoestar nos livros de história do mundo, entretanto o nome do crente foiregistrado no livro de Deus antes do início dos tempos. O homem que nisso crerserá forte quando tiver que travar a batalha do Senhor. Os que crêem na livregraça de Deus têm confiança. Não têm medo. Eles sabem no que crêem. Até nossascrianças, às quais são ensinadas as doutri­nas da graça, sabem mais do quemuitos adultos. Muitos não sabem no que crêem, pois eles ouvem pregações quenão os ensinam realmente a verdade de Deus. Se uma pessoa recebeu as doutrinasda graça ela se apegará firmemente a elas. As doutrinas serão muito queridas aessa pessoa, e ela estará preparada a morrer pelas verdades que crê.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(II)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;. Estasdoutrinas da graça dão ao homem algo em que se segurar. Por outro lado, asdoutrinas da graça seguram o homem! A pessoa que crê que a salvação vem de Deuse não do homem jamais abandonará este ensinamento. Todas as outras doutrinassão como chão escorregadio onde alguém pode facilmente cair. Se a salvação épor esforço humano, como pode você saber se seu esforço é suficiente? Se vocêtiver seus pés firmes nas doutrinas da graça não precisa ter medo de cair. Estefundamento é bem firme e o suportará. Apeguemo-nos firmemente à verdade dopropósito eterno de Deus em Cristo Jesus antes do início dos tempos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle25"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: 13pt;"&gt;(III)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt;"&gt;. Esteensinamento da doutrina da graça desmascara os falsos ensinamentos. Sedissermos às pessoas que elas são salvas por Deus, verão que não precisam depadres, missas e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;absolvições. A doutrina da graça &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;é &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;a verdade que Deus usa parasacudir os portões do inferno. Nos tempos quando a Igreja de Deus foiperseguida, os cristãos arriscaram suas vidas para ouvir esta verdade. Quandonão era permitido que os cristãos se encontrassem em igrejas, eles seencontravam à noite em lugares secretos. Não tinham medo desde que pudes­semouvir a doutrina da graça de Deus. Eles correriam o risco de serem mortos se&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; tão-somente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; pudessem ser alimentados pelapregação desta doutrina, a qual amavam. Quando o erro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle28"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;é &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;pregado em tantos lugares, istodeve ser&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt;contra-atacado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; pela pregação das doutrinas da graça. Os inimigosde Deus não serão capazes de resistir a estas verdades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;(IV). Quando essas verdades sãoescritas no coração do ho­mem, elas farão com que ele busque a Deus. Ele saberáque Deus o salvou e passará a vida seguindo a Deus. Ele verá a mão de Deus emtudo. Ele adorará o Deus que já fez e continua a fazer tanto por ele. Ao mesmotempo, esta doutrina faz com que o homem despreze a si mesmo. Ele sabe que nãotem em si mesmo justiça nenhuma. Ele sabe que somente Deus o pode salvar. Elese sente pequenino, mas contente. Ele se mantém humilde diante do propiciatóriode Deus. Mas ele é ousado quando outros se opõem a ele. Que todos nós possamosconhecer o imenso poder que há na verdade da graça de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style11" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;(V) . Esta preciosa verdade trazconforto ao pecador. O maior conforto do pecador é saber que a salvação é pelagraça. Se os homens fossem salvos por mérito, por boas obras, aonde estariavocê? E aonde estariam os bêbados, os blasfemadores e os impuros? Aqueles entrevocês que amaldiçoam a Deus em seus corações e não O amam, aonde estariam?Quando a salvação é inteiramente pela graça, sua vida passada, por mais impuraque tenha sido, não é motivo para&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt; detê-lo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; de vir a Jesus. Cristo recebe pecadores. Deusescolheu alguns dos piores pecadores. Por que não então você? Ele recebe atodos que vêm a Ele. Ele não o lançará fora. Alguns chegaram a odiar a Cristo.Eles O insultaram frontalmente. Mas tão logo que eles clamaram: "Deus, tempiedade de mim, um pecador!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-fareast-language: PT;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt; Ele teve misericórdia deles. Ele terá misericórdia de você, se o EspíritoSanto o guiar a buscar misericórdia. Não haveria esperança alguma para você seme fosse necessário lhe dizer que você precisa conquistar sua própria salvaçãoà parte da graça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style19" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;Contudo, a salvação é pela graça.Se você está morto em pecados, existe vida para você. Se você está nu, existevestimenta para você. Se você se sente arruinado, existe salvação completa paravocê. Que você tenha a graça para se apoderar da salvação de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Style6" style="mso-pagination: widow-orphan; text-align: justify; text-indent: 36.0pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="FontStyle23"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 13.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"&gt;Então, você e eu cantaremosjuntos os louvores da glória da graça divina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-2397309884341459786?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/2397309884341459786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2011/12/salvacao-somente-pela-graca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/2397309884341459786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/2397309884341459786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2011/12/salvacao-somente-pela-graca.html' title='SALVAÇÃO SOMENTE PELA GRAÇA'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-GV06bK9HTws/TueMV2NMbvI/AAAAAAAABJw/Bc7gbqR9a6g/s72-c/charles_spurgeon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-7682040315934610473</id><published>2011-11-30T22:26:00.001-02:00</published><updated>2011-11-30T22:28:31.641-02:00</updated><title type='text'>A SINGULARIDADE DOS CAMINHOS DE DEUS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style', serif;"&gt;&lt;b&gt;Dr. David Martyn Lloyd-Jones&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style', serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;i&gt;Ministro por 30 anos da Westminster Chapel, Inglaterra.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 28px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 28px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Habacuque1:1-11&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;mensagemde Habacuque é de urgente necessidade nestes dias em que tantos vivem perplexospor este problema da história. Come­çamos, portanto, com duas declarações defato:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;I.Os caminhos de Deus às vezes são misterio­sos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;A.Sua inação&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Aprimeira coisa que descobrimos quando estudamos as ações de Deus é &lt;i&gt;que podeparecer que ele esteja estranhamente silencioso e inativo em cir­cunstânciasprovocativas. &lt;/i&gt;Por que Deus permite que certas coisas aconteçam? Por que aIgreja Cristã é o que é hoje? Veja sua história no decurso dos últimos quarentaou cinqüenta anos. Por que permitiu Deus tais condições? Por que permitiu quesurgisse o "modernismo", que solapa a fé e até nega suas verdadesfundamentais? Por que ele não fere de morte essas pessoas quando proferemblasfêmias e negam a fé que deveriam pregar? Por que permite ele que se façamtantas coisas erradas &lt;i&gt;até mesmo em seu nome?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Também,por que Deus não respondeu às orações de seu povo fiel? Vimos orando peloreavivamento durante trinta ou quarenta anos. Nossas orações têm sido sincerase urgentes. Temos deplorado o estado das coisas e temos clamado a Deus porcausa dessa situação. Mas ainda assim parece que nada acontece. A seme­lhançado profeta Habacuque, muitos pergun­tam: "Até quando clamarei eu, e tu nãome escutarás? gritar-te-ei: Violência! e não salvarás?"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Este,porém, não é o único problema da Igreja como um todo; é também a questão com aqual se defrontam muitas pessoas. Há os que, duran­te muitos anos, vêm orando afavor de alguém que lhes é caro, e Deus parece não responder-lhes. Raciocinamconsigo mesmos nestes termos: "É, por certo, da vontade de Deus que alguémse torne cristão. Bem, venho orando a favor de um amigo por muitos anos eparece que nada acontece. Por quê? Por que está Deus tão silente?" Muitasvezes as pessoas se impacientam com a demora. Por que Deus não responde àsnossas orações? Como podemos entender que um Deus santo permita que sua própriaIgreja seja o que é hoje?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;B. Suas providências inesperadas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Asegunda coisa que descobrimos é queDeus, às vezes, dá respostas inesperadas às nossas orações. Isto, maisdo que qualquer outra coisa, foi o que deixou Habacuque perplexo. Por um longotem­po Deus parece não responder. Então, quando responde, o que diz é maismisterioso até do que sua aparente falha em ouvir as orações. Na mente de Habacuqueestava perfeitamente claro que Deus tinha de castigar a nação e depois enviarum grande reavivamento. Mas quando Deus disse: "Estou respondendo à suaoração suscitando o exército caldeu para marchar contra suas cidades edestruí-las", o profeta não conse­guia acreditar no que ouvia. Mas foi oque Deus lhe disse, e o que realmente ocorreu.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;JoãoNewton escreveu um poema no qual descreve uma experiência pessoal semelhante.Ele desejava algo melhor em sua vida espiritual. Clamou por um conhecimentomais profundo de Deus. Esperava uma visão maravilhosa de Deus rompendo os céuse descendo com chuvas de bênçãos. Em vez disto, Newton teve uma expe­riência naqual, durante meses, Deus parecia tê-lo entregue a Satanás. Foi tentado eprovado além de sua compreensão. Mas afinal chegou a enten­der e viu que aqueleera o modo de Deus responder-lhe. Deus havia permitido que o poe­ta descesse àsprofundezas a fim de ensinar-lhe a depender inteiramente dele. Havendo Newtonaprendido a lição, o Senhor tirou-o daquela provação.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Todosnós temos a tendência de prescrever as respostas às nossas orações. Pensamosque Deus pode manifestar-se somente de uma forma. Mas a Bíblia ensina que Deusàs vezes responde às nossas orações permitindo que as coisas piorem muito antesque possam melhorar. Ele pode, às vezes, fazer o contrário do que prevemos. Elepode esmagar-nos, colocando-nos frente a frente com um exército caldeu. Mas éum princípio fundamental na vida e caminhar da fé que, quando tratamos comDeus, devemos estar sem­pre preparados para o inesperado. Gostaria de saber oque nossos pais teriam pensado há quarenta anos se pudessem prever o estadoatual da Igreja Cristã. Eles já se sentiam infelizes com o andamento da época.Já estavam realizan­do reuniões de despertamento e buscando a Deus. Se pudessemver a Igreja de nossos dias, não creriam no que viam. Jamais poderiam terimaginado que a igreja se afundasse tanto espiri­tualmente. Mas Deus permitiuque isto aconte­cesse. Tem sido uma resposta imprevista. Deve­mos apegar-nos àesperança de que ele tem permitido que as coisas piorem antes que, final­mente,melhorem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;C. Seus instrumentos incomuns&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Oterceiro aspecto surpreendente dos cami­nhos de Deus é &lt;i&gt;que ele às &lt;/i&gt;vezes &lt;i&gt;usainstrumentos estranhos para corrigir sua Igreja e seu povo. &lt;/i&gt;Os caldeus,dentre todos os povos, são os que Deus vai suscitar para castigar a Israel! Nãose podia imaginar tal coisa. Mas aqui também está um fato evidente em toda aBíblia. Deus, se assim o quiser, pode usar até mesmo os ímpios caldeus. Nocurso da história ele tem usado toda sorte de instrumentos estranhos einesperados para a realização de seus propósitos. Este é um fato pertinente aosnossos dias, pois parece que, segundo a Bíblia, muito do que acontece no mundoagora deve ser examinado nesta luz. Talvez possamos ir além e dizerpositivamente que o comunismo, temido por tantos cristãos em nosso tempo, nãopassa de um instrumento que Deus está usando para lidar com seu próprio povo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Aimportância de tudo isto reside no fato que, se não virmos as coisas do modocerto, nossas orações serão erroneamente concebidas e erro­neamente dirigidas.Temos de admitir o verda­deiro estado da Igreja e reconhecer sua iniqüida­de.Devemos entender a possibilidade de que as forças que hoje mais se opõem àIgreja Cristã talvez estejam sendo usadas por Deus para seu próprio propósito.O ensino claro do profeta é que Deus pode usar instrumentos muito estra­nhos, eàs vezes o último instrumento que teríamos esperado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: center; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;II.Os caminhos de Deus às vezes são mal interpretados&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;A.Por pessoas religiosas descuidadas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Oscaminhos de Deus muitas vezes são estra­nhos e desconcertantes, e a surpresa emface do que ele faz é sentida por muitos. É, antes de tudo, uma questão quecausa grande surpresa às pessoas religiosas mais descuidadas. Em Habacuque 1:5,Deus se refere aos ímpios em Israel, aqueles que se haviam tornado descuidadose frouxos. "Vede entre as nações, olhai, maravilhai-vos, e desvanecei,porque realizo em vossos dias obra tal, que vós não crereis, quando vos forcontada." A atitude deles era: "Vejam o que esse profeta andadizendo: que Deus vai usar os caldeus. Como se Deus pudesse fazer tal coisa'Não há perigo; não lhe dêem ouvidos. Os profetas são sempre alarmistas, e nosameaçam com o mal. Que idéia essa de que Deus há de suscitar um povo como oscaldeus para castigar a Israel! Isso é impossível!" A dificuldade deIsrael é que o povo não acreditava nos profetas. Mas Deus tratou o povoexatamente como disse que faria.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Aatitude que encontramos em Israel é tão antiga quanto à que o povo tinha naépoca do Dilúvio. Por meio de Noé, Deus advertiu o mundo antigo, do juízo,dizendo: "Não conten­derá o meu Espírito para sempre com o ho­mem".Os homens porém, zombaram dizendo que tal coisa era monstruosa e não poderiaacontecer. Deu-se o mesmo com Sodoma e Gomorra. As pessoas despreocupadas nuncapoderiam crer que suas cidades seriam destruí­das. Diziam que Deus interviriaantes que tal acontecesse, e continuaram em seus caminhos indolentes naesperança de que Deus as livraria sem muita dificuldade para elas. No tempo deHabacuque a atitude era a mesma. Mas aconte­ceu que Deus suscitou os caldeus, eIsrael foi atacado e conquistado. A nação foi devastada e levada para ocativeiro.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Encontramoso exemplo mais patente deste princípio no capítulo 13 de Atos, onde o apostolo Paulocita o quinto versículo do primeiro capítulo de Habacuque aplicando-o aos seuscontemporâneos. O que, em realidade, ele de­clara é: "Não, vós não credes,como não creram vossos pais. Visto que Israel não reconheceu o &lt;sub&gt;S&lt;/sub&gt;euMessias, e até o crucificou, e agora se recusa a crer no evangelho por eleanunciado, Deus vai, afinal, atuar em juízo. Ele vai suscitar o poder romanopara saquear e destruir vosso templo, e vós sereis desterrados entre as nações.Sei que não credes nisto, porque o profeta Habacuque já o profetizou, econtinuais a ignorar sua mensa­gem." O ano 70 d. C. chegou,inexoravelmente. As legiões romanas cercaram Jerusalém e a destruíram, e osjudeus foram espalhados entre as nações, onde permanecem até hoje. É verda­deque os religiosos descuidados nunca crêem nos profetas. Sempre dizem:"Deus nunca fará tais coisas!" Quero, porém, lembrar-lhe que Deus ofaz. Ele pode estar usando o comunismo em nosso tempo para castigar seu própriopovo e ensinar-lhe uma lição. Não ousamos, pois, continuar a ser complacentes eindolentes, di­zendo estar fora de cogitação que Deus possa usar talinstrumento. Não devemos permitir ser induzidos ao estado dos que habitamcomoda­mente em Sião e não lêem os sinais dos tempos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;B. Pelo mundo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Emsegundo lugar, os caminhos de Deus são surpreendentes para o mundo. "Entãopassam como passa o vento, e seguem; fazem-se culpa­dos esses, cujo poder é oseu deus" (Habacuque 1:11). Os caldeus falharam completamente em compreenderque Deus os estava usando, atribuíram todo o êxito alcançado ao seu própriodeus. Pensavam que deviam o sucesso às suas proezas militares, e sevangloriavam do fato Mas Deus logo ia demonstrar-lhes que as coisas não eramassim, e que como ele os havia suscitado, do mesmo modo podia abatê-los. Omundo, mais até do que o próprio povo de Deus, deixa de entender os caminhosdivinos. As arrogantes potências, que Deus tem usado para os seus própriosdesígnios em várias épocas da história, sempre se orgulharam de suasrealizações. O orgulho do mundo moderno pelo progresso científico e pelossistemas políticos é típico desta situação. Visto como os inimigos da fé cristãvêem a Igreja enlanguescendo-se e eles em ascendência, atribuem esse êxito"ao seu próprio deus". Não compreendem o verdadeiro significado dahistória. Grandes potências têm-se levantado e conquistado por algum tempo, massempre se embriagam com seu próprio sucesso. E, de súbito, chega a sua vez deserem abatidas. O verdadeiro significado da história nunca lhes passa pelacabeça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;C. Pelo próprio profeta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Finalmente,os caminhos de Deus eram desconcertantes até para o próprio profeta. Porém suareação foi muito diferente da do povo. Ele só queria saber como isto sereconciliaria com a santidade de Deus. Ele exclama: "Até quando, Senhor,clamarei eu, e tu não me escutarás? gritar-te-ei: Violência! e não salvarás?Por que me mostras a iniqüidade,&amp;nbsp; e mefazes ver a opressão? &amp;nbsp;Pois a destruiçãoe a violência estão diante de mim; há contendas, e o litígio se suscita."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: center; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;*&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; *&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: white; text-align: center; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Deveser suficiente estabelecer os seguintes princípios bíblicos gerais por meio deuma res­posta a este problema da história:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;|&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;I.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt; &lt;b&gt;A história está sobcontrole divino&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;"Poiseis que suscito os caldeus, nação amarga e impetuosa." Deus controla nãosomente &lt;b&gt;a &lt;/b&gt;Israel, mas também seus próprios inimigos, &lt;b&gt;os &lt;/b&gt;caldeus.Toda nação da terra está sob a mão divina, porque não há poder neste mundo que,em última instância, não seja por ele controlado. As coisas não são o queaparentam. Parecia que a astuta façanha militar dos caldeus é que os levara auma posição de ascendência. Mas não foi assim, de maneira alguma, porque Deus éque os suscitara. Deus é o Senhor da história. Ele está sentado nos céus, e asnações são para ele "como gafanhotos, como um pingo que cai dum balde, ecomo um grão de pó na balança". A Bíblia afirma que Deus está acima detudo. Ele começou o processo histórico, controla-o, e pôr-lhe-á um fim. Jamaisdevemos perder de vista este fato decisivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;II.A história segue um plano divino&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Ascoisas não acontecem por acaso. Os aconte­cimentos não são simplesmenteacidentais, por­que há um plano definido da história e tudo foi pré-organizadodesde o começo. Deus que "vê o fim desde o princípio" tem umpropósito em tudo, e conhece os "tempos ou épocas". Ele sabe quandodeve ou não abençoar a Israel. Tudo está em suas mãos. Foi quando veio "aplenitude do tempo" que Deus enviou seu Filho. Ele permitiu que primeiroviessem os grandes filósofos, com sua clarificação do pensamento. Depois surgi­ramos romanos, famosos pelo governo ordena­do, construindo estradas e espalhandoseu ma­ravilhoso sistema legal por todo o mundo. Só depois de ter planejadotudo foi que Deus enviou o seu Filho.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Háum propósito na história, e o que acontece em pleno século vinte não éacidental. Lembrando-nos de que a Igreja está no centro do plano de Deus, nãonos esqueçamos jamais do orgulho e da arrogância da Igreja no século dezenove.Ei-la reclinando-se na auto-satisfação, desfrutando de seus assim chamados sermõescultos e ministé­rio erudito, sentindo-se um bocadinho envergo­nhada demencionar coisas tais como conversão e obra do Espírito Santo. Observe o homempróspero da era vitoriana gozando confortavelmente sua adoração. Note sua fé naciência e sua prontidão em colocar a filosofia no lugar da revelação. Com queconstância ele nega o verdadeiro espírito do Novo Testamento! Sim, a igrejanecessitava de castigo, e não é muito difícil entender o século vinte quandoconsideramos a história do século dezenove. Há, deveras, um plano em todasessas coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;III.A história segue um horário divino&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Deusnão se detém para consultar-nos, e tudo ocorre segundo "o conselho da suavontade”. Deus tem o seu tempo; ele tem seu próprio caminho; ele age e trabalhaconseqüentemente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;IV.A história está ligada ao reino divino&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Achave da história do mundo é o reino de Deus. A história das demais naçõesmenciona­das rio Antigo Testamento só tem importância quando se relaciona com odestino de Israel. E, em última instância, a história hodierna só temimportância em relação com a história da Igreja Cristã. O que realmente importano mundo é o reino de Deus. Desde o princípio, desde a queda do homem, Deus vemtrabalhando no estabele­cimento de um novo reino no mundo. E o seu próprioreino, e ele está chamando as gentes do mundo para esse reino; e tudo o queacontece no mundo relaciona-se com o reino que ainda está em processo deformação, mas que atingirá sua consumação perfeita. Outros acontecimentos sótêm importância em relação com esse evento. Os problemas de nossos dias sódevem ser entendi­dos à sua luz. O que Deus permite na Igreja e no mundo hojeestá relacionado com seu grande propósito para a Igreja e para o reino.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt;"&gt;Nãonos desconcertemos, portanto, quando virmos coisas surpreendentes acontecendono mundo. Antes, perguntemo-nos: "Que relação tem este acontecimento com oreino de Deus?" Ou, se estiverem acontecendo a você coisas estranhas, nãose queixe, mas diga: "Que é que Deus está querendo me ensinar com isso?Que há em mim que necessita de correção? Onde errei e por que está Deuspermitindo que essas coisas aconteçam?" Não temos por que desnortear-nos eduvidar do amor ou da justiça divina. Se Deus não fosse bondoso bastante erespondesse de imediato a algumas de nossas orações a nosso modo, seríamoscristãos muito pobres Felizmente, às vezes Deus demora para respon­der a fim deeliminar o egoísmo ou coisas que não deveriam fazer parte de nossa vida. Eleestá interessado em nós, e tenciona adaptar-nos para uma posição mais plena emseu reino. Devemos portanto, julgar todo acontecimento à luz do grande, eternoe glorioso propósito de Deus.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-7682040315934610473?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/7682040315934610473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2011/11/singularidade-dos-caminhos-de-deus.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/7682040315934610473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/7682040315934610473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2011/11/singularidade-dos-caminhos-de-deus.html' title='A SINGULARIDADE DOS CAMINHOS DE DEUS'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-4014407726504152487</id><published>2011-11-21T08:12:00.000-02:00</published><updated>2011-11-21T08:12:13.836-02:00</updated><title type='text'>DEUS LUTA COM JACÓ</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: solid #4F81BD 1.0pt; border: none; mso-border-bottom-themecolor: accent1; mso-element: para-border-div; padding: 0cm 0cm 4.0pt 0cm;"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoTitle" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Silas Roberto Nogueira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Calibri; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-bidi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5EeqHgTCOIQ/TsoizGU3nDI/AAAAAAAABJo/2DJYbij5_Tc/s1600/jaco_luta1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-5EeqHgTCOIQ/TsoizGU3nDI/AAAAAAAABJo/2DJYbij5_Tc/s320/jaco_luta1.jpg" width="255" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;i&gt;(De uma série de mensagens em Gênesis)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;"&gt;Texto: Gênesis 32&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Jacó está retornando à sua terra natal após vinte anos e terá que enfrentar as consequências das suas antigas escolhas. O momento crucial na vida de Jacó não está no seu encontro com Esaú, mas no seu encontro com Deus. Depois deste encontro transformador, Jacó estará apto a encontrar seu irmão Esaú. Vejamos algumas lições deste trecho das Escrituras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A PROVIDÊNCIA DE DEUS, Gn 32.1,2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Do mesmo modo como os anjos apareceram a Jacó por ocasião de sua viagem para o exílio, aqui também o Senhor envia graciosamente seus anjos para certificá-lo da protetora presença divina em face da ameaçadora presença de Esaú. Os anjos (“anjos de Deus” – hb. &lt;i&gt;mal’ak ‘elohin,&lt;/i&gt; lit. mensageiros de Deus) a Bíblia não nos oferece uma definição do que são os anjos, contudo revela a sua natureza e função – “espíritos ministradores” (Hb 1:14). Os anjos são “espíritos”, isto é, seres espirituais e morais (2 Pe 2:4), isto é, há anjos bons e maus (geralmente denominados “demônios” ou “espíritos maus”). Os anjos bons atuam como ministros da parte de Deus “para o serviço” a favor dos que “hão de herdar a salvação”. O termo “Maanaim” – lit. significa “acampamento, exército ou dois campos” – o que parece é que Jacó visualizou, por um lado, o exército do Senhor e, por outro, o ajuntamento indefeso que lavava consigo (v.5). O relato aqui nos remete à cena de Eliseu, 2 Rs 6:8-23. Há uma diferença entre os anjos referidos aqui e Aquele que entra em luta corporal com Jacó, mais tarde. Esse último, embora também chamado “anjo” (Os. 12.4) é identificado como Deus, v.30 e Os. 12.3. Como nenhum anjo da Bíblia é identificado como sendo Deus a não ser o “anjo de Jeová”, parece que aqui este é o caso. O “anjo de Jeová” é uma manifestação de Cristo pré-encarnado. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Embora os anjos de Deus tenham aparecido a Jacó como uma prova da proteção divina, ele se sentia inseguro quanto ao que poderia ocorrer no seu encontro com Esaú. Jacó ainda não aprendera a confiar totalmente em Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A ESTRATÉGIA DE JACÓ, vv.3-8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Ao pensar no encontro com Esaú, o pânico se apoderou de Jacó e trouxe-lhe à memória recordações do que havia feito a seu irmão. Outra vez o velho manipulador vem à tona. Jacó estabelece uma estratégia para proteger-se de Esaú. Carlos Osvaldo comenta “a reação de Jacó à aparente ameaça de vingança por parte de Esaú revela uma fé ainda fraca e atormentada pela tendência de recorrer ao suborno e ao engano para alcançar seus objetivos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Primeiro Jacó envia mensageiros com um discurso pronto, v. 3-5. Ao anunciar a Esaú tudo o que possuía, Jacó intencionava persuadir Esaú de que o Senhor o tinha abençoado de modo inteiramente à parte daquela bênção que ele havia, tão sutilmente, tomado do irmão mais velho. É como se dissesse que a usurpação não lhe valera de nada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Em segundo lugar Jacó usa de uma linguagem cortês, note – “meu senhor Esaú”, v.4,5. Ao enviar mensageiros, Jacó esperava “achar favor” (LXX, gr &lt;i&gt;charis&lt;/i&gt;) aos olhos de Esaú, v.5. Contudo, ao retornarem os mensageiros sem uma resposta por parte de Esaú e ainda dizendo que ele vem ao encontro de Jacó com um pequeno exército (v. 6) é para ele um forte indicativo que não obteve aquilo que esperava v.7. O texto diz que Jacó ficou tomado de medo e muito consternado. O hebraico descreve Jacó como alguém que está excessivamente amedrontado e angustiado. Na sua oração Jacó revela o seu temor de que seu irmão viesse a mata-lo e aos seus (v.11). Mais tarde, em Betel, Jacó refere-se a esse momento como tempo de “angústia”, mas usa outro termo que quer dizer “adversidade” ou “tribulação”, 35.3.&amp;nbsp; . Assim, se a primeira estratégia falha, Jacó, sempre cheio de recursos emprega outra estratégia. O plano “b” é posto em prática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Em terceiro lugar ele divide aqueles que estão com ele em dois bandos, v. 7. Pensava Jacó que se Esaú desse sobre eles, mataria o primeiro grupo e quando chegasse ao segundo, sua ira já estaria aplacada e assim, não os mataria ou que eles tivessem tempo de fugir enquanto o primeiro grupo era dizimado, v.8. No primeiro grupo, ao que parece estavam, além de alguns animais, os servos, no segundo, os membros de sua família, v.22. O grupo em que estava a sua família estava dividido assim: primeiro, as servas imediatamente seguidas por seus filhos, depois Lia e seus filhos e por último, Raquel e José, 33.2. Essa disposição deixa evidente o favoritismo de Jacó por Raquel e José.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Em quarto lugar, Jacó ora, vv.9-12. A oração de Jacó é uma oração pactual, reivindicando a proteção de Deu à luz de Sua ordem para que voltasse a Canaã. Uma análise dos vv.9-12 revela elementos de uma verdadeira oração: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Jacó reconhece a iniciativa divina nas manifestações de graça para com seu pai e para consigo mesmo, v. 9; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Jacó reconhece o seu próprio demérito diante de Deus e Deus como a fonte de todo o bem e do dom perfeito, v.10;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Jacó reconhece que é necessitado de proteção divina, v.11;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Jacó expressa sua fé na promessa de Deus, v.12. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Em quinto lugar, Jacó apesar de ter orado, apela ao suborno, v. 13-21. O presente era extravagante, pois 550 animais estavam sendo separados em três rebanhos para serem doados a Esaú.&amp;nbsp; A intenção de Jacó é expressa nas palavras “vou aplacá-lo com o presente mandado à minha frente; depois o verei face a face, talvez me aceite” (v.20). Sua mente aguçada considera as alternativas, avalia as chances e procura uma saída. Jacó ainda não aprendeu a depender totalmente de Deus para sua salvação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O GRANDE MOMENTO – O CONFRONTO COM DEUS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Este é o grande momento na vida de Jacó, o confronto com Deus no vau de Jaboque. Depois desse confronto, Jacó não será mais o mesmo. Este confronto ilustra também o encontro de cada um de nós com Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b&gt;1.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O Confronto solitário, v. 24. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;Comenta J. D. MacMillan a frase introdutória “Jacó, porém ficou só” “é um imediato e impressivo lembrete de que, na história das experiências espirituais pessoais da graça de Deus, há lugares e áreas nos quais somos levados à solidão”. O tipo de solidão aqui parece ser a solidão da alma, como fruto do pecado. O pecado causa separação em três áreas específicas da vida humana: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;(a)&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Separa o homem de Deus, Is 59:2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;(b)&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Separa o homem do homem, Gn 28:5 (Exílio de Jacó por causa do ódio de Esaú)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;(c)&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Separa o homem de si mesmo, Sl 86.11 (o termo “dispõe-me” no original hebraico tem o sentido unir partes que estavam separadas, lit. “une o meu coração para temer o teu nome”). O encontro com Deus promove a cura da personalidade partida, fracionada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;De repente a solidão é quebrada, Deus irrompe na história. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Assim como Deus irrompeu na história do patriarca, irrompe na nossa história. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b&gt;2.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O Confronto é íntimo, v. 24b&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;Jacó estava só e de repente estava a sós com Deus. Deus entra em cena e de modo bastante definido. Deus está aqui na pessoa do Anjo da Aliança, uma teofania, um aparecimento do Cristo pré-encarnado na forma de homem. Note que o texto não diz “Jacó ficou só e lutou com um varão”, mas está bem claro que o ataque partiu do homem: “e um homem pôs-se a lutar com ele...”.&amp;nbsp; O embate partiu do varão, partiu de Deus. Está claro que não foi uma visão, mas um confronto literal, físico. O termo hebraico usado para “lutava” implica em contato físico íntimo, um abraço apertado como fazem os lutadores de luta romana. O termo hebraico traduzido por “lutou” em Oséias 12:4 indica que o varão dominava Jacó no embate. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;Assim como o encontro de Jacó e Deus foi íntimo, nosso encontro com Cristo é pessoal, individual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b&gt;3.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O Confronto é acirrado, v. 25a&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Jacó era um homem forte, vigoroso (29:2,10; Os 12:3). O Anjo do Senhor ajustou-se à força de Jacó (Sl 103:14 - “ele conhece a nossa estrutura”) e isso tornou o embate acirrado. O Anjo do Senhor poderia ter vencido facilmente o embate, contudo o Senhor queria que Jacó se lhe rendesse de modo voluntário, corporal e espiritualmente. Jacó combateu com todas as suas forças, até que o Anjo tocou-lhe de modo que o submeteu. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Assim como Jacó lutou bravamente, nós igualmente lutamos até que sejamos subjugados pelo grande Mestre. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraph" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;b&gt;4.&lt;span style="font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;O Confronto é transformador, v.25b&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;O confronto de Jacó com o Anjo do Senhor foi transformador. Jacó nunca mais foi o mesmo, pois houve um toque sobrenatural.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;u&gt;Um toque suave&lt;/u&gt;. Seria necessário um toque tremendamente violento para provocar o deslocamento da coxa de um homem capaz num embate. É improvável que isso tenha ocorrido aqui. O termo hebraico traduzido por “tocou-lhe” indica que não houve violência. Em Isaías 6:7 o mesmo termo aparece, onde a brasa “tocou” os lábios do profeta e indica um toque suave, de dedo, não de punho. O toque a que Jacó foi submetido, portanto, foi sobrenatural. Assim como Deus tocou de modo suave, porém sobrenatural em Jacó, toca em nós.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;u&gt;Um toque humilhante&lt;/u&gt;. Todo lutador tem orgulho de sua habilidade física, de sua destreza. A derrota é sempre humilhante. Jacó foi tocado no lugar de sua força, na sua autoconfiança, na sua autossuficiência. Mediante um golpe sobrenatural Jacó fica impossibilitado de prosseguir a luta. Assim como Deus soube onde tocar em Jacó, sabe o nosso ponto fraco e não deixará de explorá-lo de modo a submeter-nos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;O texto diz que ao amanhecer, quando Jacó ia ao encontro a Esaú –“mancava de uma perna” (v.31). Jacó levava consigo a marca da experiência pela qual havia passado um novo nome (v.28), a bênção de Deus (v.29) e o senso de ter visto Deus face a face e ter a sua vida preservada (v.30). &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Porventura, seria diferente conosco? Entraria Deus num embate por nossa alma e sairíamos do mesmo modo? Veríamos nós a Deus e continuaríamos os mesmos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Até esse momento, o encontro mais importante para Jacó era com Esaú. Ele estava cheio de medo, temores. A única coisa que ocupava a sua mente era a sua vida e a vida de seus familiares. No entanto, quando estava lutando com Deus, a única coisa que preenche a sua mente é o seu oponente. Esse encontro entre Jacó e Deus foi transformador. Depois dele não há mais medo, Jacó mesmo vai à frente dos seus familiares ao encontro de Esaú (33:3a). Age com humildade (33:8, 5 “teu servo”, 8). Age com liberalidade (33: 10-11). Mas, acima de tudo não vê mais as pessoas como meio de obter vantagens, mas como indivíduos que possuem em si a imagem de Deus (ainda que desfigurada), 33:8. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Vejo nesse encontro de Jacó de Deus uma figura da regeneração. A regeneração é um ato de Deus, assim como foi um toque de Deus em Jacó. A regeneração é um encontro transformador. A regeneração muda a nossa vida de uma vez para sempre. A regeneração afeta o modo como vemos não somente as pessoas, mas sobre tudo o próprio Deus. Ninguém sai ileso de um encontro dom Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-4014407726504152487?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/4014407726504152487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2011/11/deus-luta-com-jaco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/4014407726504152487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/4014407726504152487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2011/11/deus-luta-com-jaco.html' title='DEUS LUTA COM JACÓ'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-5EeqHgTCOIQ/TsoizGU3nDI/AAAAAAAABJo/2DJYbij5_Tc/s72-c/jaco_luta1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-837171939794473908</id><published>2011-11-03T08:08:00.000-02:00</published><updated>2011-11-03T08:08:32.667-02:00</updated><title type='text'>VEJO OS HOMENS COMO ÁRVORES QUE ANDAM</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lTn9PlW96xo/TrJn65PI-pI/AAAAAAAABJE/HjeH4RK6Jn4/s1600/lloyd-jones_martyn1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-lTn9PlW96xo/TrJn65PI-pI/AAAAAAAABJE/HjeH4RK6Jn4/s320/lloyd-jones_martyn1.jpg" width="204" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;D. M. Lloyd-Jones&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Adobe Garamond Pro', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Adobe Garamond Pro', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;"E chegou a Betsaida; e trou&lt;/i&gt;&lt;i&gt;xeram-lhe um cego, e rogaram-lhe que lhe tocasse. E, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos, e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa. E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam. Depois tornou a pôr-lhe as mãos nos olhos, e ele, olhando firmemente, ficou restabelecido, e já via ao longe e distintamente a todos. E mandou-o para sua casa, dizendo: Não entres na aldeia".&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Marcos 8:22-26&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Adobe Garamond Pro', serif; font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quero chamar sua atenção para este incidente, como parte de nossas considerações sobre o tema que estamos examinando e que denominei "depressão espiritual".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 22.1pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estamos considerando este assunto, não somente porque é um fato triste e trágico que um cristão possa se sentir deprimido e miserável, mas também por causa da situação geral da Igreja atualmente. Não hesito em afirmar, novamente, que uma das razões por que a Igreja Cristã exerce tão pouca influência no mundo moderno, é que tantos cristãos estão nesta condição. Se todos os cristãos começassem a agir e a viver conforme o Novo Testamento ensina, a Igreja não enfrentaria problemas para evangelizar. A questão se resolveria por si mesma. É porque estamos falhando como cristãos em nossa vida diária, comportamento e testemunho, que a Igreja exerce tão pouca influência e tão poucos são atraídos a Deus através do Senhor Jesus Cristo. Portanto, por esse motivo tão premente, é imprescindível que tratemos desta questão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já fizemos uma análise geral do problema, e no capítulo ante­rior consideramos um aspecto específico dele. Vimos que há alguns cristãos nesta condição porque nunca realmente entenderam com clareza a grande doutrina básica da justificação pela fé. Na ver­dade, essa foi a causa de todo o problema antes da Reforma protestante. A Reforma trouxe paz, felicidade e alegria à vida da Igreja, de uma forma que ela não tinha conhecido desde os pri­meiros séculos, e tudo aconteceu porque a doutrina básica da justificação pela fé foi redescoberta. Ela fez Martinho Lutero se regozijar e cantar, e ele por sua vez foi usado para levar outros a discernir esta grande verdade. Ela produziu essa grande alegria na Igreja; e, se por um lado hesitamos em declarar que aqueles que não entenderam esta questão com clareza não sejam cristãos, por outro lado, é um fato que no momento que a enten­dem, imediatamente deixam de ser cristãos miseráveis e se tornam cristãos radiantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vamos passar agora para o passo seguinte, e quero conside­rá-lo à luz deste extraordinário incidente na vida e no ministério do nosso bendito Senhor, registrado em Marcos 8:22-26. Obser­varão imediatamente que estamos tratando de um caso completa­mente diferente; e este quadro ilustra isso de forma bastante clara. Em vários aspectos é o mais extraordinário de todos os milagres realizados por nosso Senhor e Salvador. Lembram-se dos detalhes do que Ele fez por esse homem cego? Ele o tomou pela mão, levou-o para fora da aldeia, cuspiu nos seus olhos, impôs as mãos sobre ele, e então perguntou ao homem se podia ver alguma coisa. O homem disse: "Sim, vejo. Vejo os homens como árvores andando". Então o Senhor pôs as mãos novamente sobre os olhos do homem e desta vez a sua vista foi restaurada, e ele "viu distintamente".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isto, obviamente, é algo de significação muito profunda. O que aconteceu neste caso não foi acidental. Temos outros exemplos em que o Senhor curou pessoas cegas, e é evidente que Ele poderia ter curado este homem instantaneamente, dizendo apenas: "Recebe a vista". Nosso Senhor tinha esse poder; nada era impossível para Ele. Já tinha feito isso antes, e podia fazê-lo novamente. Então, o que Ele fez aqui foi feito deliberadamente e com um propósito. Nada que o Senhor Jesus fez foi feito a esmo ou acidentalmente. Todas as Suas ações eram deliberadas e quando Ele mudava Seu método, sempre tinha uma razão muito boa para fazer isso. Não havia nada particularmente difícil neste caso; a variação no trata­mento não era causada por isso. Era devida ao plano determinado pelo próprio Senhor, de operar o milagre desta forma a fim de ensinar uma lição e comunicar uma certa mensagem. Em outras palavras, todos os milagres do Senhor foram mais do que simples eventos — de certa forma, eles também foram parábolas. Isso não quer dizer que não cremos nos incidentes em si como sendo fatos reais na história. Estou simplesmente declarando que um milagre é também uma parábola, e se isso é verdade a respeito de todos os milagres, é especialmente verdade a respeito deste aqui. De fato, pois o Senhor obviamente mudou o método aqui a fim de ensinar uma lição vital e importante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eu concordo com aqueles que sugerem que talvez a lição principal aqui tivesse em vista particularmente os discípulos. Lem­bram-se do que aconteceu antes? Eles se esqueceram de levar pão no barco, e por isso tinham apenas um consigo. Começaram então a se preocupar com isso, e ficaram perturbados. Nosso Senhor ao falar com eles no barco, disse: "Guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes"; e eles arrazoavam entre si, dizendo: É porque não temos pão". Visto que Ele mencionou a palavra "fermento", pensaram que ele estava falando de pão! Eram literalistas, faltava-lhes entendimento espiritual, e por isso a pala­vra "fermento" fez com que pensassem apenas em pão e no fato de terem se esquecido de levar um suprimento. Por essa razão estavam perturbados e apreensivos, e o Senhor lhes fez uma série de perguntas penetrantes, terminando com esta: "Não compreen­destes ainda?" É como se dissesse: "Aqui estou eu, pregando a vocês e lhes ensinando, e parece que ainda não entendem. Estão perturbados porque têm somente um pão, e no entanto testemu­nharam dois milagres, os quais provam que com apenas alguns pães e peixes eu posso alimentar milhares de pessoas; como é que ainda não entendem?" Eu creio que Ele tratou do homem cego daquela maneira a fim de lhes dar uma imagem deles mesmos. Ele adorou esta técnica registrada aqui, para que os discípulos pudessem se ver a si mesmos, como realmente eram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 20.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas há um sentido mais profundo aqui; é uma lição perma­nente para o povo de Deus. É uma mensagem terrível. Estou ansioso para chamar sua atenção para isso porque há muitas pessoas que são como este homem, e há muitas pessoas que parecem ainda estar no primeiro estágio que este homem atravessou, no processo de ser curado. Nosso Senhor cuspiu nos seus olhos e perguntou: "Pode ver alguma coisa?" E ele respondeu: "Vejo os homens, como árvores andando". Entendem a sua situação? É difícil des­crever este homem. Não podemos mais dizer que ele é cego. Não podemos dizer que ainda é cego, porque pode ver; mas hesitamos em dizer que ele pode ver, porque vê os homens como árvores andando. Então — ele é cego, ou não é? Quase sentimos que a única coisa que se pode dizer, é que ele ao mesmo tempo é cego, e não é. Ele não é uma coisa nem outra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ora, essa é precisamente a condição que estou ansioso por abordar aqui. Eu me preocupo com aqueles cristãos que se sentem inquietos e infelizes e miseráveis por causa desta falta de clareza. É&lt;i&gt; &lt;/i&gt;quase impossível defini-los. Vocês às vezes falam com uma pessoa assim, e pensam: "Este homem é um cristão". E então o encontram novamente, e ficam em dúvida, e pensam: "Certamente ele não pode ser cristão, se fala dessa maneira ou age dessa forma". Cada vez que se encontram com esse homem, a impressão que têm dele é diferente; e nunca têm certeza se ele realmente é um cristão ou não. Vocês não se satisfazem em dizer que ele vê, ou&amp;nbsp; que não vê. Além disso,&amp;nbsp; o problema é que não só os outros pensam isso a respeito de pessoas desse tipo, mas muitas vezes elas sentem isso a respeito de si mesmas. Eu digo isso a favor delas, pois se sentem infelizes porque não têm certeza a respeito da sua própria situação. Às vezes, depois de assistir a um culto, elas dizem: "Sim, eu sou um cristão; eu creio nisso". Então alguma coisa acontece, e passam a pensar: "Não posso ser um cristão. Se eu fosse cristão, não teria tais pensamentos, ou não sentiria o desejo de fazer as coisas que faço". Por isso sentem-se tão perplexas a respeito de si mesmas, como os outros cristãos que as observam. Ora sentem que são cristãos, ora sentem que não são. Parecem saber o suficiente a respeito do cristianismo para não sentirem prazer nas coisas do mundo; mas não sabem o bastante para se sentirem felizes consigo mesmos. Não são "nem quentes, nem frios". Eles vêem, e ao mesmo tempo não vêem. E acho que concordarão comigo que estou descrevendo a situação de um grande número de pessoas. É uma situação dolorosa, e minha mensagem, como podem imaginar, é que ninguém deve viver nessa situação, nem deve permanecer nela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vamos seguir o ensino do nosso Senhor. A melhor maneira de fazer isso é colocar o caso dessas pessoas numa forma diferente. Tenho falado até aqui de modo geral. Quero agora entrar em alguns aspectos específicos para ajudar essas pessoas a se verem a si mesmas, e também para ajudar a todos nós a discernir esta condição. O que é que essas pessoas podem ver? Elas vêem algu­ma coisa. Este homem disse: "Sim, eu vejo, vejo homens, mas alguma coisa está errada, porque os vejo como árvores andando".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O que essas pessoas vêem? Muitas vezes elas sabem que alguma coisa está errada. Sentem-se infelizes consigo mesmas. Alguma coisa aconteceu com elas que lhes deu um sentimento de insatisfação a respeito de si mesmas. Houve uma época em que se sentiam perfeitamente felizes com as coisas como eram. Levavam a sua vida como queriam, e pensavam que não havia nada de errado com isso. Mas não são mais assim. Alguma coisa lhes aconteceu, que lhes deu uma percepção completamente dife­rente do tipo de vida que estava vivendo. Não preciso entrar em detalhes; basta que pensem em pessoas que estão vivendo este tipo de vida, pessoas que devoram mexericos de jornal, e conside­ram maravilhosa e invejável a vida da alta sociedade, e sentem que "aquilo, sim, é que é vida". Mas estas pessoas não são mais assim. Começaram a perceber o vazio, a inutilidade, a completa falsidade&amp;nbsp; daquilo&amp;nbsp;&amp;nbsp; tudo,&amp;nbsp; e&amp;nbsp; sentem-se&amp;nbsp; profundamente&amp;nbsp;&amp;nbsp; insatisfeitas com esse tipo de vida. Percebem que, mesmo à parte de tudo o mais, não é uma escolha inteligente, que é um tipo de vida completamente vazia. Tornam-se infelizes com sua situação, dizen­do que não podem continuar assim. Há muitas pessoas nessa situa­ção, e muitas delas passam por esse estágio. É um estágio em que o homem vê que tudo o mais está errado, embora ainda não tenha visto que o cristianismo está certo. E isso muitas vezes o leva ao cinismo, e até mesmo ao desespero.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 20.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tenho visto muitos exemplos dramáticos disso. Lembro muito bem o caso de um homem que era um cirurgião extraordinário em Londres, de muita proeminência. Subitamente, para assombro de lodos que o conheciam, ele anunciou que tinha desistido de tudo c se tornara um médico de navio. O que aconteceu com esse homem foi o seguinte: ele era muito famoso em sua profissão, e tinha ambições perfeitamente legítimas com respeito a certas honras cm sua profissão. Mas desapontamentos a esse respeito de repente lhe abriram os olhos para toda a situação, e ele concluiu que não havia satisfação duradoura na vida que estava levando. Ele perce­beu tudo isso, mas não se voltou para Cristo. Simplesmente tornou-se cínico, e deixou tudo. E tem havido outros exemplos notáveis de homens que abriram mão de tudo e foram para algum lugar isolado onde encontraram uma certa medida de paz e felicidade, sem se tornarem cristãos. Essa é uma possibilidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas eles podem até mesmo ir além, e perceber as qualidades superiores da vida cristã, como estão expressas no Sermão do Monte. Dizem: "Não há dúvida que a vida cristã é única vida real; se tão somente todos vivessem assim!" Talvez tenham lido as biografias dos santos e reconhecido que esses homens tinham algo maravilhoso em suas vidas. Houve um tempo em que não tinham qualquer interesse nisso, mas agora passaram a compreen­der que a vida descrita no Sermão do Monte é a única que vale a pena viver; e também, lendo I Coríntios, capítulo 13, dizem: "Se apenas todos vivêssemos assim, este mundo seria um paraíso". Eles passaram a perceber isso com muita clareza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 20.9pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E podem até mesmo ter ido mais além, concordando que Jesus Cristo é a única esperança, que Ele é, de algum modo, o Salvador. Notem como expressei isto: que Jesus Cristo é, "de algum modo", o Salvador. Chegaram a ver que Ele poderia aju­dá-los, e que o cristianismo é a única esperança para o mundo, e de algum modo percebem e sabem que essa Pessoa — Jesus — pode ajudá-los. Houve um tempo em que não estavam interessados, quando O puseram de lado, sem qualquer consideração mais séria; mas isso mudou. Compreendendo o vazio deste mundo, e vendo o tipo de vida vivida por certos cristãos, e sabendo que Jesus Cristo é a razão dessa diferença, percebem que de algum modo Ele deve ser o Salvador. Por isso estão interessados nEle, e querem saber mais a Seu respeito. Até aí eles vêem claramente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 22.1pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Podemos dizer ainda mais sobre eles, isto é, ao contrário das pessoas de que falamos no capítulo anterior, estes indivíduos perceberam que não podem salvar a si mesmos. O problema do homem que não tem uma compreensão clara da justificação pela fé é que ele ainda está tentando se justificar; mas estes indivíduos sabem que não podem fazer isso. Tentaram muitas vezes, e estão insatisfeitos; e, vendo a verdadeira natureza da qualidade de vida cristã, compreendem que o homem não pode alcançar esse ideal. Compreendem que não podem salvar a si mesmos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Certamente", alguém dirá, "você foi longe demais, você lhes dá crédito demais!" Não! Eu estou simplesmente descrevendo o que essas pessoas podem ver, da mesma forma que aquele homem cego, quando Jesus lhe perguntou: "Podes ver?" respondeu: "Sim". Ele certamente podia ver, podia ver homens. E essas pessoas che­garam a ver alguma coisa, talvez até mesmo chegaram a ver todas estas coisas que estou descrevendo aqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Todavia, preciso dizer também que ainda estão confusas, que ainda não podem ver &lt;i&gt;com &lt;/i&gt;clareza. Podem apenas ver homens "como árvores andando". Em que aspecto isto é verdade sobre elas? O problema aqui é saber o que deixar de fora; mas eu vou tentar selecionar o que considero as três coisas mais impor­tantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A primeira coisa é que essas pessoas não têm uma compreen­são clara de certos princípios. É por isso que tomei o cuidado de dizer que compreenderam que Cristo é "de algum modo" o Salvador. Mas elas não compreendem de que forma Ele é o Sal­vador. Não têm uma compreensão clara, por exemplo, da morte de Cristo, e sua absoluta necessidade. Não têm certeza sobre a doutrina do novo nascimento. Se falarmos com elas a respeito destas coisas, vamos descobrir que estão cheias de confusão e perplexidade. Essas pessoas dizem que não vêem, e estão certas! Elas não vêem, elas não entendem por que Cristo teve que morrer, e não vêem a necessidade do novo nascimento. Já temos visto esse tipo de gente; pessoas que estão descontentes com sua vida, e louvam a vida cristã; estão sempre prontas a falar sobre Cristo como Salvador, mas ainda "não podem ver" certas verdades. O resultado é que se sentem perturbadas, infelizes e miseráveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.85pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A segunda coisa que não vêem claramente é que seu coração não é totalmente envolvido. Ainda que possam ver muitas coisas, sua felicidade realmente não está no cristianismo nem na posição cristã. Por alguma razão, não encontram alegria verdadeira na fé cristã. Precisam constantemente trazer isso à memória, e às vezes tentam forçar essa atitude em si mesmos. Não são felizes; sua alegria — se é que têm alguma — ainda parece provir de outras fontes. Seu coração não é completamente envolvido. E eu men­ciono estas coisas aqui porque espero poder tratar delas detalha­damente mais adiante. No momento estou dando uma visão resu­mida da condição geral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A terceira coisa a respeito das pessoas que estamos discutindo, c que sua vontade está dividida. São rebeldes, e não conseguem entender por que é que um homem, só porque se declara cristão, (em que fazer certas coisas e deixar de fazer outras. Acham que isso é ser tacanho. Por outro lado, condenam sua vida passada e aceitam a vida cristã de forma geral. Reconhecem Cristo como Salvador; todavia, quando se trata de aplicar Seus ensinos, ficam confusas e não conseguem discernir a questão com clareza. Estão sempre argumentando, sempre perguntando se é certo fazer isto ou aquilo. Há uma ausência de tranquilidade na esfera da vontade. Não estou apresentando uma caricatura dessas pessoas. Estou ciando uma descrição muito literal, exata e detalhada delas. Muitos de nós passamos por este estágio, e sabemos disso por experiência própria; e, como o Senhor adotou este método no caso do homem cego, Ele parece fazer coisa similar na conversão. Há pessoas que vêem as coisas claramente de uma vez; mas há outras que passam por estágios. Estamos tratando aqui daquelas que atravessam este estágio específico, e é assim que eu descreveria sua condição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quero aqui passar para o ponto seguinte. Por que, quando o Senhor Jesus estava ensinando, Ele apresentou aquela série de perguntas aos discípulos, e então demonstrou tudo desta forma dramática, através deste incidente? Ou, para expressá-lo de uma forma diferente, quais são as causas desta condição? Por que deveria alguém passar por esta situação indefinida, cristão e não cristão, como se fosse "sim e não" ao mesmo tempo? Não há dúvida que às vezes a responsabilidade é inteiramente do evange­lista usado para despertá-los. Os evangelistas muitas vezes são a causa do problema. Na sua ansiedade de ver resultados, muitas vezes causam este problema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas&amp;nbsp; nem sempre&amp;nbsp; é&amp;nbsp; culpa do&amp;nbsp; evangelista;&amp;nbsp;&amp;nbsp; com frequência a culpa é da própria pessoa, e vou mencionar algumas das maio­res razões por que "acaba nesta situação. Primeiro, em geral essas pessoas protestam&amp;nbsp; contra&amp;nbsp; definições&amp;nbsp; muito precisas e limitadas. Elas não gostam de nada que seja muito claro e absoluto. Não precisamos entrar nas razões específicas disso. Eu acho que elas se opõem à clareza de pensamento e definição por causa de suas exigências. O tipo mais confortável de religião é sempre uma reli­gião vaga, nebulosa e incerta, cheia de fórmulas e rituais. Não me surpreende que o catolicismo romano atraia certas pessoas. Quanto mais vaga e indefinida a sua religião, mais confortável ela será. Não há coisa mais incômoda do que verdades bíblicas que exigem decisões. Por isso, essas pessoas dizem: "Você está sendo muito rígido, está sendo muito legalista. Não, não, eu não gosto disso. Eu creio no cristianismo,&amp;nbsp; mas você está&amp;nbsp; sendo muito rígido e tacanho em seus princípios. Vocês conhecem esse tipo de pessoa. Mas, se começarem com a teoria que o cristianismo não é definido, não se surpreendam se acabarem como este homem, vendo "homens, como&amp;nbsp; árvores&amp;nbsp; andando".&amp;nbsp; Se começarem&amp;nbsp; sua vida e experiência cristã dizendo que não querem&amp;nbsp; uma perspectiva exata ou uma definição precisa para sua fé, vocês provavelmente não a terão! A segunda causa, e muitas vezes o grande problema com essas pessoas, é que elas nunca aceitam completamente os ensinos e a autoridade das Escrituras. Suponho que, em última análise, esta é a grande causa do problema. Elas não se submetem totalmente à autoridade da&amp;nbsp; Bíblia.&amp;nbsp; Se&amp;nbsp; tão&amp;nbsp; somente&amp;nbsp; nos&amp;nbsp; aproximássemos&amp;nbsp; dela como crianças, com uma aceitação sem reservas, permitindo que a Bíblia fale conosco, este problema não existiria. Essas pessoas não fazem isso ;elas misturam suas próprias idéias com verdades espirituais. Naturalmente, elas afirmam que se baseiam nas Escri­turas, porém — e esta é a palavra fatal — imediatamente passam a modificá-las. Aceitam certas idéias bíblicas, mas há outras idéias e filosofias, remanescentes de seu velho estilo de vida, que dese­jam conservar consigo. Misturam idéias naturais com idéias espiri­tuais. Dizem gostar do Sermão do Monte e de I&amp;nbsp; Coríntios&amp;nbsp; 13; declaram crer em Cristo como Salvador, mas argumentam que não devemos ser muito extremistas nestas questões, que devemos ser moderados. Então começam a modificar as Escrituras. Recusam-se a aceitar sua autoridade em todos os aspectos — na pregação e na vida, na doutrina e na sua visão do mundo. "As circunstâncias mudaram", dizem; "e a vida não é mais o que costumava ser. Estamos vivendo no século vinte!" E mudam a Bíblia aqui e ali, adaptando-a às suas próprias idéias, em vez de aceitarem a doutrina das Escrituras do começo ao fim, reconhecendo a irrelevância dessa conversa sobre o século vinte. A Bíblia é a Palavra de Deus, ela é eterna, e porque ela é a Palavra de Deus, devemos nos submeter a ela, e confiar que o Senhor use Seus próprios métodos à Sua própria maneira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma outra causa deste problema é que quase invariavel­mente suas vítimas não estão interessadas em doutrina.. Vocês estão interessados em doutrina? Às vezes essas pessoas são tolas ao ponto de contrastar o que consideram "leitura espiritual das Escrituras" com doutrina. Dizem que não estão interessadas em doutrina, que gostam de exposição bíblica mas não de doutrina. Declaram crer nas doutrinas que estão expostas na Bíblia, e que provém da Bíblia, porém (é incrível, mas é verdade) elas estabelecem este contraste fatal entre exposição bíblica e dou­trina. No entanto, qual é o propósito da Bíblia, senão de apre­sentar doutrina? Qual é o valor da exposição bíblica, se ela não nos levar à verdade? Mas não é difícil entender sua posição. É a doutrina que fere, é a doutrina que define as coisas. É uma coisa apreciar as histórias e se interessar por palavras e nuanças de sentido. Isso não perturba, não focaliza a atenção no pe­cado, nem exige uma decisão. Podemos relaxar e apreciar isso; contudo a doutrina fala conosco e exige uma decisão. Doutrina é verdade, e ela nos examina e nos prova e nos força a uma auto-análise. Então, se começamos com objeções à doutrina como tal, não é de surpreender que não vejamos com clareza! O propósito de todos os credos elaborados pela Igreja Cristã, bem como todas as confissões de fé e doutrina, ou dogmas, foi de capacitar as pessoas a verem com clareza. Foi por isso que foram formulados. Nos primeiros séculos do cristianismo o evangelho foi pregado de geração a geração. Mas algumas pessoas começaram a ensinar coisas erradas. Por exemplo, alguns começaram a dizer que Cristo realmente não veio em forma humana, e sim que era uma aparição espiritual. Uma variedade de idéias começou a sur­gir, levando muitos à confusão e perplexidade. Por isso, a Igreja começou a formular suas doutrinas na forma do Credo dos Após­tolos e outros. Vocês acham que os país da Igreja fizeram essas coisas&amp;nbsp;&amp;nbsp; simples&amp;nbsp;&amp;nbsp; porque&amp;nbsp;&amp;nbsp; gostava&amp;nbsp;&amp;nbsp; de&amp;nbsp;&amp;nbsp; fazê-las?&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eles&amp;nbsp;&amp;nbsp; tinham em vista um propósito muito mais prático. A verdade deve ser definida e preservada, para que as pessoas não andem em erros. Então, se temos objeções à doutrina, não é da admirar que não vemos as coisas com clareza, ou que nos sentimos infelizes e miseráveis. Não há nada que ajude tanto um homem a ter clareza em sua visão espiritual, como uma compreensão das doutrinas da Bíblia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A última explicação desta condição que eu mencionarei aqui é o fato que muitas pessoas não captam as doutrinas das Escrituras em sua ordem correta. Este é um ponto importante, e espero poder me aprofundar nele mais adiante. Mas sei disso por experiência pessoal. É importante que tomemos as doutrinas das Escrituras em sua ordem certa. Se tomarmos a doutrina da regeneração antes da doutrina da expiação, teremos problemas. Se estamos interessados no novo nascimento e em termos uma nova vida, antes que tenha­mos uma visão clara de nossa posição diante de Deus, cairemos em erro, e eventualmente nos sentiremos miseráveis. O mesmo se aplica se tomarmos santificação antes da justificação. As doutrinas devem ser tomadas na ordem certa. Em outras palavras, podemos resumir isso tudo, dizendo que a grande causa do problema que estamos considerando é uma recusa em persistir e examinar as coisas até o fim. É o perigo fatal de querer aproveitar algo antes de realmente captá-lo e tomar posse dele. Homens e mulheres que se recusam a. perscrutar as coisas, que não querem aprender nem querem ser ensinados, por várias razões — às vezes em auto-defesa — em geral são as pessoas que se tornam vítimas desta confusão espiritual, esta falta de clareza, este problema de ver e não ver ao mesmo tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso nos traz à última pergunta. Qual é a cura deste problema? Por enquanto vou dar princípios, apenas. O primeiro é evidente: acima de tudo evitem declarar prematuramente que sua cegueira foi curada. O homem do nosso texto deve ter sido tentado a fazer isso. Ele tinha sido cego. O Senhor cuspiu em seus olhos e disse: "Podes ver?" O homem respondeu: "Posso". Como ele devia ter se sentido tentado a sair correndo e anunciando a todo mundo: "Posso ver!" De certa forma, ele podia ver, mas sua visão era incompleta e imperfeita, e era vital que não desse testemunho antes de ver claramente. É uma grande tentação, e eu posso entendê-la, mas fazer isso é fatal. Muitos estão fazendo tal coisa atualmente (e são incentivados e encorajados a fazer isso), proclamando que vêem, quando é tão claro para os outros que eles não vêem claramente, e realmente ainda estão muito confusos. E acabam preju­dicando muita gente. Descrevem homens a outros "como árvores andando", e acabam confundindo outras pessoas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.1pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A segunda coisa é o oposto da primeira. A tentação do pri­meiro é correr e proclamar que pode ver, antes de poder enxergar claramente; mas a tentação do segundo é se sentir totalmente sem esperança, e dizer: "Não adianta continuar. Puseste cuspe nos meus olhos, e me tocaste. De certa forma eu vejo, mas vejo homens como se fossem árvores andando". Pessoas assim muitas vezes vêm falar comigo, dizendo que não conseguem ver a verdade com clareza. Em sua confusão ficam desesperadas e perguntam: "Por que não posso ver? Isso tudo não adianta". Param de ler suas Bíblias, param de orar. O diabo já desencorajou muitos com suas mentiras. Não dêem atenção a ele!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual, então, é a cura? Qual é o caminho certo? É ser sincero, e -responder a pergunta do Senhor com honestidade e franqueza. Este é o segredo da questão. Jesus Se voltou para o homem, di­zendo: "Podes ver?" E o homem disse, com absoluta franqueza: "Eu vejo, mas vejo homens como se fossem árvores andando". O que salvou este homem foi sua honestidade. A pergunta, então, é: qual é nossa posição? O propósito deste sermão é justamente tratar desta pergunta: qual é nossa posição? O que vemos, real­mente? Vemos as coisas com clareza? Somos felizes? Vemos real­mente? Ou vemos, ou não vemos — e precisamos saber exatamente qual é nossa posição. Conhecemos a Deus? Conhecemos Jesus Cristo? Não somente como nosso Salvador, mas será que O conhe­cemos realmente? Estamos nos regozijando com "alegria indizível e cheia de glória"? Esse é o cristão do Novo Testamento. Podemos ver? Vamos ser francos; vamos enfrentar a questão, e vamos fazê-lo com absoluta honestidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E depois? Bem, o último passo é submeter-se a Ele, submeter-se a Ele tão completamente como este homem fez. Ele não fez objeções ao tratamento suplementar, mas regozijou-se com o mesmo, e creio que se o Senhor não tivesse dado aquele passo adicional, o homem teria Lhe pedido que o fizesse. E você, meu amigo, pode fazer o mesmo. Venha à Palavra de Deus. Pare de fazer perguntas. Comece com as promessas, em sua ordem certa. Diga: "Quero a verdade, não importa o preço". Ligue-se a ela, submeta-se a ela, submeta-se totalmente como uma criança e implore que Ele lhe dê visão clara, visão perfeita, e que o faça, uma pessoa completa. E ao fazer isso, é meu privilégio lembrar você que Ele pode fazê-lo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sim, e mais, eu lhe prometo, em Seu bendito nome, que Ele &lt;i&gt;vai &lt;/i&gt;fazê-lo. Ele nunca deixa nada incompleto. Esse é o ensino. Ouça-o. Este homem foi curado e restaurado, e passou a ver tudo distinta­mente. A posição cristã é uma posição clara. Não fomos destinados a permanecer numa situação de dúvida e apreensão, de incerteza e infelicidade. Você acha que o Filho de Deus veio do céu, viveu entre nós e fez tudo que a Bíblia registra, morreu numa cruz e foi sepultado e ressuscitou; que Ele subiu aos céus e enviou o Espírito Santo, para nos deixar num estado de confusão? É impossível! Ele veio para que pudéssemos ver com clareza, para que pudés­semos conhecer a Deus. Ele veio para nos dar vida eterna, "e a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus ver­dadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste". Se você se sente infeliz a respeito de si mesmo, como resultado deste exame, busque ao Senhor, busque a Sua Palavra, espere nEle, suplique a Ele, apoie-se nEle, ore a Ele com as palavras do hino:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.6pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Santo Espírito, luz divina,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ilumina a minha alma;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Palavra de Deus, luz interior,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desperta meu espírito, abre meus olhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ele Se comprometeu a fazê-lo, e Ele o fará, e você não mais será um cristão incerto, vendo e não vendo; mas será capaz de dizer: "Eu vejo; vejo nEle tudo que necessito, e mais, e sei que pertenço a Ele".&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Adobe Garamond Pro', serif; font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; text-align: justify; text-indent: 21.35pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Adobe Garamond Pro&amp;quot;; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4980346918969677425-837171939794473908?l=veritasimmutabilisest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/feeds/837171939794473908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2011/11/vejo-os-homens-como-arvores-que-andam.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/837171939794473908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4980346918969677425/posts/default/837171939794473908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://veritasimmutabilisest.blogspot.com/2011/11/vejo-os-homens-como-arvores-que-andam.html' title='VEJO OS HOMENS COMO ÁRVORES QUE ANDAM'/><author><name>Silas Roberto Nogueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03024811659827976924</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-ReKgn5zqg4Y/TzG3xkuJ8xI/AAAAAAAABMI/crpCAQ_LoDo/s220/305261_2217133746700_1198306788_31981298_585768276_n%2B%25281%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lTn9PlW96xo/TrJn65PI-pI/AAAAAAAABJE/HjeH4RK6Jn4/s72-c/lloyd-jones_martyn1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4980346918969677425.post-6492006512645826612</id><published>2011-10-19T00:09:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T00:09:05.021-02:00</updated><title type='text'>Crescimento da Igreja: com Reforma ou com Reavivamento?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;h1 style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Dr. Heber Carlos de Campos&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De uns poucos anos para cá, quase da noite para o dia, se compararmos à idade do cristianismo, alguns setores da igreja evangélica têm sido tomados de um desejo incontido de crescimento a qualquer custo. O Movimento de Crescimento de Igreja (1) tem surgido em toda a sua força, e o crescimento tem sido exigido a qualquer preço. Por essa razão, uma coletânea enorme de metodologias e técnicas tem sido empregada para que o sucesso da igreja apareça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mais lamentável é que o crescimento de algumas igrejas locais tem sido conseguido às custas do sacrifício da verdadeira doutrina e do abandono de uma liturgia sadia. Com isso, os templos e os salões têm ficado lotados em suas reuniões. Como a evangelização moderna tem sido antropocêntrica, dizendo ao ouvinte aquilo que se pensa que o incrédulo quer ouvir, também a forma do culto tem sido elaborada de modo a atrair pessoas para adorar a Deus. A adoração moderna é planejada para atrair pessoas (os consumidores de música contemporânea) ao invés de ser promovida para que as pessoas levantem os olhos para o céu para cultuar corretamente o verdadeiro Deus. Ao invés de prepararmos pessoas para serem membros do sacerdócio real, da nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, para aprenderem sobre o verdadeiro Deus e a vida eterna em Cristo Jesus, estamos estimulando essas pessoas a apurarem o paladar por aquilo que o entretenimento moderno já lhes apresentou. Antes que verdadeiros adoradores, estamos vendo pessoas preocupadas com o consumo musical e litúrgico, querendo ouvir o que lhes agrada, e não o que agrada a Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se perguntarmos aos proponentes do Movimento de Crescimento de Igreja, "&lt;i&gt;Por que muitas pessoas hoje não freqüentam aos cultos?&lt;/i&gt;" A resposta pronta será: "&lt;i&gt;porque a mensagem e as músicas não são apresentadas ao gosto do público. Nada é feito para que o público seja atraído aos cultos&lt;/i&gt;". A culpa toda recai sobre a falta de atualização ou contextualização da adoração cristã. Então, no afã de se ter a igreja lotada, tudo é formulado para agradar aos freqüentadores em potencial. Esse é o método que os ministros ansiosos por sucesso logo buscam. Mas eles se esquecem de que as pessoas não adoram a Deus porque não O amam verdadeiramente, nem têm qualquer disposição para com o verdadeiro Deus, por causa da sua natureza pecaminosa, que é oposta a Deus. Elas amam a si mesmas e querem ser agradadas naquilo de que participam, quando Deus é quem deveria ser amado e agradado no culto que lhe prestamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, muitas pessoas, inclusive membros de igreja, não estão dispostas a usar a mente, o corpo, a alma, enfim todo o seu ser, numa congregação onde existe um sólido ensino da sã doutrina, uma pregação expositiva fiel da Santa Escritura e uma adoração racional e reverente. Elas preferem uma reunião em que a Palavra é deixada de lado, mas o "louvor" é a tônica, num encontro de fato movimentado, ao paladar do tempo presente. Não há o verdadeiro compromisso com o reino de Deus, mas ainda assim, o crescimento da igreja é a maior preocupação do movimento que utiliza esse nome, mesmo que seja com o prejuízo de elementos fundamentais da verdadeira adoração e da sã doutrina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Movimento de Crescimento de Igreja tem se concentrado numa forma de culto ao gosto do espírito de nosso tempo e de uma evangelização barata, ao invés de ser o produto da obra soberana do Espírito de Deus no meio do seu povo, e dum posicionamento correto do seu povo para com a Palavra de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, todos os cristãos sensatos entendem que a igreja deve crescer qualitativa e quantitativamente. Qual é, então, o modo pelo qual uma igreja deve crescer? Precisamos de uma reforma ou de um reavivamento?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta pergunta não é a forma correta de levantar a questão. É absolutamente certo que precisamos de ambos em nossa igreja contemporânea. Estas duas coisas têm que andar necessariamente juntas. Do contrário, o reavivamento será um fracasso em termos de correção da verdade e a reforma poderá ser um fracasso porque a verdade poderá ser apresentada com aridez doutrinária. Portanto, há que se ter em mente as duas coisas para o bom andamento da igreja de Deus no final deste segundo milênio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estudemos a necessidade tanto da reforma quanto do reavivamento para o crescimento de nossas igrejas:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;I. A Necessidade de Reforma para o crescimento da Igreja&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aqueles de nós que valorizam os acontecimentos espirituais extraordinários ocorridos durante a Reforma no séc. XVI, anseiam tê-los repetidos na igreja do tempo presente. Juntamo-nos a J. I. Packer que disse:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"A palavra&amp;nbsp;&lt;b&gt;Reforma&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é mágica para o meu coração, assim como estou certo que é para o de vocês. Quando vocês falam em&amp;nbsp;&lt;b&gt;Reforma&lt;/b&gt;, imediatamente pensam naquele heróico tempo do séc. XVI, quando muitos eventos momentâneos aconteceram e que ainda brilham ardentemente em nossa imaginação." (2)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Reforma foi um movimento histórico do séc. XVI, mas ela precisa acontecer de novo, sempre que necessária, na vida da igreja. Precisamos desesperadamente dela outra vez em nossas igrejas, porque estamos em tempo de confusão doutrinária, tempos de vacilação teológica, tempos de incerteza cúltica. Alguns ministros, porém, nem sequer sonham com uma reforma novamente. Provavelmente, eles acreditam possuir razões teológicas para essa posição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para tristeza nossa, o nome "Reforma" levanta suspeitas na mente de alguns ministros que querem o crescimento de igreja a qualquer custo, porque o nome "Reforma" relembra um estudo sério da Palavra, compromisso inequívoco com o reino de Deus, rompimento com o erro e com a falsa adoração. A idéia de reforma não é bem-vinda porque vai exigir dos ministros um estudo sério das suas posições, uma reavaliação da sua conduta litúrgica e teológica. Foi isto que a Reforma Protestante exigiu dos ministros de Deus no séc. XVI. E nós estamos longe daquilo que foi proposto no passado. Não obstante a opinião deles, temos que dar uma grande ênfase à necessidade de verdadeira reforma na vida da igreja contemporânea. Muitas coisas da Reforma histórica já foram esquecidas e deixadas de lado. Temos que resgatar a nossa herança Reformada e trazer de volta as belas coisas perdidas.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Definição de Reforma&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Reforma é a descoberta da verdad
